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16 de março de 2010

barreiras paisagísticas

Há dois anos, Pedro Paredes falou e disse:


Depois disso Pedro Paredes aprovou a colocação de dois contentores mesmo ali ao lado.

Como facilmente se verifica, a ocultação da beleza da encosta norte da cidade evoluiu substancialmente.

Perante este facto, alguém afirmou num encolher de ombros: "pedriotices arquitótontas".
Prontamente contrariado por outro Alcacerense: "não, aquilo é urbanismo de proximidade!"

Passado este tempo todo - mais de um ano - como comentaria você os contentores ali colocados?
Valeu a pena?
A sua utilidade é uma mais-valia para a cidade?
Deviam colocar mais contentores porque estes dois ainda não tapam totalmente a vista da cidade?

Nota:
A situação actual é muito semelhante à imagem de há um ano atrás.


19 de novembro de 2009

imprensa nacional

"Portugal está a caminho de se transformar numa república em que as bananas crescem num lodaçal (...) Mas é muitíssimo bem feito. Elegeram essa gente? Pois têm o que merecem… Assoem-se lá a esse guardanapo. Besuntem-se com o resultado. Amanhã ainda vai ser pior..."

Vasco Graça Moura, "Diário de Notícias", 18-11-2009

15 de novembro de 2009

verdades oficiais, oficiosas ou privadas?


Lisboa, 14 Nov, (Lusa):
«O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que a economia nacional "resiste e continuará a resistir", sublinhando que Portugal está fora da lista de países em recessão.»

Esta notícia é do ano de 2008.
Tem precisamente um ano...

30 de junho de 2009

12 de junho de 2009

trabalha-se hoje?

Quarta-feira foi feriado.
Quinta-feira também.
E hoje, sexta-feira, faz ponte? Ou mete um dia de férias?

Ou dão-lhe a ponte, como mais uma manobra eleitoralista?
Você é dos que podem faltar porque "sexta-feira" é por si uma justificação aceitável?

Para melhor esclarecimento, deixamos aqui a opinião do presidente dum órgão de soberania de Portugal:

« Não se paga aos deputados o suficiente para que sejam todos apenas profissionais. Quanto às justificações para as faltas, é verdade que a sexta-feira é, em si própria uma justificação, porque é véspera de fim-de-semana. Eu compreendo isso. Talvez esteja errado que as votações sejam à sexta-feira. Não julguemos também que ser deputado é uma escravatura, porque não é, nem pode ser.».
Almeida Santos, destacado membro do PS, presidente da Assembleia da República


Para mais detalhes sobre a escravatura a que um deputado está sujeito, clique em: http://www.inverbis.net/sistemapolitico/deputados-abonos-duplicam-vencimento.html

Perante esta, para além de tantas outras, que confiança podem ter os Portugueses nos seus representantes?
Que dizer a isto depois dos discursos do 10 de Junho?

9 de junho de 2009

frases de hoje

"A derrota socialista tem razões que não se esgotam na crise e muito menos são explicáveis pela abstenção.
...
E isto porque os socialistas tornaram-se prisioneiros do castelo do poder: trocaram a alma pelo centro e agora ficaram sem o centro e sem a alma"

Miguel Gaspar in jornal Público de hoje

8 de junho de 2009

a frase do dia

"Como Constâncio não pede desculpa, é legítimo que alguém lhe diga que tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à porta".

António Ribeiro Ferreira, "Correio da Manhã", 08-06-2009

3 de maio de 2009

mais mamarrachos 2

Para quem não entendeu claramente a nossa última mensagem, aqui vai um esclarecimento adicional.


A acta da reunião ordinária de câmara realizada a 21-02-2008, menciona a seguinte posição de Pedro Paredes:

"... o presidente anunciou que as obras de reabilitação da margem sul estão a correr a bom ritmo. Recordou que no passado existiu um mini-golfe cercado por uma rede que tapava o equipamento desportivo e ocultava a beleza da encosta norte da cidade. 
Por não ser considerada uma boa solução, desmontou-se o equipamento"

Ora, se a rede existente ocultava a beleza da encosta norte da cidade, aqueles contentores ali plantados ocultam ainda mais a beleza da encosta norte da cidade (são muito mais altos!).

O que mudou na cabeça de Pedro Paredes?

Nada!
Mantém-se a incoerência.
Fruto da navegação à vista.
Reflexo da incapacidade em promover o desenvolvimento de Alcácer do Sal duma forma integrada.
Mais do mesmo...

Alcácer merece mais!

NOTA: 
Não está em causa a utilidade do skate park (embora a sua localização seja muito discutível).
O que está em causa são os contentores ali plantados (ver fotos na mensagem anterior).

