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5 de fevereiro de 2009

andam atrasadotes... como de costume!


Se aceder hoje ao site da CMAS - http://www.cm-alcacerdosal.pt/ - seleccionar Negócios e seguidamente seleccionar inov@lcacer defrontar-se-á com algumas palavras bonitas seguidas da seguinte afirmação (último parágrafo):

Prémio INOV@LCÁCER
"O vencedor do prémio INOV@LCÁCER vai ser conhecido esta 6ª feira, dia 3 de Outubro, após a abertura oficial da Feira Nova de Outubro às 17 horas. Saiba mais "


Se clicar em saiba mais poderá ler:
"O vencedor do prémio INOV@LCÁCER vai ser conhecido esta 6ª feira, dia 3 de Outubro, após a abertura oficial da Feira Nova de Outubro às 17 horas.
O júri vai reunir nessa mesma manhã para escolher o melhor projecto"


Já era tempo de anunciarem a decisão.
Já era tempo de actualizarem o site da câmara.
De 3 de Outubro até hoje...

Estranha forma de inovar.

Alcácer merece mais!

7 de janeiro de 2009

coxa inauguração

A CMAS investiu cerca de 260.000,00 € num autocarro novo.
Foi inaugurado no início de Setembro.
Com pomba e circunstância.
Foi alvo de campanha por parte do executivo ainda em funções
(quando não se sabe fazer obra que se veja, compra-se feito).
E vai de publicidade.
Sempre dá para tentar encobrir outras carências e debilidades...
Acontece que, após a inauguração, o autocarro tem estado imóvel.
À chuva e ao sol.
Fomos à procura da razão de mais uma prova de imobilidade.
Foi fácil.
Disse-nos, quem sabe, que o veículo não reúne todos os requisitos legais necessários para circular. E disse-nos mais: que a responsabilidade de tal facto não tem a ver com o fornecedor do bem em causa.
Por exclusão de partes, o autocarro está parado por incapacidade da equipa Paredes.
Mas poucos estranham, poucos protestam.
Afinal já estamos habituados, pois de incompetência estamos bem servidos.
Enfim, mais do mesmo...

Alcácer merece mais!

30 de outubro de 2008

é mais difícil apanhar um coxo

O Notícias do Litoral de 15 de Outubro de 2008 apresentou uma notícia sobre a Comporta.
Falava-se de buracos nas ruas e de esgotos.
Nada que não seja comum noutras localidades do concelho.
Mas, neste caso, trata-se dum local de muito elevado interesse turístico, dada a proximidade das praias.

Pedro Paredes dizia que uma das apostas da sua equipa era exactamente o turismo.
Vê-se assim o resultado de tão empenhada aposta.

A jornalista Aliette Martins ouviu Pedro Paredes acerca deste assunto.

Que afirmou que,
"as grandes questões a Câmara continua a resolver porque também não somos cegos".

E quando é questionado sobre a solução dos problemas dos buracos e dos esgotos, Pedro Paredes responde:
"Vamos mesmo fazer - já estamos a preparar os recursos - uma intervenção só de remendos..."
e continua:
"...depois, vamos rasgar outra vez para corrigir as questões dos esgotos...provavelmente num outro mandato..."

Pedro Paredes confirma que a actual política da CMAS é uma política de remendos.
E vai mais além quando também assume que "poderá haver algum clima de abandono".
O que não é novidade para ninguém.
Mostra que, embora não sejam cegos, não são credíveis.
Se a câmara continua a resolver as grandes questões, porque não tapou os buracos mal se mostrou necessário fazê-lo?
Porque vai fazer remendos e deixa para os próximos a resolução do problema dos esgotos?
Se continua a resolver as grandes questões, então porque não resolve?
A resolução das grandes questões não é compatível com o clima de abandono que o Presidente menciona.

Deixem-se de obras imateriais, arregacem as mangas e metam as mãos ao trabalho em prol do desenvolvimento de Alcácer.
O que deve estar acima de quaisquer diferendos pessoais, políticos ou do que quer que seja.
Ou haverá, na perspectiva desta equipa camarária, uns que são mais Alcacerenses do que outros?

Para que precisamos nós dum presidente assim?

