Enquanto nós tentamos entender a evolução, a retracção ou a estagnação desde a Tanga até ao Tango,18 de maio de 2010
Quem faz de bailarina?
Enquanto nós tentamos entender a evolução, a retracção ou a estagnação desde a Tanga até ao Tango,
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15 de maio de 2010
desenvolvimento sem investimento?

apenas alguns exemplos retirados do PPI...
Que dizer, perante estes dados e perante as expectativas anteriormente criadas?
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14 de maio de 2010
situação económico-financeira em acelerada degradação
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12 de maio de 2010
contas municipais demonstram situação negativa
Factos são factos.
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4 de maio de 2010
crise de credibilidade
Trata-se do Obj/Prog/Projecto 21 211 2005/11 1 a que foi atribuída a designação "REMODELAÇÃO DO EDIFÍCIO ESCOLAR DO MORGADINHO" com um montante de 519.620 €.
A data de início atribuída a este projecto foi Janeiro de 2005.
E a data de conclusão do mesmo foi estimada para Dezembro de 2009. Já passou! Vejamos então o que o relatório oficial da CMAS refere sobre esta obra em concreto:
- Montante executado em 2009: 0,00 €
- Nível de execução em 2009: 0,00 % [em 2009 não foi feito absolutamente nada]
- Montante executado em anos anteriores: 5.664,00 €
- Nível de execução Global: 1,08 % [durante o período previsto para a concretização da obra, de 2005 a 2009, fizeram apenas 1% do projectado; ou seja, em termos práticos não fizeram nada!]

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3 de maio de 2010
crise de eficácia
Falamos da Execução do Plano Plurianual de Investimentos 2009.
No caso concreto da Casa Mortuária de Alcácer do Sal.
O investimento estava previsto por Pedro Paredes - no PPI sob o título "REQUALIFICAÇÃO DO CEMITÉRIO DE ALCÁCER DO SAL", correspondendo ao Obj./Programa/Projecto 24 246 2007/105, com um investimento de 350.000 €.
A concretização do projecto em 2009 ficou-se pelos 1.440 €. A que corresponde uma mísera taxa de execução de 0,41%!
Este projecto é de 2007. Desde essa data até ao final de 2009, a taxa de execução total fica-se pelos 4,7%. Ou seja, passou este tempo todo sem fazerem aquilo que disseram. Apresentados os factos (*), ou seja, os números oficiais da autarquia, relembremos as palavras que ficaram por cumprir:
Na Assembleia Municipal de 29 de Fevereiro de 2008, há mais de dois anos, Pedro Paredes "informou sobre a existência de um projecto de ampliação do Cemitério de Alcácer que contempla uma casa mortuária e um edifício de apoio administrativo".
E disse mais:
"O projecto está feito, está a ser licenciado, foi candidatado a um financiamento, que já chegou, pelo que existe verba suficiente para construir o velório, o edifício administrativo e ampliar o cemitério."

Para concluir:
"A obra terá início dentro de 2/3 meses, pelo que a questão será
resolvida dentro de aproximadamente um ano."
Isto disse Pedro Paredes em Fevereiro de 2007. A realidade confirma que ele falhou redondamente. Não fez obra. Embora houvesse projecto, financiamento e tempo! Em contrapartida, a situação financeira da CMAS degradou-se muito substancialmente.
Porquê?
Porque terá sido assim?
(*) - dados da "Prestação de Contas do Exercício" da CMAS para o ano de 2009; relatório oficial da responsabilidade da equipa liderada por Pedro Paredes;
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números da crise

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2 de maio de 2010
números da crise
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29 de abril de 2010
o oásis em crise...


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27 de abril de 2010
- Em 2008, Pedro Paredes e a sua equipa, com maioria absoluta, elaboraram o "Plano Plurianual de Investimentos" da CMAS (que contemplava mais de 11,7 milhões de euros para 2009)
- Em 2009, Pedro Paredes e a sua equipa, trabalharam na execução do plano que eles mesmos definiram
- Em 2010, Pedro Paredes e a sua equipa compararam aquilo que planearam para 2009 com aquilo que conseguiram concretizar
- E concluíram que falharam em 76% daquilo a que se propuseram fazer
- Tiveram tempo; tiveram 3 anos para se adaptarem, planearem e organizarem o ano de 2009; não o conseguiram fazer
- Tiveram estabilidade governativa, consequência da maioria absoluta na câmara e do governo central ser da mesma cor; tiveram todo o poder de decisão, ao ponto do presidente chegar a considerar que o diálogo com as pessoas era uma perda de tempo
- Tiveram dinheiro; como Pedro Paredes publicamente afirmou, a situação financeira herdada do anterior executivo não era má (na realidade era claramente positiva)
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