9 de abril de 2009

apanágios

"É apanágio dos medíocres, dos ditadores e dos que têm medo do jornalismo livre adaptarem os conceitos de ética e deontologia ao que lhes convém, torcendo e amarrotando pessoas a seu bel prazer. Connosco não têm acolhimento essas práticas."

José Eduardo Moniz, 19 Mar 2009

7 de abril de 2009

os vencidos de agora serão os vencedores de amanhã

A injustiça passeia pelas ruas com passos seguros.
Os dominadores fazem planos para dez mil anos.
O poder apregoa: as coisas continuarão a ser como são
Nenhuma voz se levanta além da dos que mandam
E em todos os mercados se proclama a exploração;
Isto é apenas o começo.
E entre os oprimidos muitos dizem:
Não se realizará jamais o que queremos!
O que ainda vive não diga: jamais!
O seguro não é seguro. Como está não ficará.
Quando os dominadores falarem
falarão também os dominados.
Quem se atreve a dizer: jamais?

De quem depende a continuação desse domínio?
De nós!
De quem depende a sua destruição?
Igualmente de nós.

Os caídos que se levantem!
Os que estão perdidos que lutem!
Quem reconhece a situação como pode calar-se?

Os vencidos de agora serão os vencedores de amanhã.

Bertold Brecht

3 de abril de 2009

ninguém conseguiu evitar a ganância do liberalismo

O que será, que será?
Que andam suspirando pelas alcôvas?
Que andam sussurrando em versos e trovas?
Que andam combinando no bréu das tocas?
Que anda nas cabeças, anda nas bocas?
Que andam acendendo velas nos becos?
Que estão falando alto pelos botecos?
E gritam nos mercados que com certeza
Está na natureza.
Será, que será.
O que não tem certeza, nem nunca terá?
O que não tem conserto, nem nunca terá?
O que não tem tamanho?



O que será, que será?
Que vive nas ideias desses amantes?
Que cantam os poetas mais delirantes?
Que juram os profetas embriagados?
Que está na romaria dos mutilados?
Que está na fantasia dos infelizes?
Que está no dia a dia das meretrizes?
No plano dos bandidos, dos desvalidos?
Em todos os sentidos.
Será, que será.
O que não tem decência, nem nunca terá?
O que não tem censura, nem nunca terá?
O que não faz sentido?



O que será, que será?
Que todos os avisos não vão evitar?
Porque todos os risos vão desafiar?
Porque todos os sinos irão repicar?
Porque todos os hinos irão consagrar?
E todos os meninos vão desembestar?
E todos os destinos irão se encontrar?
E mesmo o Padre Eterno,
Que nunca foi lá,
Olhando aquele inferno
Vai abençoar
O que não tem governo, nem nunca terá
O que nao tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem juízo
La la la la la……..


Chico Buarque - escrito há algumas décadas...

31 de março de 2009

pedras no caminho? guardo todas

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

Fernando Pessoa

28 de março de 2009

a nova malandragem...

Homenagem ao Malandro

Eu fui fazer um samba em homenagem
À nata da malandragem
Que conheço de outros carnavais
.
Eu fui à Lapa e perdi a viagem
Que aquela tal malandragem
Não existe mais
.
Agora já não é normal
O que dá de malandro regular, profissional
Malandro com aparato de malandro oficial
Malandro candidato a malandro federal
Malandro com retrato na coluna social
Malandro com contrato, com gravata e capital
Que nunca se dá mal
.
Mas o malandro pra valer
- não espalha
Aposentou a navalha
Tem mulher e filho e tralha e tal
.
Dizem as más línguas que ele até trabalha
Mora lá longe e chacoalha

Num trem da Central

Chico Buarque de Hollanda

22 de março de 2009

para alguns, questionar é uma coisa baixa...


"Para quem tem uma boa posição social, falar de comida é coisa baixa.
É compreensível: eles já comeram."

.

Bertold Brecht

20 de junho de 2008

a OBRA!

" a nossa obra - obra no sentido genérico - está a ser imaterial, é também a de gerar consensos. Gerar esperança. Gerar um bocadinho de alegria e, o resto, as pessoas fazem "

afirmou, Pedro Paredes, Presidente da CMAS, ao Litoral Alentejano de 15 Jun 2008

Sr. Presidente, se está à espera que as pessoas façam o trabalho que deveria ser feito por si, para que é que se candidatou?

O que é certo é que as pessoas não fazem aquilo que é preciso ser feito porque não têm os meios à sua disposição. O Senhor é que, só em 2007, teve nas suas mãos quase 17 milhões de Euros, para pôr esta terra a mexer. (*) E o que fez? Obras imateriais? O que é isso? São coisas etéreas? É algum serviço espiritual?

