Mostrar mensagens com a etiqueta entrevista PP 5/6/09. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta entrevista PP 5/6/09. Mostrar todas as mensagens

16 de junho de 2009

a violência como método de resolução de problemas

(*) - da entrevista de Pedro Paredes, em 5/6/09, ao Litoral Alentejano





a técnica do pavão aplicada na navegação à vista

"Sou até um bocado ergo-maníaco"
afirmou Pedro Paredes em entrevista ao Litoral Alentejano (5/6/09).

Se Pedro Paredes se quer promover, escolheu uma imagem pobre e infeliz.
O mais importante não é ele trabalhar em grande quantidade.

O mais importante era ele ser capaz de trabalhar inteligentemente.
Saber usar o poder de influência sobre toda a equipa, de modo a alcançar resultados pretendidos.
Mas, para isso acontecer, era necessário cumprir alguns pressupostos. O que não aconteceu.
Era necessário ter uma visão clara para Alcácer do Sal.
Delinear de uma estratégia compatível.
Definir objectivos detalhados.
Alocar os recursos correctos.
Acompanhar a execução do plano, reagindo eficientemente aos seus desvios.
Infelizmente, Pedro Paredes já mostrou que não sabe fazer isto.
Pelo que entendemos das palavras de Pedro Paredes, ele só quer ir para o poder. Porque é um "candidato natural" que anda "em campanha há 4 anos". Alcácer pode esperar... as eleições não!

Pedro Paredes distraiu-se (mais uma vez). E mostrou que a sua visão se limita à sua luta do poder pelo poder.
É triste que assim seja.

O muito muito trabalho a que Pedro Paredes se propõe - ergomania - aplicado na sua forma de governar - navegação à vista - não dá nada que se aproveite.
A prova está nos resultados de 4 anos deste executivo.
Certo, certo é que não há obra que se veja!

15 de junho de 2009

Finalmente! A obra imaterial deste executivo está explicada

Há um ano, a 15 de Junho de 2008, Pedro Paredes afirmou em entrevista ao Litoral Alentejano:

"a nossa obra - obra no sentido genérico - está a ser imaterial, é também a de gerar consensos. Gerar esperança. Gerar um bocadinho de alegria e, o resto, as pessoas fazem."

Um ano depois, a 5 de Junho de 2009, também em entrevista ao Litoral Alentejano, Pedro Paredes explica porque não há obra que se veja, o que motivou o seu refúgio no imaterial.
.


E a explicação aparece quando Pedro Paredes afirma
(na entrevista de 5/6/09 ao Litoral Alentejano):

"Eu não penso muito em eleições.
...
permita-me a imo­déstia, eu não preciso fazer campanha eleitoral. Ando a fazê-la há 4 anos
...
A partir daí eu sou um candidato natural"

Andando Pedro Paredes em campanha eleitoral há quatro anos, não lhe deve ter sobrado tempo para trabalhar em prol do desenvolvimento de Alcácer do Sal.

Ou seja, não houve disponibilidade para fazer obra concreta e real.
Aquela que conta e que pode alterar o funcionamento da nossa vida colectiva.
E, não havendo nada de relevante para apresentar aos munícipes, Pedro Paredes avança com a obra imaterial! Criatividade não lhe faltou. Mas faltaram-lhe muitos outros atributos indispensáveis para uma gestão profissional da autarquia.
Enfim... cada um faz o que sabe... e para quem não pensa em eleições...

Infelizmente, a história do imaterial não acaba aqui. Porque Pedro Paredes, quando apresentou essa falácia, acrescentou que a obra do seu executivo "é a de gerar consensos..."

Têm-se visto os consensos gerados por Pedro Paredes.
E para quem ainda tivesse dúvidas, as suas palavras mais recentes elucidam claramente qualquer pessoa:

"eu aqui tenho que funcionar como um samurai – peço des­culpa – que é, desembainhar o sabre e, quem se meter à frente, ficará magoado"
(em entrevista de 5/6/09 ao Litoral Alentejano)

Estranha forma de gerar consensos... cor de rosa.

Estranha forma de praticar a Democracia...

O poder tolda algumas mentes. Está aqui uma evidência.


ergo-maníaco hein!












(*) afirmação de Pedro Paredes extraída da entrevista dada a 5 de Junho de 2009 ao Litoral Alentejano.

14 de junho de 2009

a explicação de Pedro Paredes

Pedro Paredes deu uma entrevista a Aliette Martins no dia 5 deste mês, publicada no Litoral Alentejano. Leia a entrevista na íntegra em: http://www.jornallitoralalentejano.com/

No final da entrevista é feita uma pergunta muito importante a Pedro Paredes:

Litoral AlentejanoCon­vido-o a deixar uma pala­vra para os alcacerenses, esclarecendo-os, sobretudo no sentido de afirmar o que é importante para “desfa­zer” a confusão que, em princípio, se instalou, com a retirada de confiança política ao Vice-Presidente do seu executivo.

A resposta de Pero Paredes foi:

"O que há a dizer é o seguinte: Os 3 membros do actual executivo perma­nente, visto que havia 4, estão coesos; estão a fazer – garantidamente - o traba­lho dedicado ao conceito de servir a população; estão preparados para se apresen­tarem para um novo man­dato, exactamente com essa estrutura que, depois, terá que ser reforçada e, estão ao lado de todas as pessoas que aceitarem estar connosco nesse projecto, sejam elas de que partido for, organização, associações, empresários, etc., e, há um esforço aqui de união.
Se momentaneamente ouve que retirar delegação de competências, é uma ques­tão circunstancial. "

Pedro Paredes falou do seu umbigo e dos seus satélites.

Prometeu mais do mesmo.

Volta a falar no envolvimento de todas as pessoas contradizendo-se. Todos nos lembramos da sua tirada de que dialogar com as pessoas era uma perda de tempo... e que os vereadores eleitos não tinham que ouvir ninguém...

E tenta desvalorizar um facto da maior importância: trabalhou três anos e meio com um vice presidente que não mereceu a sua confiança. Em qualquer dos casos possíveis - se se enganou, se foi enganado ou ambas as coisas - o que se passou é grave. Só é possível considerar este facto como uma questão circunstancial numa perspectiva de navegação à vista. Que é de facto aquilo que ressalta na acção deste executivo.

Pediram para Pedro Paredes falar aos Alcacerenses. Ele apenas falou de si e da sua desfalcada "equipa".

Nem uma palavra sobre Alcácer.

Nem uma visão para a nossa terra.

Nem um esboço dum plano que nos conduza no sentido do crescimento, do desenvolvimento ou da qualidade de vida.

Porque Pedro Paredes, e a sua equipa, representam um deserto de ideias, sem capacidade de concretização, actuando de forma desconexa e descontrolada. O poder parece ser mais importante que tudo o resto. Mas para que servirá o poder pelo poder? Só uma mente menor o poderá ambicionar.

Pedro Paredes não conseguiu esclarecer se o afastamento de João Massano foi vantajoso para Alcácer do Sal e porquê. Continuamos sem saber se a sua decisão teve por base os interesses da autarquia ou se, pelo contrário, foram questões partidárias e/ou pessoais que a fundamenaram.

Mas Pedro Paredes mostrou que quer mais.

Como se aquilo que tem feito nestes quase 4 anos se tivesse notabilizado de alguma forma que justificasse a sua repetição.