Há um ano, a 15 de Junho de 2008, Pedro Paredes afirmou em entrevista ao Litoral Alentejano:
"a nossa obra - obra no sentido genérico - está a ser imaterial, é também a de gerar consensos. Gerar esperança. Gerar um bocadinho de alegria e, o resto, as pessoas fazem."
Um ano depois, a 5 de Junho de 2009, também em entrevista ao Litoral Alentejano, Pedro Paredes explica porque não há obra que se veja, o que motivou o seu refúgio no imaterial.
.
E a explicação aparece quando Pedro Paredes afirma
(na entrevista de 5/6/09 ao Litoral Alentejano):
"Eu não penso muito em eleições.
...
permita-me a imodéstia, eu não preciso fazer campanha eleitoral. Ando a fazê-la há 4 anos
...
A partir daí eu sou um candidato natural"
Andando Pedro Paredes em campanha eleitoral há quatro anos, não lhe deve ter sobrado tempo para trabalhar em prol do desenvolvimento de Alcácer do Sal.
Ou seja, não houve disponibilidade para fazer obra concreta e real.
Aquela que conta e que pode alterar o funcionamento da nossa vida colectiva.
E, não havendo nada de relevante para apresentar aos munícipes, Pedro Paredes avança com a obra imaterial! Criatividade não lhe faltou. Mas faltaram-lhe muitos outros atributos indispensáveis para uma gestão profissional da autarquia.
Enfim... cada um faz o que sabe... e para quem não pensa em eleições...
Infelizmente, a história do imaterial não acaba aqui. Porque Pedro Paredes, quando apresentou essa falácia, acrescentou que a obra do seu executivo "é a de gerar consensos..."
Têm-se visto os consensos gerados por Pedro Paredes.
E para quem ainda tivesse dúvidas, as suas palavras mais recentes elucidam claramente qualquer pessoa:
"eu aqui tenho que funcionar como um samurai – peço desculpa – que é, desembainhar o sabre e, quem se meter à frente, ficará magoado"
(em entrevista de 5/6/09 ao Litoral Alentejano)
Estranha forma de gerar consensos... cor de rosa.
Estranha forma de praticar a Democracia...
O poder tolda algumas mentes. Está aqui uma evidência.
15 de junho de 2009
Finalmente! A obra imaterial deste executivo está explicada
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13 de junho de 2009
Alcácer, 37º
Ontem, o sol marcou bem a sua presença.
De tarde os termómetros marcavam 37 graus centígrados.
O calor fazia-se sentir com intensidade...
Muitos Alcacerenses gozavam umas mini-férias de 5 dias.
Ao fim da tarde, o sol foi desaparecendo duma forma esplendorosa.
As piscinas descobertas ainda estão, nesta época, encerradas!
E não vale a pena procurarem desculpas bacocas... Façam! ou deêm o lugar a outros.

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3 de junho de 2009
imaturidade
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1 de junho de 2009
1 ano
Foi anunciada a conclusão das obras para Junho de 2008, já lá vai um ano.
Falamos do "edifício da sopa".

recorte da folha de Alcácer nº41
Esta obra foi integrada na clase de "Projectos consistentes, investimentos seguros".
Tudo isto assinado pela rosa azul da CMAS.
Passado um ano confirma-se que houve coerência.
Voltaram a não cumprir uma promessa.
É normal. Ninguém estranha.
Estão atrasados um ano, em relação aos objectivos por eles mesmos propostos.
O que está em coerência com muitas outras intervenções deste executivo camarário.
Confirma-se que a falta de visão, associada à navegação à vista, não dá bons resultados.
Na realidade, isto é muito, muito triste.
Quem não sabe definir outra forma para conduzir os destinos da nossa terra...
...não pode merecer a nossa confiança.
Para se estarem a esforçar, em dar o vosso melhor, a pensar em nós...
Mais vale que fiquem quietos e não façam nada!
A diferença é reduzida e não se cansam tanto...
Nós nem estranhamos!
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27 de maio de 2009
a porta pequena

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26 de maio de 2009
como não dinamizar a indústria
A folha de Alcácer de Agosto/Setembro de 2008 anunciava a expansão da ZIL actual.
(ver artigo aqui publicado sob título "gato por lebre")
Sabe-se que houve empresas que não se instalaram em Alcácer do Sal por falta de capacidade de resposta da autarquia.
Perderam-se muitos postos de trabalho.