________________________________________
NOTA 1:
Dinheiro há.
Pedro Paredes confirmou-o publicamente.
Pode é estar a ser desperdiçado ou mal aplicado.
A proposta de orçamento da CMAS para o ano em curso previa uma receita superior a 21 milhões de Euros!
O que parece faltar é saber, habilidade e vontade de tirar esta terra deste marasmo.

29 de outubro de 2008

desmazelo



Neste caso, o desmazelo já vem de trás.
Primeiro deixaram o piso da marginal degradar-se. Os buracos e os desnivelamentos permaneceram demasiado tempo sem serem sujeitos a reparação.
Mas, ao fim de muitos protestos, lá se decidiram a cumprir a sua obrigação.
Mais vale tarde do que nunca.
Só que não acabaram o trabalho.

Nessa altura depositaram os entulhos resultantes da obra no acesso à estrada de Sta. Luzia.
Estávamos no Verão...

As fotografias aqui apresentadas foram tiradas esta semana...
O entulho ainda lá está.
Mas está mal.
Porquê tamanho desmazelo?
Onde está a dificuldade em despejar aquele material no local correcto?



Triste Alcácer, tão maltratada andas...

28 de outubro de 2008

porque desprezam os peões?


clique na imagem para ver melhor

Em 37cm não passa uma pessoa adulta.
Quanto mais um carro de bébé...ou uma cadeira de rodas...
A segurança rodoviária é desprezada.
Parece inacreditável mas é verdade.
Acontece na Europa em pleno século XXI.
Infelizmente acontece na nossa terra...
Porquê?

14 de outubro de 2008

a ponte é uma paragem

As obras na ponte duram há cerca de 1 ano.
A solução actual é igual à solução a adoptar depois de concluídas as obras. Ou seja, a ponte com uma só faixa de circulação, em regime alternado (de acordo com o discurso oficial da CMAS).
Aquilo mais parece um nó cego.
O trânsito não flui.
E os efeitos da inadaptação do espaço às necessidades de circulação automóvel continua bem visível.
Porquê?
Durante tanto tempo?











Até agora nada de eficaz tem sido feito.
Não foi por falta de tempo (1 ano dá para fazer muita coisa).
Será que é falta de habilidade?
Ou será falta de capacidade?
Estamos em querer que distração não poderá ser.
A ponte é mesmo ali, no centro da nossa cidade!
O que será então?

11 de outubro de 2008

já é uma tradição!




As obras da estrada da Ameira foram iniciadas em Novembro do ano passado.
É o que diz a folha de Alcácer da altura (ver imagens).
Dizia ainda que as obras durariam 7 meses... o que é demasiado - afinal aquele troço de estrada não chega a ter 2 Km...

Já estamos no 12ª mês após o anúncio feito - praticamente 1 ano!
A obra não está terminada.
O prazo já foi ultrapassado em cerca de 5 meses.
O que corresponde a uma derrapagem temporal de 70%, aproximadamente.
Com impactos negativos para a cidade.
Os camiões de areia na marginal são apenas um exemplo entre muitos...

Esta incapacidade de concretização, demonstrada pela gestão do nosso Município, é confragedora.
Tanta pose de estado.
Tanta promessa.
Tanta incompetência.
Tão poucos resultados.
Como nos dizia um Alcacerense: "já é uma tradição"!

Só que estas tradições afundam-nos ainda mais, neste insuportável estado de degradação.
Assim não vamos lá.

5 de outubro de 2008

desprezo pelas crianças?

As Escolas iniciaram o ano lectivo na segunda semana de Setembro.
Mas em Outubro, uma das escolas do 1º ciclo da cidade de Alcácer do Sal, ainda não disponibilizava comida para as crianças se alimentarem ao meio da manhã ou ao meio da tarde.
Sim! Ou as crianças levam comida de casa ou não comem.
Porque não há uma sandes sequer para elas comprarem. Nem uma peça de fruta.
Note-se que no ano passado, nesta mesma escola, havia sandes para os alunos que o desejassem...
Este ano não há porquê?
Note-se também que noutras escolas existe oferta alimentar.
Nesta escola não há porquê?
Não sabemos as razões de tamanho desmazelo.
Porque não acreditamos que esta seja uma medida consciente para a redução do défice (ou dos custos...)
Numa terra em que se gasta tanto dinheiro em feiras e festas, sempre há-de sobrar algum para assegurar, universalmente, os direitos das crianças.
Vá lá. Façam aquilo que deve ser feito.
Ponham as Escolas a funcionar.

