“Hoje, estes galeões do sal – Amendoeira e Pinto Luísa – estão novamente de volta às suas gentes com toda a dignidade que merecem. Recentemente recuperados, numa intervenção onde a autarquia investiu mais de 200 mil euros...”
afirmou Isabel Vicente, vereadora da Câmara Municipal, na folha de Alcácer nº 41 (de Agosto/Setembro de 2008)
Ficamos a saber que a CMAS mudou de rumo e desistiu da ideia de vender os galeões. Felizmente corrigiram o engano em tempo útil. Parabéns! Pena é que muitos dos erros que continuam a cometer não sejam também corrigidos. Mas, mais vale pouco do que nada...
Também ficamos a saber que os galeões foram recuperados e que, por isso, nós pagamos 200.000,00€. Já que se gastou o dinheiro, porque é que os galeões não têm velas? E o Pinto Luísa nem sequer tem mastro?
Estes factos parecem não afectar o executivo camarário, que tanto fala na protecção do nosso património, na nossa identidade cultural, no turismo ambiental, etc... Porquê?
Alguém conhece Galeões do Sal sem mastro nem velas?
Não, ninguém conhece porque isso não há nem nunca houve.
Isabel Vicente considera que os galeões regressaram com “toda a dignidade que merecem”. Enganou-se. Os galeões não estão a ser dignificados. E merecem sê-lo. Porque um Galeão do Sal sem mastro e sem velas é como uma biblioteca sem livros. Ou como um oceano sem água!
Por favor, acabem o trabalho. Já tiveram tempo suficiente para isso.
Post Scriptum
Não estranhamos que Isabel Vicente não se aperceba do nível do seu discurso. Isto é perfeitamente aceitável para quem idolatra Paulo Coelho e tem medo de ficar "electrificada" - sim, electrificada! Mas a culpa não é sua.
Ficou tudo dito quando alguém afirmou, no início deste mandato, que esta equipa era capaz de governar o mundo...
6 de setembro de 2008
défice cultural
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2 de setembro de 2008
para que serve o toldo?
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11 de junho de 2008
bora lá mudar
A maior câmara municipal do país - Lisboa - analisa a criação de uma rede de bicicletas de uso partilhado.
Nos aglomerados populacionais, a bicicleta é uma alternativa credível ao automóvel, há já muito tempo.
Esta solução tem sido adoptada em muitas cidades da Europa. Com especial incidência na última década do século XX.
São inúmeras as vantagens da sua utilização. Desde a protecção ambiental, à saúde dos seus utilizadores, à gestão do espaço público, ao seu custo reduzido, passando pela elevada flexibilidade, etc., etc.
Não sendo a solução de todos os problemas (o que de todo não existe) é uma alternativa que o bom senso não permite desprezar.
Em Alcácer do Sal foi implementado um sistema de uso partilhado de bicicletas em 2005. As bicicletas eram disponibilizadas a custo zero. No entanto, o seu utilizador responsabilizava-se por ela, durante o período de utilização.
O processo funcionava com base nas novas tecnologias da comunicação e informação. Era acessível automaticamente, através do Cartão do Munícipe, em quiosques multimédia construídos para o efeito.
Foram construídos 14 parques para bicicletas. O sistema permitia que uma bicicleta recolhida num parque pudesse ser devolvida em qualquer outro parque existente para o efeito.
O projecto foi financiado e foi alvo de elogios pela CCDR-A. Não sendo perfeito, era inovador, moderno e capaz.
Este sistema foi desmantelado e destruído pelo executivo do Sr. Pedro Paredes.
Foram devolvidos mais de 200.000,00 €uros à Comunidade Europeia.
Houve outros custos acrescidos, e não desprezáveis, que o executivo não divulgou.
Houve perda de credibilidade perante as instituições financiadoras.
E tudo isto em troca de quê?
De nada!
E para quê?
Não sabemos.
Mas Pedro Paredes, presidente do Município, tem obrigação de saber porquê.
