13 de maio de 2010
há falta de Euros nos cofres Municipais?
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27 de janeiro de 2009
investimento público 2009
Todos nós sabemos que sem investimento não há desenvolvimento.
E que há várias formas de investimento.
Uma das mais importantes é o investimento público. Justificação para nos cobrarem ainda mais impostos...
Partindo desta base, fomos à procura do investimento público previsto para o Concelho de Alcácer do Sal em 2009.
Recorremo-nos do PIDDAC 2009. Fizemos uma busca a tudo o que estivesse associado a Alcácer. Donde resultaram os seguintes dados relativos ao investimento público:
- 0,01% do total para o Centro de Emprego de Alcácer do Sal - 4.500 €
- 0,03% do total para o Novo Mapa Judiciário - Alcácer do Sal - 16.763 €
- 0,04% do total para Equipamento de Apoio a Idosos - Torrão - 20.540 €
- 99,9% do total para a Variante de Alcácer - Ligação Ferroviária - 55.957.387 €
É caso para dizer que investem no nosso Concelho para nos porem a ver passar os comboios!
Ao perdermos o acesso às ligações ferroviárias perdemos a possibilidade de as utilizarmos em nosso benefício. Se os comboios não param na nossa terra, muitas outras coisas - leiam-se oportunidades - também não vão parar por cá.
Porque as comunicações são fundamentais para o desenvolvimento de qualquer sociedade. E as ligações ferroviárias não são desprezáveis.
Este facto é, na realidade, um factor limitativo às aspirações de desenvolvimento pleno de Alcácer do Sal.
Podem argumentar que esta é a melhor solução para o País, e que por isso devemos respeita-la.
Mas, se esta solução é a melhor para o País, onde estão as contrapartidas para Alcácer derivadas da perda de oportunidades que esta solução gera?
Se esta solução é a melhor para o País, porque não distribuem um pouco dessas vantagens positivas pela nossa região?
É que, pelo andar desta carruagem, apenas ficamos com as desvantagens desta ligação ferroviária. Com destaque para a circulação de matérias perigosas que, em caso de acidente ou atentado, poderão funcionar como autênticas bombas!
Porque usam o nosso território, extraem dele as vantagens desejadas, sem que nós ganhemos nada com isso?
Pelo contrário, perdemos!
Porque nos dificultam a nós o acesso ao desenvolvimento?
Esta história já é repetida.
O mesmo aconteceu com o gasoduto que atravessa o Concelho.
Alcácer não teve direito ao fornecimento de gás natural. Mas cedeu o seu território para a sua passagem, de forma a que outros tivessem esse direito.
E quais foram as contrapartidas? A possibilidade de um acidente grave ou de um acto de sabotagem numa conduta de material combustível?
Tratam-nos como Portugueses de segunda e nós nem protestamos...
O ano passado o PIDDAC contemplou, para Alcácer do Sal, 4.500 Euros.
Por essa altura Pedro Paredes afirmou que não nos podíamos queixar do investimento público no Concelho.
Este ano o PIDDAC contempla a módica quantia de 40 mil Euros, mais uma linha de caminho de ferro sem paragens na nossa terra.
Isto é ridículo!
O que são 40 mil Euros para o segundo maior concelho de Portugal?
O que são 40 mil Euros em todo o PIDDAC?
Menos do que uma migalha... basta comparar com os milhões com que o governo apoiou a banca.
Até ao momento não nos apercebemos de nenhum comentário de Pedro Paredes a este respeito.
Também não conhemos nenhuma iniciativa sua a reinvindicar mais investimento público junto do governo central, com excepção da Escola Secundária.
Será que ele continua a pensar que não nos podemos queixar desta forma de tratamento descriminatório?
Era importante termos alguém a liderar a nossa terra com capacidade para atrair investimento.
Era importante termos alguém a liderar a nossa terra com capacidades reinvindicativas.
Era importante termos alguém a liderar a nossa terra com capacidade.
Mas não temos.
Assim não vamos lá.
Alcácer merece mais!