........................................
Nota:
Caso estejam interessados em saber mais detalhes sobre esté facto, nomeadamente qual a Escola em causa, contactem para alcacerdosol@gmail.com

4 de outubro de 2008

podiam ter inovado...



O concurso inov@lcacer foi divulgado na Pimel 2008.
As candidaturas foram abertas até 6 de Agosto.
O prazo foi prolongado para 29 de Agosto.
Terá havido falta de interesse dos criativos de Alcácer do Sal?
O vencedor do concurso deveria ter sido anunciado a 3 de Outubro, na Feira Nova.
Esta data já passou.
O concurso não foi concluído.
A entrega do prémio foi adiada... sem se saber para quando.
Falharam, outra vez!
Perderam mais uma oportunidade para inovar: cumprir a data de conclusão dum projecto!
Isto é só mais do mesmo...
Já poucos estranham. Até parece que o desmazelo passou a ser um dos valores desta organização.

Note-se que o inov@lcacer tem sido contínuamente divulgado como sendo uma das grandes medidas deste executivo para dinamizar a actividade económica no Concelho!
Esta medida pretendia captar ideias originais.
Mas impedia os jovens com menos de 18 anos de participar...(*) (assim se vê como são tratados os jovens desta terra)
Porquê?
Não serão criativos?
Não serão capazes?
Não!
Quem não é criativo nem capaz é o Sr. Paredes e a sua equipa.

......................
(*) NOTA:
1. Bill Gates, cujo nome dispensa apresentações, é apenas um dos muitos exemplos de um jovem com sucesso muito antes dos 18 anos. Com os critérios da CMAS teria sido excluído do concurso!

2. Em Alcácer, um pequeno grupo de jovens da Escola Pedro Nunes (na altura com cerca de 15 anos) apresentou ao Sr. Paredes um projecto para construção dum skate park. O projecto foi executado com recurso a desenho assistido por computador em três dimensões. Recebeu muitos elogios, nomeadamente do Sr. Paredes. E nunca mais lhes disseram nada. Desprezaram-nos. O trabalho em causa tinha qualidade e obteve apreciações muito positivas de pessoas com elevada formação técnica. Meses depois, a CMAS foi comprar um skate park a uma empresa de fora. O que podia ter sido feito pelas pessoas de Alcácer. Acreditamos que tudo teria sido diferente se os jovens autores pertencessem a famílias bajuladoras de políticos incompetentes. Mas não são!
Estes jovens não participaram no inov@lcácer. Nem poderiam. Ainda não têm 18 anos...

3. Mais um gabinete. Cheio de boas intensões. Da sua acção pouco mais resta para além das intenções... Continuam a tentar tapar o sol com a peneira? Não vale a pena...

19 de setembro de 2008

Alcácer merece mais!


Este buraco nasceu e cresceu durante este verão na marginal de Alcácer do Sal.
Atingiu uma dimensão assinalável. Ninguém impediu o seu crescimento. E assim ficou.
Tanto tempo... à espera que o apagassem dum dos locais mais nobres da cidade.
Tanto tempo...
Porquê?
O projecto de execução era complexo?
A processo de cabimentação revelou-se difícil?
Terá sido necessário abrir um concurso para a execução da obra?

...ou foi apenas...

desleixo,
incapacidade,
insensibilidade...

Não sabemos.
Mas não temos dúvidas - Alcácer merece ser melhor tratada!

________________________________________
NOTA:
Para avaliar melhor o diâmetro do buraco, compare-o com a altura dos pinos colocados junto ao lancil do passeio.

13 de setembro de 2008

regresso à escola



Começou um novo ano lectivo.
De acordo com a promessa do Sr. Presidente Pedro Paredes, a Escola dos Açougues deveria ser encerrada no final do ano lectivo 2007/2008.
Ainda de acordo com a mesma promessa, no ano lectivo que agora começa - Setembro de 2008 - já deveriam estar terminadas as obras de expansão da Escola do Morgadinho. O que permitiria a transferência das duas turmas dos Açougues. Para além da criação de outras duas salas para o pré-escolar.