E deve explicar aos cidadãos de Alcácer porque destruiu todo o sistema, em troca de nada. Com argumentos sólidos e coerentes, sem tentar tapar o Sol com a peneira.
São estas as regras das sociedades democráticas. É esta a forma de agir de quem se dispõe a servir a comunidade, em vez de se servir dela.
Alcácer merece uma explicação credível. E, como quem não deve não teme, ou a explicação aparece ou ... há falta de coragem para enfrentar os factos.
Precisamos de entender porque continuamos mergulhados neste abominável estado de estagnação. Destroem-se equipamentos. O que é urgente e importante para o concelho não aparece feito. E, o pouco que se faz, resvala rapidamente para um, aparentemente inevitável, fracasso. O facto é tão evidente que já é motivo de chacota nas ruas de Alcácer. Exemplos não faltam.
É o muro da vergonha.
São as obras do museu.
A feira da aventura e a feira do turismo.
O concurso de presépios.
O mês do desporto, que este ano se desvaneceu.
A estrada da Ameira,(menos de 2 Km em obras há mais de meio ano).
A falta de condições para velarmos os nossos mortos.
A confusão da Rotunda 25 de Abril.
O desordenamento do Largo Luís de Camões.
O Pavilhão da Feira.
O Plano de Urbanização de Alcácer com um PDM desactualizado.
A estrada de casebres.
O toldo do camarão, o toldo dos taxis e outras arquitontices.
A margem sul.
A entrada norte da cidade (quando chove mais do que o normal).
A desorganização da circulação e estacionamento automóvel (em toda a cidade).
A nova escola do Morgadinho (a funcionar em Set 2008, conforme prometido).
As obras do edifício da sopa - ponto net - que arrancaram e pararam.
As escavações em frente à Escola Secundária.
O gabinete da juventude.
A intervenção no antigo cinema.
A remodelação do mercado municipal.
O novo canil.
O... ... ...
A... ...
...
Até que, Pedro Paredes e a sua equipa (capaz de governar o mundo...) reconheceram a sua incapacidade, acabando por se socorrer duma empresa de Lisboa, para lhes fazer aquilo que é da sua responsabilidade - elaborar um projecto de desenvolvimento estratégico para a nossa terra.
Como se não houvesse pessoas, em Alcácer do Sal, capazes de levar esta tarefa a bom porto! Como se não houvesse mais onde gastar, só para começar, cerca de 130.000,00€uros.
Todos nos lembramos das promessas eleitorais.
Todos nos lembramos dos discursos de rei na barriga, após a chegada ao poder.
Todos vimos aquilo que se está a passar na nossa terra.
E não gostamos.
Até quando?
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3 de junho de 2008
atracção pelas curvas
Ainda não há muito tempo que criaram uma nova passadeira em plena curva. Foi na antiga estrada nacional nº 5, junto à igreja, conforme noticiamos. Com este tipo de acções diminui-se a segurança rodoviária, contrariando as mais elementares regras de mobilidade.
Ontem deparamos com novas pinturas no asfalto. Desta vez são umas coisas amarelas a dizerem BUS e que coincidem com a paragem dos autocarros. Coincidência: também foram colocadas em curvas. Ou seja, o trânsito é interrompido sempre que o autocarro se imobiliza para pegar e/ou largar passageiros. Porque não se pode ultrapassar em curvas... e para além disso há um risco contínuo.
Repetiram o erro.
Será que não aprendem? Nestas situações até havia espaço disponível para fazer uma reentrância no passeio de forma a que, o veículo de passageiros, pudesse parar fora da faixa de rodagem. O que permitia melhor fluidez do trânsito e maior segurança. Também era possível deslocar a paragem, afastando-a da curva. É assim que se faz em qualquer cidade moderna por esse mundo fora. Nada demais. Mas, pelo que nos é dado ver, difícil de executar.
Até dá dó...
Mais valia continuarem sem fazer nada... outra vez!