_____________________
NOTA: O investimento nos centros escolares não aparece no PIDDAC 2009 directamente associado a Alcácer do Sal. Essa verba virá, provavelmente, dum outro item, controlado por uma outra entidade regional. A DREA, por exemplo.
Mas nem esse investimento retira importância aos argumentos acima apresentados. É que esse valor, para além de ser bastante pequeno (à escala nacional) resulta duma medida aplicada em todo o território nacional, pelo que não poderá ser vista como uma contrapartida para nada!
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22 de janeiro de 2009
orçamento cmas 2009 - 4
- 58.011 € para o Gabinete de Apoio às Actividades Económicas e
- 346.318 € para o Gabinete de Informação e Relações Públicas ?
ou seja, pretende-se gastar em informação e propaganda 597% - quinhentos e noventa e sete por cento - mais do que aquilo que se prevê gastar no apoio às actividades económicas!
Andam a inverter as prioridades.
Onde está o empenhamento deste executivo no desenvolvimento económico da nossa terra?
Onde está a criação de postos de trabalho?
É por estas e por outras que não há maneira de sairmos deste marasmo.
Assim não vamos lá.
Alcácer merece mais!
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20 de novembro de 2008
23 de outubro de 2008
orçamento de estado 2009 - 5
Parece que este ano é que é!
O "PIDDAC 2009 - Regionalização - óptica administrativa" prevê uma quantia muito substancial para Alcácer do Sal - 56 milhões de Euros!
Parece que agora tiramos a barriga de misérias!
Mas vejamos com mais atenção esta benesse do nosso governo central.
Nesse documento encontramos 3 projectos para o nosso concelho!
Um deles absorve 99,9% dos quase 56 milhões atribuídos.
É o projecto da ligação ferroviária a Espanha: Porto-Sines-Elvas-Espanha.
Trata-se do corredor estruturante do território na rede transeuropeia de transportes.
Acontece que esta via atravessa todo o concelho, passando a vários quilómetros da cidade, sem paragens.
Também consta que, para o ano, os comboios intercidades vão deixar de parar em Alcácer do Sal.
É caso para perguntar, o que é nós ganhamos com isto?
Querem-nos pôr a ver passar os comboios ?
Querem aumentar o nosso isolamento?
O desenvolvimento económico está directamente relacionado com a capacidade de comunicações nos mais variados aspectos. Onde o sistema ferroviário está inserido.
Motivo pelo qual estão a desenvolver uma rede transeuropeia.
Mas vai-nos passar tudo ao lado!
O que reduz a nossa capacidade em atrair empresas, factor fundamental do desenvolvimento.
Porque somos excluídos duma ligação preferencial a Sines, Espanha e Setúbal/Lisboa, polos de grande actividade económica.
Mas ficamos sujeitos aos riscos desta actividade - naquela linha vão passar autênticas "bombas" (*) que, em caso de acidente, poderão ser detonadas...
Afinal o que é que nós ganhamos com esta benesse do PIDDAC2009?
O que nos parece é que, tirando o período da construção desta via (que dinamiza a nossa actividade concelhia), nós não vamos ganhar nada.
Pelo contrário.
Vamos perder.
E por essa perda, que contra-partidas nos são dadas?
Usam o nosso território.
Excluem-nos (a linha vai passar-nos ao lado...pelo que não a poderemos utilizar directamente).
E nós continuamos a achar que está tudo bem?
Há motivos substanciais para que Alcácer do Sal reinvindique compensações(**).
Há legitimidade.
Falamos duma reinvindicação estruturada (ao contrário do fiasco da nova escola secundária).
Falamos na defesa dos interesses desta terra.
Para que se desenvolva, cresça e dinamize.
É uma ambição legítima!
A liderança desse processo cabe ao executivo camarário.
Esperamos que Pedro Paredes e equipa façam, desta vez, algo de que se possam vir a orgulhar.
Ou peçam ajuda a quem sabe.
Senão, será o mais do mesmo.
Pelo direito ao desenvolvimento económico e social de Alcácer!
__________________________
NOTA 1:
Sr. Paredes, pornuncie-se!
E meta mãos à obra.