As obras nem sequer começaram... Os alunos, esses terão que esperar.

Que justificação haverá para esta omissão?

Estranhamos esta forma de estar na vida.
Se não conseguem cumprir as suas promessas, porque as fazem?
Quem pode confiar naqueles que não honram a sua palavra?


...............................
Nota:
Porque será que as coisas acontecem quando se trata das feiras e das festas e deixam de acontecer noutros sectores - neste caso a educação?
Que estratégia estará por trás destes factos?
Triste forma de definir prioridades...
Alcácer merece mais!

12 de setembro de 2008

o sol e a peneira



Um cidadão de Alcácer escreveu-nos em nome de Salaciablog e mostrou-se indignado com o Alcácer do Sol.
Aceitamos com naturalidade a diversidade de ideias. Gostamos do diálogo. Defendemos conceitos e apresentamos os nossos argumentos com prazer. Fazemo-lo aqui como em qualquer outro lugar. Cara a cara, se assim o desejarem.

Um dos aspectos que indignou o cidadão em causa foi um artigo do Alcácer do Sol sobre o Pinto Luísa e o Amendoeira. Nós contestavamos a propaganda feita em torno destas embarcações. Porque os Galeões do Sal sempre tiveram velas e mastro. Sem mastro e sem velas, pode haver muitos tipos de embarcações mas não são Galeões do Sal. Isto é um facto. Não é uma opinião.

O Salaciablog afirmava: "dentro em breve o Pinto Luísa vai receber um mastro vindo da Holanda, visto que a madeira tem melhor resistência e adequa-se melhor á função que lhe é destinada ".
Agradecemos a informação.
Pena é que este facto não tenha sido referido no editorial da folha de Alcácer assinado por Isabel Vicente, que serviu de base ao nosso texto. Afirmava Isabel Vicente que o “ Amendoeira e Pinto Luísa – estão novamente de volta às suas gentes com toda a dignidade...

O Salaciablog acrescentava: "quanto às velas, talvez não veja a necessidade elas existirem, pois os barcos devem se tornar mais fácil de navegar com motor do que á vela, e existir velas só como o elemento meramente decorativo, não valeria a pena gastar dinheiro do erário público".

Continuava o salaciablog a afirmar que os artigos do Alcácer do Sol “podem não corresponder á verdade ou então os juízos de valor que efectua não são os adequados”.

Estranhamos a acusação.
Mas estamos disponíveis para tentar entender outros pontos de vista. Basta, para tal, que respondam de forma credível às seguintes questões:

Se não há necessidade de velas para o Amendoeira e o Pinto Luísa, para que servirão os mastros?

Se as velas são elementos decorativos, um mastro sem velas é o quê?

Se o mastro é um elemento decorativo, porque é que foram comprar um à Holanda de forma a garantir que se adequasse melhor à função que lhe é destinada? Para se adequar melhor a funções decorativas?

Isabel Vicente não destacou a recuperação dos galeões e a sua dignidade? Então porque recuperam apenas uma parte da embarcação? Porque desprezaram aspectos carregados de simbolismo – as velas? Qual foi o critério? Que processos de decisão fundamentaram uma opção que contradiz o discurso oficial da equipa Paredes? Onde está o rigor histórico e a defesa do nosso património quando se amputam as velas das embarcações históricas de Alcácer do Sal?

Onde está o estímulo ao turismo ambiental com barcos à vela sem velas, movidos a motor?

Que razão para estarem agora tão preocupados em poupar dinheiro do erário público se, nestes quase 3 anos, têm desperdiçado tantos recursos em festas, feiras, disparates e aberrações?

Vá lá. Não tentem tapar o sol com a peneira.

7 de setembro de 2008

desaparecimento

Está desaparecido, desde o ano passado, um poste de iluminação pública.


Ele estava instalado no entroncamento da variante da Ameira com a antiga Estrada Nacional nº5, junto ao restaurante Leonardo.