17 milhões para, diz o Senhor, gerar consensos, esperança e um bocadinho de alegria.

Consensos? Onde? Basta olhar para a forma como os seus colaboradores mais directos se relacionam entre si. Basta lembrar a forma como trataram muitos dos trabalhadores da CMAS. Basta presenciar as sessões de câmara ou as assembleias municipais. Basta ouvir os comentários sobre conversas tidas com a população. Consensos? Para quem acha que consultar as pessoas é uma perda de tempo? Como?

Esperança? Está, seguramente, a pensar numa minúscula minoria. Porque a vida da maioria dos Alcacerenses é cada vez mais difícil de suportar. Abstraia-se dos boys, dos sedutores, dos bajuladores, ... Relacione-se com os Alcacerenses e leia. Leia o que lhes vai na alma. Vai ver que a esperança é um bem escasso na nossa terra.

Alegria? Onde? Quem? Não passeia nas ruas? Não fala com o povo? Não vê? Existirá algum oásis por aqui que nós não conhecemos?

Alcácer precisa, urgentemente, de obras materias concretas. Que são da responsabilidade da Câmara. Adia-las compromete significativamente o futuro de todos nós.

Alcácer necessita de:

  1. criar emprego

  2. atrair população activa

  3. formar e educar as pessoas, de forma contínua, racional e com qualidade

  4. um PDM actualizado, moderno, realista

  5. investimento público e privado (há vida para além da escola secundária e do turismo...)

  6. desenvolver projectos capazes de captar financiamentos comunitários

  7. atrair empresas de média e grande dimensão, aumentando os estímulos às pequenas e médias empresas locais

  8. explorar exaustivamente as suas vantagens competitivas

  9. proteger o ambiente, onde se inclui um Sado carregado de esgotos

  10. duma equipa capaz de gerir o seu destino, modernizando-a, tornando-a mais competitiva, mais atractiva, ou seja, mais desenvolvida!

Podemos explicar, com maior detalhe, aquilo que pensamos sobre cada um dos itens acima apresentados. Não são questões de simples resolução. Mas não julgamos que seja imprescindível pagar a pessoas de Lisboa para o fazerem. Afinal, quem conhece melhor as nossas necessidades, os nossos pontos fortes e as nossas fraquezas senão as pessoas que aqui vivem o dia a dia?

Tudo isto é concreto. Tudo isto é real. E é disto que nós precisamos. Precisamos de acções concretas para inverter a actual estagnação. É nestas acções que se deve investir o orçamento autárquico. Não nas coisas imateriais que, como o Senhor afirma, são a sua obra. E não fique à espera que as pessoas façam o seu trabalho e o da sua equipa. Para além de ser inviável, fica-lhe mal!

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(*) o orçamento da receita da CMAS foi, para o ano de 2007, de 16.918.232,80 €uros.
Junte-lhes os orçamentos dos restantes anos e tente perceber onde é que foi parar o dinheiro.

19 de junho de 2008

estar na aldeia e não querer ver as casas

"...quando foi o primeiro Dakar que arrancou de Alcácer do Sal, foi terrível, nem para venderem uns "cachorros" as pessoas se mobilizavam. Diziam ´(...) não sei se vai dar dinheiro´, etc.. Agora, vêm ter connosco todos os dias. Estamos a mexer. Há motivação."

afirmação de Pedro Paredes, Presidente da CMAS, publicada no Litoral Alentejano de 15/6/2008

Então Senhor Presidente, o Senhor não percebe que é o desespero que leva muitos dos Alcacerenses a mexer?

Desespero de quem não tem trabalho.
Desespero de quem, mesmo estando a trabalhar, não consegue suportar os seus encargos.
Desespero de quem perde dignidade todos os dias e não vê uma luz ao fundo do túnel.

Também vão ter consigo por outros motivos, certamente.

As bajulações, as seduções, o elogio fácil, a cunha, a graxa etc. são, como é evidente, outros fenómenos presentes.
As pressões dos mais poderosos, na defesa dos seus interesses materiais, também.
Factos que, infelizmente, não são raros. (Será por encontrarem suficiente receptividade?)

Como é que o Senhor se consegue orgulhar destas motivações dos Alcacerenses?

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NOTA:
O primeiro Dakar em Alcácer, de que o Sr. fala, foi único. Primeiro e último, até agora.
Podia ter referido a feira da aventura, por exemplo. Pelo menos sempre teve duas edições...