Foi para isso que foi eleito.
Não para imaterialidades.
Para isso temos a religião, a filosofia, a matemática, a feitiçaria, etc...
NOTA 2:
Alcácer do Sal poderá também beneficiar de outras rubricas do PIDDAC2009 que são atribuídas de forma global a vários concelhos, como por exemplo à região do Alentejo. No entanto, projectos atribuídos exclusivamente ao nosso concelho, há apenas 1 (99,9% do total da verba). Acompanhado por 2 micro projectos, que representam apenas 4% do orçamento da CMAS em 2008 para mercados e feiras.
(*) - referimo-nos às "matérias perigosas", contempladas na legislação
(**)- Não foram dadas compensações à Ota por terem transferido o aeroporto para o deserto?
Não são dadas compensações quando alguns mudam de funções nos cargos de nomeação política - falamos de gestores, directores, técnicos, etc?
Não se apoia a banca, com o dinheiro dos contribuintes, para compensar erros do sistema bancário e defender a economia?
Os impostos nas ilhas não são diferentes para compensar a insularidade? Nós não vivemos numa ilha mas estamos numa das regiões mais pobres da Europa.
Querem mais exemplos? É simples. Olhem à vossa volta!
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15 de outubro de 2008
orçamentar 2009

De acordo com as folhas de Alcácer editadas, o orçamento da CMAS de 2007 previlegiava a "modernização e o desenvolvimento".
Ainda hoje estamos à espera de ver resultados positivos dessa intenção.
Por sua vez, o orçamento de 2008, apostava na "área de apoio social".
Vamos aguardar pelo final do ano para observar os resultados que a CMAS tem para apresentar.
Mas, mesmo antes de terminar 2008, falemos um pouco das opções tomadas na elaboração do orçamento actualmente em vigor.
O GADE - Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico - foi contemplado para 2008 com 0,2% do orçamento da despesa da CMAS.
É demasiado pouco.
Senão vejamos algumas opções tomadas para 2008:
1. o GFAC - Gabinete de Feiras e Animação Cultural - foi contemplado com uma verba 1.423% superior ao GADE. Ou seja, projectou-se um investimento mil quatrocentos e vinte e três vezes maior para as feiras e festas do que para o gabinete responsável pela promoção do desenvolvimento económico!
2. A semana da Juventude, cujo orçamento não está incluído no gabinete das feiras, foi contemplado com 252% mais dinheiro do que o GADE. Ou seja, orçamentou-se para gastar em 3 dias 252 vezes mais dinheiro do que se destinou para gastar, durante um ano inteiro, no gabinete de apoio ao desenvolvimento.
3. Destinou-se 231% mais dinheiro para o "boletim municipal e outras publicações" do que para o GADE, para promover o desenvolvimento económico.
Muitos outros exemplos se poderão apresentar.
Aqui está uma das marcas deste executivo na condução dos destinos de Alcácer.
É que o dinheiro para apostar duma forma clara, objectiva e determinada no desenvolvimento da nossa terra foi escasso, quando comparado com o dinheiro destinado a feiras, festas e boletins de suporte às (in)actividades camarárias.
Estamos curiosos para ver as opções da CMAS para 2009.
Mais curiosos ficamos quando 2009 é ano de eleições.
O poder instalado tem apresentado sinais claros de insegurança e até resignação perante a sua incapacidade.
A ponto de se refugiar nas obras imateriais.
É que para além das obras imateriais (que dada a sua essência são invisíveis), apenas temos visto foguetório popularesco.
E, embora gostemos de festas e feiras, achamos que há mais vida para além disso. E Alcácer também tem capacidade para marcar presença noutros aspectos da actividade económica e social.
A tamanha insistência nesta política de festarolas apenas reforça a ideia que se quer esconder qualquer coisa. É que as coisas estã tão desiquilibradas que se tornam irracionais. Isto só faz lembrar quem, com papas e bolos, quer enganar alguém...
Esperamos, sinceramente, que acertem à 4ªvez, já que falharam todas as anteriores.
E que apresentem um orçamento que contemple a satisfação das necessidades de desenvolvimento de Alcácer do Sal.