No local ainda se podem ver os seus antigos companheiros de iluminação pública, assim como os destroços comprovativos da sua anterior existência.

Como já decorreu mais do que o tempo necessário para a respectiva operação de manutenção, fazemos aqui um apelo a quem gere a nossa cidade:

  1. se o poste não faz falta, arranjem o passeio e acabem com a iluminação pública em Alcácer (sempre se poupam uns Euros que as festas e as feiras são dispendiosas)

  2. se a iluminação pública é necessária, façam manutenção daquilo que existia e coloquem ali um poste novo

Estamos certos de que a apatia e a indiferença perante os acontecimentos não é, em situação alguma, a atitude correcta e desejável.

E mais vale tarde do que nunca!

Bora lá mudar... e

2 de setembro de 2008

Atrasados. Porquê?

A folha de Alcácer nº 41, de Agosto / Setembro de 2008 tenta justificar o atraso nas obras do edifício da sopa.


recorte da folha de Alcácer
.
.
O atraso na execução desta obra já tinha sido alvo de uma notícia do Alcácer do Sol intitulada "Enganaram-se. Outra vez!". É que, de acordo com o painel afixado no local, a obra deveria estar terminada em Junho de 2008. Já lá vão mais de dois meses...
.








Imagens do painel afixado na obra
.
A Câmara justifica o atraso porque "a cobertura estava em pior estado do que se previa..."
.
Mais valia estarem calados...
.
Como é possível que a Câmara adjudique uma obra a uma empresa sem antes ter avaliado, rigorosa e detalhadamente, todos os seus detalhes?
Como é possível descobrir que o telhado estava em mau estado só depois da obra começar ?
Atendendo ao estado global do edifício e à sua idade, em que factos se basearam para assumirem que o telhado estava em bom estado no acto da adjudicação?
.
Mas a história não fica por aqui.
Ao tentar compor o ramalhete, a notícia acrescenta que o edifício ficará "com melhor isolamento térmico e acústico..." . Acontece que esta acção deriva da aplicação da regulamentação sobre edifícios, publicada em 2006. Falamos do Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios [RSECE] e do Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios [RCCTE].
Flores para quê?
.
Certo é que o projectado espaço de acesso à internet não está à disposição da população de Alcácer. Porquê?
Consegue encontrar uma razão que não seja... incompetência?
.
.
Post Scriptum
"Damos o nosso melhor a pensar em si" lê-se no painel, com a assinatura da CMAS, afixado junto à obra.
Se isto é o melhor que têm para dar...

3 de julho de 2008

Falharam. Outra vez!

Falamos do Centro Cultural Pomba Cupido.
Havia um projecto com cerca de 5 anos...
O actual executivo decidiu avançar com a obra.
Anunciou-a em vários locais.
O resultado é visível através das fotografias. Palavras para quê? Já ninguém estranha o facto.

vista geral do edifício
.

Lê-se, no painel publicitário, colocado no local e assinado pela CMAS:
" Projectos consistentes, investimentos seguros "
"Damos o nosso melhor a pensar em si!"



Detalhes do mesmo painel:
" Conclusão prevista: Junho 2008 "

.
Junho de 2008 já passou.
A obra está longe de estar concluída.
Não percebemos onde está a consistência do projecto nem a segurança do investimento.
Mesmo a darem o seu melhor, falharam outra vez.
Não há obra que se veja.
Por muito pequena que seja.
.
Alcácer merece mais!

25 de junho de 2008

850 anos


Segundo reza a História e como afirmou o Presidente Paredes, fez ontem 850 anos que D. Afonso Henriques conquistou Alcácer do Sal.
Data, a partir da qual, passámos a integrar o reino que deu origem ao Portugal actual.

Não vimos uma comemoração condigna do evento.
Ou melhor, este facto quase passou despercebido na nossa terra.

A data coincidia com a Pimel. Poderia ter sido o tema desta Feira. Mas não.
Preferiu-se usar o Sal e o Arroz para cabeça de cartaz.
Destacou-se o Quim Barreiros, a tourada e as tascas.
Mostraram-se ante-projectos de obras que não se sabe quando terão início, muito menos quando terminarão.
E não se deu o devido relevo a uma data tão marcante na vida da nossa cidade.
É esta a cultura que a CMAS estimula.
Porquê?
Terão vergonha da História de Portugal e de Alcácer do Sal?
Terão falta de coragem para assumirem o facto?
Ou foi um equívoco triste, muito triste?