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31 de maio de 2008
miragens no deserto das ideias
Hoje, a câmara municipal enviou uma mensagem por telemóvel aos Alcacerenses (aderentes do sistema de sms da cmas). Referia-se aos novos transportes urbanos de Alcácer do Sal. E convidava as pessoas a participar, amanhã, na viagem inaugural.
Acontece que os transportes urbanos em causa já estão em funcionamento há vários anos! Tanto que foram criados pelo executivo anterior... e não mudam.
O que é confirmado oficialmente. Vejamos.
Notícia da folha de Alcácer de Março: "...não se registarão alterações nos percursos e paragens".
"O serviço é rigorosamente o mesmo, a única coisa que muda é que os autocarros vão ser brancos...Circuitos e paragens não muda nada."declaração do Presidente Paredes registada em http://www.mirasado.pt/ , Fev 2008.
Como é possível falar em novos transportes urbanos de Alcácer do Sal se nada muda para os utilizadores? As paragens, os circuitos e os horários são os mesmos. Os autocarros actuais (que foram estreados neste serviço) são substituídos por outros novos. E continuam a ser de borla.
Então, onde estão os novos transportes urbanos?
Resposta: Os novos não existem, porque são os "velhos".
Ao não introduzir melhorias ao funcionamento da rede de transportes, a câmara demonstrou, uma vez mais, a sua incapacidade.
Decorreu o tempo, mais do que necessário, para recolherem dados, avaliarem a situação, identificarem oportunidades de melhoria, planearem a sua execução e implementarem as acções. Porque há muito a fazer para melhorar o serviço. E não mudar significa não evoluir, estagnar, decair.
Então porque não o fizeram?
Porque não sabem fazer melhor, achamos nós. E chegamos a essa conclusão ao analisarmos os resultados apresentados - ou a falta deles.
Neste caso, a única acção visível foi entregar o serviço a privados (*)
Carga a mais para esta gestão autárquica?
Tudo isto tem uma explicação. E sobre isso nós temos uma opinião. Ei-la:
É um facto que esta câmara não consegue fazer obra que se veja.
A confrontação com esse facto causa nervosismo e desconforto aos responsáveis pela gestão autárquica.
O nervosismo tolda as almas e deforma o raciocínio.
Sendo possível atingir-se o desespero, em situações mais avançadas.
Aí perde-se a razão. É-se dominado pela emoção. E aparecem, frequentemente, as decisões irracionais. Com consequências negativas, que também afectam o autor da decisão. É aquilo que se costuma chamar um tiro no pé. Uma coisa frequente naqueles que, ao fazerem a travessia do deserto, têm miragens falsas dum oásis salvador.
E o que são os "novos" transportes urbanos senão uma miragem irrealista, de quem atravessa um deserto de ideias?
(*) - sobre as contas e os custos do serviço falaremos noutro artigo
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19 de maio de 2008
SEIS MESES é muito tempo
Na folha de Alcácer de Novembro de 2007, já lá vão mais de seis meses, anunciava-se a obra da estrada da Ameira.
Se a demora na execução desta obra não se deve a questões tecnológicas nem financeiras só nos resta uma outra hipótese:
É uma questão humana.
Ou seja.
Há materiais disponíveis, há tecnologia acessível e há dinheiro.
Mas não há saber nem habilidade para tirar proveito disto tudo.
Não conseguem fazer bem, rapidamente e com custos controlados.
E quando não se consegue fazer isto, é impossível introduzir factores de mudança, fundamentais numa sociedade desenvolvida e competitiva.
Assim não vamos lá.
Alcácer merece mais!
_______________
NOTA:
Exemplos como este abundam no nosso concelho. Basta visitar os artigos antigos do Alcácer do Sol para recolher inúmeros outros exemplos. Ou seja, esta não é nenhuma excepção à regra. Este é o nível de desempenho do nosso executivo camarário.