Caso contrário, afundar-nos-emos cada vez mais nesta abominável estagnação.
_______________________________
NOTA:
Os dados apresentados foram retirados da versão de 28.11.2007 das Grandes Opções e Orçamento 2008 da CMAS
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13 de setembro de 2008
futebois...

A CMAS deu ao Atlético, há menos de um ano, 54.000,00€ celebrando um Contrato Programa. Este valor foi definido em função do orçamento do Atlético. Orçamento que tinha por base o plano de actividades do clube.
Na semana passada a CMAS decidiu dar ao Atlético Clube Alcacerense um novo apoio financeiro, no valor de 4.000,00€, para "minorar os custos do plano de formação desportiva na área do futebol".
Não tivemos conhecimento de nenhuma actividade adicional ao plano de actividades do Atlético inicialmente definido. Nem conseguimos entender a razão deste desvio, superior a 7%!
Os trabalhadores da CMAS também terão aumentos salariais adicionais de 7%?
Poderíamos aceitar pacificamente a atribuição deste reforço financeiro se fossem conhecidas as razões que o justificaram:
Qual a razão para um crescimento da despesa de 7%?
Qual é o valor acrescentado que este reforço financeiro deverá gerar? Há ou houve actividades adicionais? Quais, quando e porquê?
Os objectivos definidos para a época passada foram superados?
Não conseguimos ser esclarecidos. Nem sequer no site da CMAS, onde este facto vem noticiado.
Julgamos que o dinheiro dos nossos impostos deveria ser gerido duma forma mais rigorosa e mais transparente. Não seria difícil.
Com a vantagem de ser muito melhor para todos, em especial para quem usufrui do benefício - o nosso Atlético!
........................................
Nota:
O futebol era gratuito para os jovens de Alcácer do Sal.
A situação mudou com a entrada do actual executivo.
Os praticantes passaram a pagar 20,00€ por mês...para além duma inscrição de 50,00€. Que compartidas adicionais foram dadas aos jovens praticantes após a introdução destes pagamentos?
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20 de junho de 2008
a OBRA!
" a nossa obra - obra no sentido genérico - está a ser imaterial, é também a de gerar consensos. Gerar esperança. Gerar um bocadinho de alegria e, o resto, as pessoas fazem "
afirmou, Pedro Paredes, Presidente da CMAS, ao Litoral Alentejano de 15 Jun 2008
Sr. Presidente, se está à espera que as pessoas façam o trabalho que deveria ser feito por si, para que é que se candidatou?
O que é certo é que as pessoas não fazem aquilo que é preciso ser feito porque não têm os meios à sua disposição. O Senhor é que, só em 2007, teve nas suas mãos quase 17 milhões de Euros, para pôr esta terra a mexer. (*) E o que fez? Obras imateriais? O que é isso? São coisas etéreas? É algum serviço espiritual?
17 milhões para, diz o Senhor, gerar consensos, esperança e um bocadinho de alegria.
Consensos? Onde? Basta olhar para a forma como os seus colaboradores mais directos se relacionam entre si. Basta lembrar a forma como trataram muitos dos trabalhadores da CMAS. Basta presenciar as sessões de câmara ou as assembleias municipais. Basta ouvir os comentários sobre conversas tidas com a população. Consensos? Para quem acha que consultar as pessoas é uma perda de tempo? Como?
Esperança? Está, seguramente, a pensar numa minúscula minoria. Porque a vida da maioria dos Alcacerenses é cada vez mais difícil de suportar. Abstraia-se dos boys, dos sedutores, dos bajuladores, ... Relacione-se com os Alcacerenses e leia. Leia o que lhes vai na alma. Vai ver que a esperança é um bem escasso na nossa terra.
Alegria? Onde? Quem? Não passeia nas ruas? Não fala com o povo? Não vê? Existirá algum oásis por aqui que nós não conhecemos?
Alcácer precisa, urgentemente, de obras materias concretas. Que são da responsabilidade da Câmara. Adia-las compromete significativamente o futuro de todos nós.