Para quem tanto apregoa a História, as tradições e a nossa cultura, a subalternização deste tema é difícil de entender.
Foi feita a promessa, o ano passado, de que esta data iria ser dignamente celebrada...
Foi o que se viu.
Falharam, mais uma vez.

11 de junho de 2008

bora lá mudar

Notícia do Público de 11-06-2008

A maior câmara municipal do país - Lisboa - analisa a criação de uma rede de bicicletas de uso partilhado.
Nos aglomerados populacionais, a bicicleta é uma alternativa credível ao automóvel, há já muito tempo.
Esta solução tem sido adoptada em muitas cidades da Europa. Com especial incidência na última década do século XX.
São inúmeras as vantagens da sua utilização. Desde a protecção ambiental, à saúde dos seus utilizadores, à gestão do espaço público, ao seu custo reduzido, passando pela elevada flexibilidade, etc., etc.
Não sendo a solução de todos os problemas (o que de todo não existe) é uma alternativa que o bom senso não permite desprezar.

Em Alcácer do Sal foi implementado um sistema de uso partilhado de bicicletas em 2005. As bicicletas eram disponibilizadas a custo zero. No entanto, o seu utilizador responsabilizava-se por ela, durante o período de utilização.
O processo funcionava com base nas novas tecnologias da comunicação e informação. Era acessível automaticamente, através do Cartão do Munícipe, em quiosques multimédia construídos para o efeito.
Foram construídos 14 parques para bicicletas. O sistema permitia que uma bicicleta recolhida num parque pudesse ser devolvida em qualquer outro parque existente para o efeito.
O projecto foi financiado e foi alvo de elogios pela CCDR-A. Não sendo perfeito, era inovador, moderno e capaz.


Este sistema foi desmantelado e destruído pelo executivo do Sr. Pedro Paredes.

Foram devolvidos mais de 200.000,00 €uros à Comunidade Europeia.
Houve outros custos acrescidos, e não desprezáveis, que o executivo não divulgou.
Houve perda de credibilidade perante as instituições financiadoras.
E tudo isto em troca de quê?

De nada!



E para quê?
Não sabemos.
Mas Pedro Paredes, presidente do Município, tem obrigação de saber porquê.
E deve explicar aos cidadãos de Alcácer porque destruiu todo o sistema, em troca de nada. Com argumentos sólidos e coerentes, sem tentar tapar o Sol com a peneira.
São estas as regras das sociedades democráticas. É esta a forma de agir de quem se dispõe a servir a comunidade, em vez de se servir dela.
Alcácer merece uma explicação credível. E, como quem não deve não teme, ou a explicação aparece ou ... há falta de coragem para enfrentar os factos.

Precisamos de entender porque continuamos mergulhados neste abominável estado de estagnação. Destroem-se equipamentos. O que é urgente e importante para o concelho não aparece feito. E, o pouco que se faz, resvala rapidamente para um, aparentemente inevitável, fracasso. O facto é tão evidente que já é motivo de chacota nas ruas de Alcácer. Exemplos não faltam.
É o muro da vergonha.
São as obras do museu.
A feira da aventura e a feira do turismo.
O concurso de presépios.
O mês do desporto, que este ano se desvaneceu.
A estrada da Ameira,(menos de 2 Km em obras há mais de meio ano).
A falta de condições para velarmos os nossos mortos.
A confusão da Rotunda 25 de Abril.
O desordenamento do Largo Luís de Camões.
O Pavilhão da Feira.
O Plano de Urbanização de Alcácer com um PDM desactualizado.
A estrada de casebres.
O toldo do camarão, o toldo dos taxis e outras arquitontices.
A margem sul.
A entrada norte da cidade (quando chove mais do que o normal).
A desorganização da circulação e estacionamento automóvel (em toda a cidade).
A nova escola do Morgadinho (a funcionar em Set 2008, conforme prometido).
As obras do edifício da sopa - ponto net - que arrancaram e pararam.
As escavações em frente à Escola Secundária.
O gabinete da juventude.
A intervenção no antigo cinema.
A remodelação do mercado municipal.
O novo canil.
O... ... ...
A... ...
...

