12 de maio de 2010
sinais de inoperância
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Etiquetas: desleixo?, estratégia?
29 de abril de 2010
falta de capacidade preventiva
Na última metade do século XX, as questões relacionadas com a prevenção de falhas humanas mereceu uma atenção e um desenvolvimento como nunca se tinha verificado na História da Humanidade.
Os resultados dessa opção são excepcionais.
Os dados estatísticos comprovam-no em inúmeras áreas da actividade Humana.
No século XXI a tendência mantem-se inalterável, ou seja, em contínuo crescimento. Alguém duvida que evitar um acidente é benéfico para todos nós? Quer individualmente, para as possíveis vítimas directas, quer colectivamente, para a sociedade em geral.
Abundam os estudos sobre perdas pessoais e materiais provocados por acidentes. E justificam a correcta prioridade dada às questões preventivas. Todos nós sabemos que não é possível prevenir todos os modos de falha presentes na nossa vida quotidiana. Mas isso não é motivo para nos desleixarmos, deixando para plano secundário esta questão.
Pelo contrário.
Sempre que se intervém, no que quer que seja, os aspectos da segurança devem estar sempre presentes.
Infelizmente há excepções. Apresentamos aqui apenas uma.
Seleccionamos um caso que nos é próximo: a Estrada da Ameira, alvo de intervenção do executivo de Pedro Paredes em 2007 e abordada no Alcácer do Sol por várias vezes.
Na requalificação da estrada da Ameira, a solução rodoviária encontrada para a curva junto à EMSUAS e às captações de água da Ameira foi tão criativa como estranha.

Reparem:
- numa curva bastante apertada lembraram-se de colocar um risco contínuo ladeado, em ambos os lados, por um risco tracejado. Implantaram a solução mais fácil e mais simples desprezando o facto de ser uma solução errada. E a sinalização horizontal foi colocada muito depois daquela obra ter sido considerada como pronta
- a estrada da Ameira foi dada como concluída sem que tivesse sido colocada qualquer sinalização vertical ou horizontal; no entanto há três locais de risco evidentes naquele curto espaço de estrada: a curva junto à Emsuas, o largo da estação da CP e a curva no cruzamento desnivelado com a linha ferroviária.
- Estando aquele local fora do perímetro urbano, a velocidade máxima legal é de 90km/h. Os conhecedores da estrada adaptam a velocidade do seu veículo às condições da via. Mas será espectável que um visitante ocasional (um turista por exemplo) se aperceba daqueles obstáculos, numa noite escura ou de nevoeiro, perante a ausência de sinalização?

Se a situação inicial era má, de há uns tempos para cá piorou ainda mais. Na curva junto à Emsuas, o sinal de curva permanece no local mas a sinalização horizontal criativa desapareceu, assim como o asfalto. Em substituição temos um piso em mau estado numa zona de risco e nem um sinal adicional ali foi colocado.
Isto é desmazelo ou incompetência?
Mas parece que há quem se orgulhe disto:
A 6 de Novembor de 2007, Pedro Paredes afirmou, em sessão de câmara, que o "acesso poente à cidade de Alcácer ...– está executado".
... e a 5 de Dezembro de 2007, em nova sessão de câmara, Pedro Paredes volta a insistir no assunto afirmando: "a via de acesso poente à cidade - a estrada da Ameira - está pronta..."
Note-se que, quando Pedro Paredes fez estas afirmações, nem sequer havia sinalização horizontal naquela estrada requalificada...
Será que Pedro Paredes e Hélder Serafim nunca foram visitar a obra após a sua conclusão?
Ou será que foram mas andaram distraídos?
Ter-se-ão enganado, outra vez?
Alcácer merece mais!
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26 de abril de 2010
barraca
E em 2010 lá continuava, mais degradada, ou melhor, mais degradante:

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3 de julho de 2009
força, ainda faltam 6 meses!
A folha de Alcácer, sob direcção de Pedro Paredes, anunciava na 32ª edição, de Dez 2007, a intervenção no Museu Pedro Nunes.
E apresentava, como objectivo, a reabertura do museu em 2009.
Vá lá! Ainda têm seis meses para cumprirem a vossa palavra.
Todos nós queremos ver o museu a funcionar este ano.
Ninguém tinha dúvidas de que era necessária e importante uma intervenção no local.
Assim como poucos têm dúvidas de que a sua remodelação, no tempo previsto, é perfeitamente concretizável. Basta, para isso, trabalhar com persistência e determinação.
Não nos venham é com a desculpa de que as lajes são muito pesadas.
Os Engenheiros servem para resolver esses problemas. Qual a dificuldade?
Ainda por cima, naquele local, não existe o risco de alguém ficar "electrificado".
O que facilita as intervenções da cultura.
Estamos à espera de, este ano, assistirmos à inauguração deste importante monumento.
Mostrem o que valem!
Alcácer merece-o!
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