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14 de maio de 2008
arquitontice em evolução
Na última Assembleia Municipal o executivo camarário foi questionado sobre o Largo Luís de Camões.
Respondeu o Sr. Presidente assumindo que ainda não tinham tido tempo de lá ir, prometendo uma intervenção no local.
Já aqui mostrámos que o Sr. Presidente se equivocou, tantas foram as intervenções no largo. Mas a dinâmica instalada é tal que as intervenções surgem umas a seguir às outras. E recentemente fomos surpreendidos com mais uma!
A iluminação da parte inferior do toldo dos táxis - arquitontice 2.
.
Na realidade o toldo já era iluminado pelos candeeiros de iluminação pública. Mas apenas na superfície superior. Que o toldo tapou... Agora foi iluminada a parte inferior. A isto se pode chamar uma arquitontice em evolução!
A necessidade de iluminação dos espaços públicos é indiscutível. Mas a forma como alcançar esse objectivo não pode ser desprezada. Aqui, a solução aplicada é a mesma que predomina nas feiras de província - simplesmente lâmpadas fluorescentes.
Se para uma feira (instalações provisórias e de curta duração) aquela solução é aceitável, para uma instalação definitiva num dos locais mais nobres da cidade é uma aberração.
Em termos de arquitontices, aquele tipo de iluminação acaba por se integrar perfeitamente no nível estético ali presente.
Só que nada daquilo faz sentido naquele local em particular.
É caso para usar as palavras do Sr. Miguel Sousa Tavares:
"Por favor, não governem mais!
...não há nada mais perigoso do que políticos sem ideias mas cheios de iniciativas.
...não há nada mais assustador do que os decisores desatarem a tomar decisões que ninguém lhes pediu e cuja necessidade ninguém sente. Apenas porque acham que assim estão a mostrar serviço." (*)
Alcácer merece mais!
(*) jornal Expresso de 10 de Maio de 2008
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7 de maio de 2008
quem não sabe... compra feito
A ponte metálica sofre obras de manutenção há já muitos meses.
Como consequência dessas obras, a circulação rodoviária sofreu um grande impacto.
Principalmente porque a travessia do rio passou a ser alternada.
Perante este cenário, não houve qualquer readaptação à circulação rodoviária.
As consequências são bem visíveis.
A confusão aumentou.
A rotunda encolheu.
Foi invadida pelos veículos de maior dimensão.
Primeiro foi o lancil a destruir-se.
Depois foi o foco de iluminação embutido.
esta fotografia é desta semana!
Deixar chegar a situação a este ponto é lamentável. Ainda por cima quando está em causa a segurança dos cidadãos.
É necessário adaptar o local à realidade presente. E a circulação alternada na ponte é um facto definitivo. Se assim é porquê esperar tanto tempo para por ordem na rotunda?
Estarão à espera que os Senhores de Lisboa lhes venham dizer como é que devem fazer?
Terá sido para isso que lhes vão pagar mais de 130.000,00 €uros?
Se para fazerem um muro (ou será um passeio com estacionamento?) demonstram tanta dificuldade, este tipo de intervenção é claramente areia a mais na camioneta.
Assim não vamos lá.
Alcácer merece mais!
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falta de tempo? certamente que não
Na última Assembleia Municipal, uma deputada questionou o executivo sobre a necessidade de se intervir no Largo Luís de Camões.
Neste local o estacionamento é difícil e desordenado.
A circulação rodoviária é caótica.
O espaço está mal gerido, com prejuízo para a economia local, para o turismo, para o ambiente, para a mobilidade e para a qualidade de vida dos cidadãos em geral.
Esta era uma das grandes críticas pré eleitorais da equipa actualmente em funções.
E todos reconhecem que tarda uma intervenção para reabilitação do local.
Não estão em causa ideias, porque essas não faltam.
O que está em causa são resultados. Esses escasseiam!
E neste aspecto pareciam estar todos de acordo!