4 de junho de 2008

uso abusivo

O Notícias do Litoral de hoje noticiou a entrega a privados da exploração dos transportes urbanos de Alcácer.
E citou João Massano, vice-presidente da autarquia, com a afirmação de que esta decisão vai permitir a "racionalização dos veículos, para que não haja um uso abusivo dos mesmos".

O recurso a veículos da câmara para utilizações abusivas não é um facto inédito.
Falamos da invasão, pelo automóvel, de espaços que não lhes estão destinados. Como a ocupação ostensiva dos passeios, obrigando os peões a circularem na faixa de rodagem, por exemplo. Situação mais grave quando se trata da circulação de carrinhos de bébé ou de cadeiras de rodas.


Acontece que, por vezes, o Sr. Vice Presidente Massano usa o automóvel que lhe está atribuído de forma abusiva.
Apresentamos aqui 4 fotografias para melhor demonstrarem as nossas palavras. Duas da nova era - a era toyota - e outras duas mais antigas - da era citroen. Temos muitas mais, em datas e locais diferenciados.










Para fazer isto mais valia terem estado quietos, quando acabaram com o estacionamento reservado para a vereação, no largo da câmara.
Não respeitar as delimitações de espaços é não respeitar os cidadãos, desprezando a segurança e congestionando a circulação rodoviária, principalmente quando esse comportamento é repetitivo e o seu autor é uma personalidade pública que deve dar o exemplo.
Tudo isto se torna mais caricato porque existe um parque de estacionamento próximo, facilmente acessível e regularmente vazio, na margem sul do Sado.

Teremos que esperar pela privatização do transporte pessoal do Sr. Vice Presidente Massano para podermos aspirar à sua utilização de forma não abusiva?
Ou haverá outras formas de rentabilizar os recursos disponíveis?
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NOTA:
A possível privatização do transporte pessoal em causa também poderá trazer uma redução do seu custo, em consonância com as afirmações do Sr. Massano sobre a privatização dos mini-autocarros!

22 de abril de 2008

desafio

No dia 18 deste mês publicamos um artigo intitulado "navegação à vista".
Nesse artigo falámos, entre outras coisas, do Plano Operacional de Desenvolvimento - accção estratégica.
Realçámos o facto de este documento aparecer no terceiro ano de mandato. E acresentámos que este documento está mal estruturado e tem erros grosseiros e graves.

Reafirmamos aquilo que dissemos.

E estamos disponíveis para explicar as razões do nosso comentário. Propomos para tal a realização dum debate público em data, hora e local a acordar.
O nosso contacto é: alcacerdosol@gmail.com

Obrigado


Nota: este desafio surge na sequência duma abordagem de que fomos alvos sobre esta questão; como quem não deve não teme...

17 de fevereiro de 2008

incoerências...


No Artigo 4º da "Organização dos Serviços Municipais" apresentado recentemente pelo Município de Alcácer do Sal lê-se:

«1- A desconcentração dos serviços visa aproximar os munícipes dos locais de decisão, contribuindo para melhorar a sua eficiência e a participação dos cidadãos.»

«2- É dever de qualquer responsável propor a adopção de medidas de desconcentração que favoreçam a aproximação dos serviços aos cidadãos.»

Vem isto a propósito do seguinte comentário:
"Quando lembrei ao Presidente Paredes que ele centrou a sua campanha eleitoral num slogan em que prometia que ia governar mais em equipa e fazer de modo que os cidadãos de Alcácer pudessem participar mais nas decisões, ele responde-me, tranquilamente, que abandonou essa ideia, pois chegou à conclusão que «consultar as pessoas era uma perda de tempo». «Vivemos numa democracia representativa, fomos eleitos e isso basta para que tenhamos legitimidade para decidir."

Publicado no http://saldalcacer.blogspot.com
Autor: Miguel Mosquito
Data: 18Set2006



Alcácer merece mais!

8 de janeiro de 2008

não compre feito, faça!

Lemos a mensagem de boas festas do Sr. Presidente Arqº Pedro Paredes publicada no semmais jornal de 22/12/2007.
A dada altura, o Sr. Presidente resolve dar conselhos...e lê-se: "...compre os materiais e fabrique as suas ofertas. Imagine como seria fantástico oferecer presentes feitos pelas suas mãos e concebidos no seu coração".

Achamos o máximo!

Utilizando as suas ideias propomos-lhe a seguinte mensagem para 2008:
"Não compre feito. Sempre que possível, compre os materiais, utilize as máquinas da CMAS (que têm tido taxas de utilização baixíssimas) e modernize Alcácer. Imagine como seria fantástico fazer obra com o apoio de todas as pessoas da sua equipa (referimo-nos obviamente à equipa da CMAS) concebendo-a sem recurso a simbolismos".

Um bom ano de 2008 para todos!