Segundo a folha de Alcácer, "a actual zona industrial não consegue dar resposta em termos de espaço". (ver recorte da notícia abaixo)

Oito meses depois fomos à ZIL observar a sua incapacidade de resposta "em termos de espaço".
Eis aquilo com que nos deparámos:
Alcácer merece mais!
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25 de maio de 2009
o disparate prolonga-se
A substituição do pavimento dos passeios continua a grande ritmo.
Começou perto do Jardim dos Pescadores e está quase a chegar à estação da CP.
Estão a substituir blocos de cimento de forma hexagonal em estado muito aceitável de conservação por blocos de cimento em "I".

Para Alcácer do Sal, o valor acrescentado desta "obra" é negativo.
Porque se gasta dinheiro do qual não há retorno.
Nada de lógico e coerente pode justificar aquela substituição de pavimento.
O que, por si só, faz pensar qualquer Alcacerense.
Porque Alcácer não ganha nada com isto.
Não haverá quem esteja a ganhar bem com esta obra de fachada?
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22 de maio de 2009
o empenho pela educação e pelos jovens
Pedro Paredes e a sua equipa fartam-se de falar.
Apresentam planos, projectos, ideias.
Os resultados é que custam a aparecer...
Das palavras aos actos vai uma distância incomensurável!
Porque será?
É só propaganda?
Vejamos o que os dados, fornecidos pela própria CMAS, dizem.
Falamos agora sobre a educação.
O que afecta essencialmente as nossas camadas mais jovens.
(falaremos de outros temas noutra ocasião; desta vez escolhemos este)

Segundo o documento " Execução Anual do Plano Plurianual de Investimentos" verifica-se que o actual executivo camarário projectou investir em "Educação"(obj 21), durante o ano de 2008, a módica quantia de 450.249,98€.
Terminado o ano de 2008 e feitas as contas, verificou-se que se investiu nesta área apenas 192.813,09€.
Ou seja, ficou por cumprir a maior parte do projectado.
Ficou por executar mais de metade daquilo a que se propuseram fazer.
Para ser mais preciso, ficou por concretizar 57% do previsto.
Isto é demais!
Não foi por falta de dinheiro.
Como já aqui escrevemos, as receitas da CMAS têm crescido de forma continuada e muito significativamente.
Não foi por falta de necessidade.
Elas estão à vista de quem visite as escolas de Alcácer.
Então porque foi?
Projectaram mal?
Não sabem fazer melhor?
Enganaram-se, outra vez?
Prometeram a remodelação da escola do Morgadinho para o ano passado. As obras nem sequer começaram.
Prometeram a renovação da escola dos Telheiros.
A sua candidatura não avançou. Esta escola desapareceu do prometido plano de renovação do parque escolar.
Reduziram em 30% as bolsas de estudo para quem está no ensino superior.
Tanta conversa sobre os apoios à juventude e à educação no concelho e depois não fazem nem metade daquilo a que se propuseram fazer?
Porquê?
Incompetência?
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das palavras à inacção
O actual executivo é pródigo em palavras.
O problema é que entre as suas palavras e os seus actos existe um discrepância abissal.
Há planos, há projectos, há papeis.
Mas os resultados escasseiam ou não existem...
Factos concretos? Isso queríamos nós!
Falamos, desta vez, na dinamização da economia, na criação de emprego, na capacidade em atrair empresas para a nossa terra.
Vamos a factos.
Utilizemos os documentos produzidos pela própria CMAS.
Referimo-nos em concreto à " Execução Anual do Plano Plurianual de Investimentos".
Aí constacta-se que (obj.32 / prog. 321) para a "Remodelação e Ampliação da ZIL" a CMAS projectou investir, em 2008, a módica quantia de 10.000€!
Sim, dez mil euros!
Cada um dos toyotas que andam por aí a passear custam mais do que isso!
Imagine-se a ousadia desta equipa!
Aprecie-se a visão deste executivo!
Mas não é tudo.
É que, concluído o ano de 2008 e feitas as contas, verificou-se que a CMAS investiu na "Remodelação e Ampliação da ZIL" a módica quantia de ZERO Euros!
Sim, zero, vírgula zero euros!
Dizer que isto é ridículo é ser muito simpático.
Assim se verifica o empenhamento deste executivo no desenvolvimento da nossa terra...
Entretanto chegou-nos a notícia de uma empresa que gostaria de se instalar em Alcácer do Sal. Pretende produzir pás para aerogeradores heólicos.
Uma actividade em grande expansão - as energias renováveis.
Permitindo a criação de um número significativo de postos de trabalho.
Azar!