Alcácer necessita de:
- criar emprego
- atrair população activa
- formar e educar as pessoas, de forma contínua, racional e com qualidade
- um PDM actualizado, moderno, realista
- investimento público e privado (há vida para além da escola secundária e do turismo...)
- desenvolver projectos capazes de captar financiamentos comunitários
- atrair empresas de média e grande dimensão, aumentando os estímulos às pequenas e médias empresas locais
- explorar exaustivamente as suas vantagens competitivas
- proteger o ambiente, onde se inclui um Sado carregado de esgotos
- duma equipa capaz de gerir o seu destino, modernizando-a, tornando-a mais competitiva, mais atractiva, ou seja, mais desenvolvida!
Podemos explicar, com maior detalhe, aquilo que pensamos sobre cada um dos itens acima apresentados. Não são questões de simples resolução. Mas não julgamos que seja imprescindível pagar a pessoas de Lisboa para o fazerem. Afinal, quem conhece melhor as nossas necessidades, os nossos pontos fortes e as nossas fraquezas senão as pessoas que aqui vivem o dia a dia?
Tudo isto é concreto. Tudo isto é real. E é disto que nós precisamos. Precisamos de acções concretas para inverter a actual estagnação. É nestas acções que se deve investir o orçamento autárquico. Não nas coisas imateriais que, como o Senhor afirma, são a sua obra. E não fique à espera que as pessoas façam o seu trabalho e o da sua equipa. Para além de ser inviável, fica-lhe mal!
...........................................................................(*) o orçamento da receita da CMAS foi, para o ano de 2007, de 16.918.232,80 €uros.
Junte-lhes os orçamentos dos restantes anos e tente perceber onde é que foi parar o dinheiro.
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29 de maio de 2008
24 de maio de 2008
desprezo por quem paga

Essa apresentação foi feita pelo Sr. Vice Presidente João Massano.
Cheia de auto elogios.
E com um agradecimento único, aos funcionários da câmara, pelo seu contributo nos resultados obtidos.
Acontece que estes resultados foram conseguidos, em grande parte, à custa do aumento das receitas fiscais!
Ou seja, os impostos directos (IMI, IMT, IMV e derrama) cresceram 36% num ano!
Isso mesmo!
Em 2006 os impostos directos alcançaram o valor de 2.384.246,48 €.
Em 2007 o valor foi de 3.252.990,42 €uros!
Perante este facto, é impossível esconder a importância dos contribuintes nos resultados conseguidos.
Para o Sr.Vice Presidente João Massano, os contribuintes, que lhe pagam o salário todos os meses, não tiveram direito a qualquer agradecimento.
Opções que revelam o espírito e o carácter de quem gere a nossa terra...
...com desperdícios e ineficiências gritantes...
Todos nos lembramos!
Lembramo-nos dos mais de 200.000,00 €uros devolvidos à CCDRA. Para destruirem o projecto do Cartão do Munícipe. Sem nada, absolutamente nada, em troca! Adicionando os restantes investimentos feitos no projecto, o prejuízo da câmara acabou por ficar próximo dos 300.000,00 €uros!
Lembramo-nos da construção dum skate park à custa da destruição dum mini golf. Como se não houvesse mais onde intervir, em Alcácer do Sal.
Lembramo-nos da reorganização do pessoal da câmara. Com o número de técnicos superiores a crescer em flecha (jobs?). Sem resultados à vista... A ponto de pagarem, mais de 100.000,00 €uros, para alguém lhes dizer o que fazer. Quando já o deveriam saber quando chegaram ao poder.
E muitos outros casos...

Em simultâneo, não há obra feita que se veja!
Nós, os contribuintes, continuamos a pagar.
E pagamos imenso para desperdícios e ineficiências.
É uma tristeza.
Até quando?
...................................
NOTA:
Não quer isto dizer que, os funcionários da câmara, não mereçam um agradecimento. E que o seu esforço e dedicação não seja louvado. Na realidade, a responsabilidade pelos desperdícios e pelas ineficiências geradas não são deles. Mas de quem os dirige. Com pouca habilidade e débito de conhecimento.
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