No início de 2007, Pedro Paredes expressou a sua opinião acerca da empresa municipal - EMSUAS.
E afirmou:
"...a EMSUAS, (que) tem cerca de cem trabalhadores... e eu acho que não devia ter nenhum mas enfim... Estamos a tirar trabalho aos privados, estamos a evitar que a sociedade civil cresça. Portanto, a EMSUAS desse ponto de vista político e estratégico não devia existir."
(Fonte: CÂMARA MUNICIPAL DE ALCÁCER DO SAL - REUNIÃO ORDINÁRIA; Acta n.º 03 de 2007-02-01)
Em 2009, Pedro Paredes deu o dito por não dito e recorreu-se da EMSUAS para resolver um problema: a demissão de João Massano.
Desta forma, utilizou a empresa EMSUAS, "que não devia existir, porque estava a tirar trabalho aos privados", nomeando para uma posição de liderança o vereador demitido. (*)
Vereador de quem tinha perdido a confiança.
Aquele que não serviu na CMAS, mas que agora serve na EMSUAS.
Onde e como encontrou Pedro Paredes a confiança perdida, para aprovar tal nomeação?.
Privilegiou-se o interesse público em detrimento de objectivos pessoais e partidários?
Que pensarão os trabalhadores da EMSUAS disto tudo?
E os Alcacerenses?
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(*) - com esta acção, e seguindo o raciocínio de Pedro Paredes, ele tirou aos privados a possibilidade de contarem com o trabalho de João Massano. O que, segundo a sua opinião, impede que a sociedade civil cresça...
