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12 de maio de 2010

sinais de inoperância

O Setúbal na rede informa:

"Apesar de os meios serem “idênticos aos do ano passado”, o comandante explica que se optou em 2010 por passar um meio aéreo ligeiro de combate a incêndios de Alcácer do Sal para Grândola, uma decisão relacionada com a criação de um heliporto no concelho liderado por Carlos Beato. O presidente da Câmara Municipal de Grândola sublinha o esforço financeiro da autarquia a esse nível, de cerca de 200 mil euros, e a cedência do terreno para a obra, realçando que a decisão de investir na criação de um heliporto “faz parte da estratégia de desenvolvimento que o executivo tem para o município, que alia o desenvolvimento económico e o turismo às questões da segurança, da protecção civil e da saúde”."
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=12271

Quando é que haverá, para Alcácer do Sal, uma estratégia de desenvolvimento?
Que tem a dizer Pedro Paredes sobre este assunto?
Já basta de navegação à vista.
Alcácer merece mais!


29 de abril de 2010

falta de capacidade preventiva

Na última metade do século XX, as questões relacionadas com a prevenção de falhas humanas mereceu uma atenção e um desenvolvimento como nunca se tinha verificado na História da Humanidade.

Os resultados dessa opção são excepcionais.

Os dados estatísticos comprovam-no em inúmeras áreas da actividade Humana.

No século XXI a tendência mantem-se inalterável, ou seja, em contínuo crescimento. Alguém duvida que evitar um acidente é benéfico para todos nós? Quer individualmente, para as possíveis vítimas directas, quer colectivamente, para a sociedade em geral.

Abundam os estudos sobre perdas pessoais e materiais provocados por acidentes. E justificam a correcta prioridade dada às questões preventivas. Todos nós sabemos que não é possível prevenir todos os modos de falha presentes na nossa vida quotidiana. Mas isso não é motivo para nos desleixarmos, deixando para plano secundário esta questão.

Pelo contrário.

Sempre que se intervém, no que quer que seja, os aspectos da segurança devem estar sempre presentes.

Infelizmente há excepções. Apresentamos aqui apenas uma.

Seleccionamos um caso que nos é próximo: a Estrada da Ameira, alvo de intervenção do executivo de Pedro Paredes em 2007 e abordada no Alcácer do Sol por várias vezes.

Na requalificação da estrada da Ameira, a solução rodoviária encontrada para a curva junto à EMSUAS e às captações de água da Ameira foi tão criativa como estranha.


Reparem:

  1. numa curva bastante apertada lembraram-se de colocar um risco contínuo ladeado, em ambos os lados, por um risco tracejado. Implantaram a solução mais fácil e mais simples desprezando o facto de ser uma solução errada. E a sinalização horizontal foi colocada muito depois daquela obra ter sido considerada como pronta
  2. a estrada da Ameira foi dada como concluída sem que tivesse sido colocada qualquer sinalização vertical ou horizontal; no entanto há três locais de risco evidentes naquele curto espaço de estrada: a curva junto à Emsuas, o largo da estação da CP e a curva no cruzamento desnivelado com a linha ferroviária.
  3. Estando aquele local fora do perímetro urbano, a velocidade máxima legal é de 90km/h. Os conhecedores da estrada adaptam a velocidade do seu veículo às condições da via. Mas será espectável que um visitante ocasional (um turista por exemplo) se aperceba daqueles obstáculos, numa noite escura ou de nevoeiro, perante a ausência de sinalização?




O risco é real. A destruição do muro da captação de água da Ameira comprova-o. Só depois do primeiro acidente ali ocorrido é que colocaram um sinal de curva. Até hoje ainda é o único sinal vertical no troço requalificado da estrada da Ameira. A prevenção rodoviária não passou por aquelas bandas.



Se a situação inicial era má, de há uns tempos para cá piorou ainda mais. Na curva junto à Emsuas, o sinal de curva permanece no local mas a sinalização horizontal criativa desapareceu, assim como o asfalto. Em substituição temos um piso em mau estado numa zona de risco e nem um sinal adicional ali foi colocado.



Isto é desmazelo ou incompetência?

Mas parece que há quem se orgulhe disto:

A 6 de Novembor de 2007, Pedro Paredes afirmou, em sessão de câmara, que o "acesso poente à cidade de Alcácer ...– está executado".

... e a 5 de Dezembro de 2007, em nova sessão de câmara, Pedro Paredes volta a insistir no assunto afirmando: "a via de acesso poente à cidade - a estrada da Ameira - está pronta..."

Note-se que, quando Pedro Paredes fez estas afirmações, nem sequer havia sinalização horizontal naquela estrada requalificada...

Será que Pedro Paredes e Hélder Serafim nunca foram visitar a obra após a sua conclusão?

Ou será que foram mas andaram distraídos?

Ter-se-ão enganado, outra vez?

Alcácer merece mais!

26 de abril de 2010

barraca

Não sabemos ao certo se é desleixo.
Também poderia ser insensibilidade, incapacidade, ... ou muitas outras coisas.
Não temos é dúvidas de que Alcácer está a ser mal tratada.
É pena.
Uma terra de tamanha beleza,
com um passado Histórico notável,
realçado pelos seus desprezados vestígios arqueológicos,
merecia mais atenção e dedicação.

Eis aqui apenas um pequeno exemplo:

Há um ano a margem sul estava assim "decorada":

Este cenário foi montado nos primeiros meses de 2008


Ontem, o mesmo local estava nesta situação:

A quem servirá esta barraca no relvado?


Vendo as coisas noutra perspectiva, podemos voltar a comparar a evolução entre Abril de 2009 e Abril de 2010.
Em 2009 era assim:


E em 2010 lá continuava, mais degradada, ou melhor, mais degradante:


Como se uma barraca ali fosse pouco vergonhoso, acrescentaram-lhe um "apêndice".
Verifique como "aquilo" se tem mantido, criativamente equilibrado e esteticamente desintegrado, desde há muito mais de um ano.
Era assim em Abril de 2009:



E assim em Abril de 2010:


Como é que uma pessoa, que se incomodou tanto com uma rede naquela zona, porque "ocultava a beleza da encosta norte da cidade", se tem mantido insensível a esta situação?
Onde está a sua coerência de pensamento e acção?
Que processos de decisão suportam tamanha incoerência?

Falamos, como é óbvio, do presidente da câmara.

3 de julho de 2009

força, ainda faltam 6 meses!

A folha de Alcácer, sob direcção de Pedro Paredes, anunciava na 32ª edição, de Dez 2007, a intervenção no Museu Pedro Nunes.






E apresentava, como objectivo, a reabertura do museu em 2009.
Vá lá! Ainda têm seis meses para cumprirem a vossa palavra.
Todos nós queremos ver o museu a funcionar este ano.

Ninguém tinha dúvidas de que era necessária e importante uma intervenção no local.
Assim como poucos têm dúvidas de que a sua remodelação, no tempo previsto, é perfeitamente concretizável. Basta, para isso, trabalhar com persistência e determinação.
Não nos venham é com a desculpa de que as lajes são muito pesadas.
Os Engenheiros servem para resolver esses problemas. Qual a dificuldade?
Ainda por cima, naquele local, não existe o risco de alguém ficar "electrificado".
O que facilita as intervenções da cultura.

Estamos à espera de, este ano, assistirmos à inauguração deste importante monumento.
Mostrem o que valem!
Alcácer merece-o!