Até que, Pedro Paredes e a sua equipa (capaz de governar o mundo...) reconheceram a sua incapacidade, acabando por se socorrer duma empresa de Lisboa, para lhes fazer aquilo que é da sua responsabilidade - elaborar um projecto de desenvolvimento estratégico para a nossa terra.
Como se não houvesse pessoas, em Alcácer do Sal, capazes de levar esta tarefa a bom porto! Como se não houvesse mais onde gastar, só para começar, cerca de 130.000,00€uros.

Todos nos lembramos das promessas eleitorais.
Todos nos lembramos dos discursos de rei na barriga, após a chegada ao poder.
Todos vimos aquilo que se está a passar na nossa terra.
E não gostamos.

Até quando?

4 de junho de 2008

memórias vivas




Na 1ª feira da aventura, já lá vão dois anos, levaram para o recinto vários bidões de 200 litros.
Três ficaram lá.
Até hoje!

Vejam as fotografias de 2006 e 2007 (temos mais, caso tenham curiosidade).

Melhor do que ver uma fotografia actual (de 2008) é ir ao local e verificar com os seus olhos. É ali mesmo em frente ao Litoral.

Estarão à espera da reabilitação do espaço da feira para limpar a zona?
Se assim for vamos ter que esperar pelo próximo executivo autárquico...

3 de junho de 2008

atrasados, outra vez

Na Assembleia Municipal de 28 de Abril de 2008, o Sr. Presidente Arqº Paredes comprometeu-se em discutir com a população, no mês seguinte, o Plano Operacional de Desenvolvimento.

O mês seguinte - Maio - já passou.

Nós não demos pela discussão. Fomos excluídos ou auto-excluiram-se?

O assunto é demasiado importante e urgente para se deixar arrastar por mais tempo. Por isso não entendemos mais este atraso.

Será que o Sr. Presidente Arqº Paredes ainda continua a achar que "consultar as pessoas era [é] uma perda de tempo"? (*)

.........................................................................
(*) - de acordo com saldalcacer@blogspot.com

19 de maio de 2008

SEIS MESES é muito tempo

Na folha de Alcácer de Novembro de 2007, já lá vão mais de seis meses, anunciava-se a obra da estrada da Ameira.

Estas obras ainda estão longe de estar terminadas.
Têm causado muitos incómodos às pessoas.
E já se arrastam à tempo demais.
Senão vejamos.
Aquele troço não chega a ter 2 km.
Se a estrada já estivesse pronta, podiamos dizer que foi arranjada à velocidade aproximada de 300 m/mês. O que, perante a tecnologia hoje disponível, é simplesmente ridículo.
Imaginem quantos séculos seriam necessários para construir o aeroporto em Alcochete a esta velocidade...
.
Então, se a demora não se deve a questões tecnológicas, a que se deverá?
.
Poderemos pensar que há falta de dinheiro.
Sobre este aspecto, o Sr. Presidente Paredes ilucidou-nos quando afirmou: "Esta câmara não é das piores. Há dinheiro e o executivo anterior não nos deixou uma situação financeira complicada." (afirmação publicada no semmaisjornal de 10 de novembro de 2007)

Se a demora na execução desta obra não se deve a questões tecnológicas nem financeiras só nos resta uma outra hipótese:

É uma questão humana.

Ou seja.

Há materiais disponíveis, há tecnologia acessível e há dinheiro.

Mas não há saber nem habilidade para tirar proveito disto tudo.

Não conseguem fazer bem, rapidamente e com custos controlados.

E quando não se consegue fazer isto, é impossível introduzir factores de mudança, fundamentais numa sociedade desenvolvida e competitiva.

Assim não vamos lá.

Alcácer merece mais!

_______________

NOTA:

Exemplos como este abundam no nosso concelho. Basta visitar os artigos antigos do Alcácer do Sol para recolher inúmeros outros exemplos. Ou seja, esta não é nenhuma excepção à regra. Este é o nível de desempenho do nosso executivo camarário.