Na concretização do seu plano, a empresa em causa considera necessário o recurso a 4 lotes de terreno.
Segundo as informações por nós recolhidas, a empresa não consegue uma resposta válida da CMAS para a atribuição do respectivo espaço.
O processo arrasta-se há meses.
Não há meio do facto se concretizar.
Será que a empresa em causa já encontrou outra alternativa?
Será que já perdemos mais uma oportunidade?
Será que não havia razões para se ter investido na actual ZIL?
Estiveram distraídos?
Falta-lhes a capacidade de visão?
Não sabem mais?
Certo, certo, é que com esta equipa, que se julgava capaz de governar o mundo, não vamos a lado nenhum!
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19 de maio de 2009
como se desperdiça o nosso dinheiro
Há exactamente uma semana - dia 12 de Maio - começaram a remover o pavimento dos passeios no prolongamento da marginal.
O pavimento estava em bom estado.
Era composto por blocos de concreto de forma hexagonal.
Estão a ser sucessivamente arrancados.
Só para dizer que fizeram qualquer coisa?
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falando do nosso dinheiro
- de 2005 a 2008 (em 4 anos) aumentaram 131%
- de 2007 para 2008 ( no último ano) aumentaram 20%
- nunca houve tanto dinheiro para investir, mas não há obra que se veja; não se percebe para onde vai o dinheiro... o que se estará a passar? Que estratégia está a ser seguida?
Representação gráfica referente aos impostos directos; fonte: relatório de gestão da CMAS
- as receitas do IMI cresceram, entre 2005 e 2008 (nos últimos 4 anos) 58%
- com a nova taxa aplicada ao IMI, as receitas tiveram a irrisória diminuição de -0,6%
- o que contraria o "esforço financeiro" propagandeado pela CMAS - 0,6%. A que correspondem 6 mil euros a menos? O que é isso? Meio passeio destruído? Uma viagem à Madeira, mais outra acolá?... O que são menos 6 mil euros num orçamento de 20 milhões?
- afinal, o apoio e os estímulos dados pela CMAS à população de Alcácer não passaram de migalhas; o dinheiro continuou a entrar mas não se vê a ser aplicado duma forma rentável e duradoura... as pessoas continuaram a pagar.
- a derrama cresceu, de 2006 a 2008 (três anos) 193%
- a derrama cresceu , de 2007 a 2008 (um ano apenas) 171%
- bem podem alegar que uma alteração legislativa originou este facto; não vale a pena; tinham obrigação de agir preventivamente, em antecipação, e atenuar os efeitos negativos das decisões do governo central; houve muitas outras autarquias que o fizeram; aqui parece que não há dinheiro que os satisfaça... e continua a não se ver qualquer obra estruturante em curso; para onde tem sido canalisado todo este aumento de receitas?
Representação gráfica das receitas referntes à Derrama; fonte: relatório de gestão da CMAS
Do ponto de vista global, as receitas correntes subiram continuamente em ritmo elevado:
- aumentaram 39% nos últimos quatro anos
- aumentaram 15% no último ano
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18 de maio de 2009
urbanismo de proximidade
No mês passado Pedro Paredes afirmou em entrevista ao Diário do Sul:
"...é muito mais importante esta política de proximidade. Fazer o urbanismo do cantinho, do remate, da concordância do lancil"
Temos observado a relação entre as palavras de Pedro Paredes e a actividade da equipa que ele ainda "governa" - a CMAS.
Em nossa opinião, a coincidência é esporádica, pelo que nos é dado a ver.
Porque será?
Será que nem os funcionários municipais levam a sério as palavras do presidente?
Será que os vereadores não sabem dar seguimento às orientações do "líder"?
Será que o presidente não sabe usar os poderes que lhe foram conferidos?
Eis mais uma evidência do urbanismo de proximidade: A semana passada circulava neste passeio um adulto invisual acompanhado pelo seu filho, também invisual.
Como se terão sentido ao passar neste local?
Consegue imaginar?
No entanto, lê-se num painel ali afixado: "Damos o nosso melhor a pensar em si!" Assinado pela CMAS, com o seu novo logotipo da rosa azul.
Se isto é o melhor que têm para dar... coitaditos!
Não há qualquer protecção nem sequer sinalização.
Desprezam as pessoas que andam a pé...
Se os Toyotas circulassem pelos passeios, provavelmente já teriam detectado o incómodo.
Esta situação dura há mais de um mês...
É isto o urbanismo de proximidade? O urbanismo do cantinho, do remate, da concordância do lancil?