Até o Sr. Presidente, que afirmou que ainda não tiveram tempo de ir ao Largo Luís de Camões... prometendo uma intervenção para ...
Para quando Sr. Presidente?
Estranhamos a resposta do Sr. Presidente Paredes à pergunta da Deputada.
Explicamos porquê:
1. Toldo dos Táxis

3. Regulação do Estacionamento Automóvel
Como as imagens provam, houve tempo para intervir no Largo Luís de Camões.
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o muro da vergonha
O muro da vergonha nasceu em Fevereiro (há cerca de 3 meses).
Começou por aparecer, parou a meio da execução e morreu ontem, desmantelado.
Ganhou este nome porque é uma vergonha o que aconteceu.
Nada disto seria possível num sistema organizado e estruturado.
Infelizmente não é o que a Câmara nos mostra.
Este não é um caso isolado. São tantas as demonstrações de incapacidade que até faz dó...
Para quem se julgava capaz de governar o mundo...
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22 de abril de 2008
dia da terra, 22 Abril
2. Os parquímetros instalados no Largo Pedro Nunes e no Largo Luís de Camões foram também hoje arrancados.
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26 de março de 2008
conversas da rua
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18 de março de 2008
agradecimento
No início do ano alertamos, aqui no Alcácer do Sol, para alguns riscos presentes na Rotunda 25 de Abril. A 15.1.2008 escrevemos um texto intitulado "trânsito" (continua disponível para sua consulta).
O texto contempla algumas fotografias, das quais extraimos esta:No mês seguinte, perante total apatia do executivo camarário, voltamos a abordar o assunto.
A situação tinha-se degradado. Os riscos tinham aumentado...
Foi assim publicado um artigo "Rotunda 25 de Abril" a 3 de Fevereiro de 2008 (que também continua disponível para sua consulta).
Recorremos mais uma vez a fotografias para exemplificar alguns dos problemas ali existentes.
Donde retiramos este exemplo:
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17 de fevereiro de 2008
incoerências...
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16 de janeiro de 2008
enfeites
Em Janeiro, acabadas as festas de fim de ano, desmontam-se as iluminações de Natal.
É o processo normal.
Só não entendemos porque razão não se removem outros enfeites por aí espalhados.
Falamos, por exemplo, dos parquímetros que estão na marginal.
Nunca foram postos a funcionar ao público.
Mas podiam ser úteis.
Podiam, por exemplo, desencorajar o estacionamento de longa duração. Ou seja, menos tempo de estacionamento significa mais carros estacionados por dia. Quantos mais carros estacionados mais potenciais clientes junto ao comércio tradicional.
Senão reparem na quantidade de habitantes, visitantes e turistas, que passam na marginal e se vão embora, só porque não sabem onde deixar o carro. Quantos menos carros param, menos pessoas circulam, menos vendas se fazem. E sem pessoas não há comércio tradicional...nem turismo...nem crescimento.
Este é apenas um dos aspectos da regulação do estacionamento.
Muitos outros se podem aplicar, como por exemplo a isenção de pagamento para os moradores locais e os deficientes.
Para que é que o actual executivo pagou mais de 33.000,00€ por estes equipamentos que nunca usou?...
Terão agora uma alternativa melhor?
Já passaram mais de dois anos e ainda não se percebeu nada...
Na margem Sul destruiram e removeram os equipamentos instalados.
Na margem Norte abandonam-os...como ferro velho!
O estacionamento em segunda fila é uma alternativa melhor?
Acreditamos que alguém pense assim. Se for este o caso, por favor, removam os enfeites! Deitar fora mais trinta e três mil €uros não é nada, comparado com tudo o que já mandaram para o lixo...
Nota: a 300 €uros por cada grupo de foliões, os 33.000 €uros destes enfeites dão um carnaval e pêras!
Bora lá mudar que isto já é "carnaval" a mais!
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22 de dezembro de 2007
inovação?
Onde estão as preocupações com a natureza e a protecção ambiental?
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