É isto uma obra imaterial?
Mais do mesmo!
"Bora lá mudar"
Nota: o local é de fácil identificação. A ponte dos caminhos de ferro define-o perfeitamente. Trata-se do prolongamento da marginal, como quem vai para a estação da CP. Naquela zona só há passeio daquele lado da via...
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15 de maio de 2009
a confirmação de que tínhamos razão
A Parque Expo SA veio recentemente afirmar, no seu relatório de mais de 100.000,00 euros:
(pág.s 202/3 do documento “ALS_2009.04_ESTRATÉGIA.pdf)
"Acção prioritária AS.12.01
Requalificação da Estrada da Estação promovendo a continuidade com a frente Ribeirinha...
...Promover a requalificação da Estrada da Estação"
Acontece que a estrada em causa foi sujeita a uma intervenção profunda muito recentemente.
E foi apresentada por Pedro Paredes como uma obra feita (por mais do que uma vez).
Nós apresentámos aqui alguns aspectos negativos que ainda continuam por resolver.
Como não é de estranhar, tínhamos e temos razão.
A Parque Expo SA confirmou-o.
Considerando PRIORITÁRIA a requalificação duma das obras deste executivo, ainda antes de ela ter terminado!
A verdade é esta: esta obra é muito recente e nem sequer está concluída - falta a sinalização vertical, mas já necessita de melhoramentos.
Quando apresentamos as aberrações ali existentes estávamos certos.
O que dá força às questões que qualquer Alcacerense gostava de ver respondidas:
Porque não fizeram as coisas bem à primeira?
Porque gastaram dinheiro duma forma ineficiente?
Será porque não sabem fazer melhor?
Será porque, mesmo estando a dar o seu melhor, não conseguem produzir resultados?
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13 de maio de 2009
aberração irracional
A folha de Alcácer nº 47 escreve acerca da estrada da EPAC:
"Aquela estrada vai proporcionar melhor escoamento de trânsito entre a zona alta e a zona baixa da cidade sem passagem obrigatória pela avenida marginal".
Analisemos com um pouco de detalhe esta questão.
1. Quem está na zona alta da cidade e desça a estrada da EPAC (quando estiver transitável) depara-se com duas hipóteses:
1.1. ou vira à direita e vai para a estação da CP - o que não é a baixa da cidade
1.2. ou vira à esquerda e, se não passar pela marginal, terá que seguir pela estrada de Santa Luzia. Ou seja, regressa à parte alta, sem ter conseguido chegar à baixa. Nem sequer ao estacionamento no jardim dos pescadores... que está na marginal.
2. Por outro lado, quem está na baixa da cidade e queira subir a estrada da EPAC - sem passar pela marginal - terá que dar a volta à cidade, passar na zona alta, e
2.1. descer à Ameira, passar na estação da CP, para finalmente poder subir pela EPAC.
2.2. passar pela Escola Secundária descer até à estrada de Sta Luzia, para finalmente poder subir pela EPAC.
2.3. passar pela Escola Secundária, descer a estrada da Epac para a poder subir de novo!
Quaisquer destas hipóteses são perfeitas aberrações.
O que é certo é que este irraciocínio é o fundamento apresentado para justificar esta obra, orçada em mais de 100.000,00 euros!
É desta forma que este concelho está a ser gerido.
Pelo que não há que estranhar o pouco ou nada bater certo.
Excepto quando se encomendam as coisas, chave na mão, a empresas de fora.
Há dinheiro!
Nós pagamos.
E há quem continue os seus irraciocínios sem sentir a crise...
E ainda nos devemos dar por felizes. Porque se o executivo está a dar o seu melhor, imagine como isto não seria se eles decidissem trabalhar no seu ritmo normal!
Alcácer merece mais!
Nota: Advinhe quem é o autor da linda frase aqui referida.
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falharam. outra vez!
O boletim "folha de Alcácer" nº 47, cujo director é Pedro Paredes, anunciou a intervenção na "estrada de EPAC".
Trata-se de um troço de 300 metros... uma estradinha, portanto.
Uma pequena obra em que uma equipa que se julgava capaz de governar o mundo estava a dar o seu melhor! (ver cartaz afixado no local).
Segundo a notícia, a obra deveria "estar concluída até ao final de Fevereiro" .
O final de Fevereiro já passou.
Assim como o de Março.
E o de Abril também.
Maio já vai quase a meio...
Fomos ver a obra que já deveria ter sido inaugurada há muito.
Eis o resultado:
A obra era para estar pronta em Fevereiro.
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