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29 de abril de 2010

falta de capacidade preventiva

Na última metade do século XX, as questões relacionadas com a prevenção de falhas humanas mereceu uma atenção e um desenvolvimento como nunca se tinha verificado na História da Humanidade.

Os resultados dessa opção são excepcionais.

Os dados estatísticos comprovam-no em inúmeras áreas da actividade Humana.

No século XXI a tendência mantem-se inalterável, ou seja, em contínuo crescimento. Alguém duvida que evitar um acidente é benéfico para todos nós? Quer individualmente, para as possíveis vítimas directas, quer colectivamente, para a sociedade em geral.

Abundam os estudos sobre perdas pessoais e materiais provocados por acidentes. E justificam a correcta prioridade dada às questões preventivas. Todos nós sabemos que não é possível prevenir todos os modos de falha presentes na nossa vida quotidiana. Mas isso não é motivo para nos desleixarmos, deixando para plano secundário esta questão.

Pelo contrário.

Sempre que se intervém, no que quer que seja, os aspectos da segurança devem estar sempre presentes.

Infelizmente há excepções. Apresentamos aqui apenas uma.

Seleccionamos um caso que nos é próximo: a Estrada da Ameira, alvo de intervenção do executivo de Pedro Paredes em 2007 e abordada no Alcácer do Sol por várias vezes.

Na requalificação da estrada da Ameira, a solução rodoviária encontrada para a curva junto à EMSUAS e às captações de água da Ameira foi tão criativa como estranha.


Reparem:

  1. numa curva bastante apertada lembraram-se de colocar um risco contínuo ladeado, em ambos os lados, por um risco tracejado. Implantaram a solução mais fácil e mais simples desprezando o facto de ser uma solução errada. E a sinalização horizontal foi colocada muito depois daquela obra ter sido considerada como pronta
  2. a estrada da Ameira foi dada como concluída sem que tivesse sido colocada qualquer sinalização vertical ou horizontal; no entanto há três locais de risco evidentes naquele curto espaço de estrada: a curva junto à Emsuas, o largo da estação da CP e a curva no cruzamento desnivelado com a linha ferroviária.
  3. Estando aquele local fora do perímetro urbano, a velocidade máxima legal é de 90km/h. Os conhecedores da estrada adaptam a velocidade do seu veículo às condições da via. Mas será espectável que um visitante ocasional (um turista por exemplo) se aperceba daqueles obstáculos, numa noite escura ou de nevoeiro, perante a ausência de sinalização?




O risco é real. A destruição do muro da captação de água da Ameira comprova-o. Só depois do primeiro acidente ali ocorrido é que colocaram um sinal de curva. Até hoje ainda é o único sinal vertical no troço requalificado da estrada da Ameira. A prevenção rodoviária não passou por aquelas bandas.



Se a situação inicial era má, de há uns tempos para cá piorou ainda mais. Na curva junto à Emsuas, o sinal de curva permanece no local mas a sinalização horizontal criativa desapareceu, assim como o asfalto. Em substituição temos um piso em mau estado numa zona de risco e nem um sinal adicional ali foi colocado.



Isto é desmazelo ou incompetência?

Mas parece que há quem se orgulhe disto:

A 6 de Novembor de 2007, Pedro Paredes afirmou, em sessão de câmara, que o "acesso poente à cidade de Alcácer ...– está executado".

... e a 5 de Dezembro de 2007, em nova sessão de câmara, Pedro Paredes volta a insistir no assunto afirmando: "a via de acesso poente à cidade - a estrada da Ameira - está pronta..."

Note-se que, quando Pedro Paredes fez estas afirmações, nem sequer havia sinalização horizontal naquela estrada requalificada...

Será que Pedro Paredes e Hélder Serafim nunca foram visitar a obra após a sua conclusão?

Ou será que foram mas andaram distraídos?

Ter-se-ão enganado, outra vez?

Alcácer merece mais!

26 de abril de 2010

barraca

Não sabemos ao certo se é desleixo.
Também poderia ser insensibilidade, incapacidade, ... ou muitas outras coisas.
Não temos é dúvidas de que Alcácer está a ser mal tratada.
É pena.
Uma terra de tamanha beleza,
com um passado Histórico notável,
realçado pelos seus desprezados vestígios arqueológicos,
merecia mais atenção e dedicação.

Eis aqui apenas um pequeno exemplo:

Há um ano a margem sul estava assim "decorada":

Este cenário foi montado nos primeiros meses de 2008


Ontem, o mesmo local estava nesta situação:

A quem servirá esta barraca no relvado?


Vendo as coisas noutra perspectiva, podemos voltar a comparar a evolução entre Abril de 2009 e Abril de 2010.
Em 2009 era assim:


E em 2010 lá continuava, mais degradada, ou melhor, mais degradante:


Como se uma barraca ali fosse pouco vergonhoso, acrescentaram-lhe um "apêndice".
Verifique como "aquilo" se tem mantido, criativamente equilibrado e esteticamente desintegrado, desde há muito mais de um ano.
Era assim em Abril de 2009:



E assim em Abril de 2010:


Como é que uma pessoa, que se incomodou tanto com uma rede naquela zona, porque "ocultava a beleza da encosta norte da cidade", se tem mantido insensível a esta situação?
Onde está a sua coerência de pensamento e acção?
Que processos de decisão suportam tamanha incoerência?

Falamos, como é óbvio, do presidente da câmara.

30 de março de 2010

133 mil de mamarrachos

Pedro Paredes mostrou-se muito sensível à ocultação da margem norte da cidade.
Vai daí e mandou ali colocar dois contentores.
Brancos, como se deviam pintar as casas, segundo ele.
Depois de colocados, há mais de um ano, ainda não tiveram qualquer utilização.
E a opinião é unânime: grandes mamarrachos.



Fique sabendo que nós pagámos, por aquela aberração, 133.154,40 €.
Sim, só pelos dois contentores pintados de branco.
Que estão, religiosamente fechados, desde que ali foram plantados...
Será que só servem para ocultar o casario de Alcácer para quem nos visita vindo do sul?

Os bancos, as mesas e a cobertura em madeira ali ao lado "" custaram mais 87.840,00 €.
Mas pelo menos têm uma aplicação, pois são utilizados pelos jovens!

Não haveria melhor aplicação para tanto dinheiro?
Não haveria soluções alternativas, mais baratas ou mais bonitas, que satisfizessem os mesmos objectivos?

É no que dá o urbanismo de proximidade.

29 de março de 2010

Alcácer é uma aventura

Ganhas as eleições no mandato anterior, como quem tivesse ganho o euromilhões, deram-se ao luxo de verdadeiras extravagâncias.
Tão extravagantes que se revelaram verdadeiros fracassos.

Uma delas foi a Feira da Aventura, com edições em 2006 e 2007.


A propósito, sabe quanto custou aquela brincadeira?
Contabilizando apenas aquilo que se pagou às empresas organizadoras (houve seguramente outros custos da autarquia), nós pagámos

88.400,00 €

Será que não haveria um destino mais nobre para tanto dinheiro?
Claro que havia.
O que não houve foi inteligência.
Deitar dinheiro à rua numa região tão carenciada...
faltando depois para coisas importantes!

Alcácer merece mais!

16 de março de 2010

barreiras paisagísticas

Há dois anos, Pedro Paredes falou e disse:


Depois disso Pedro Paredes aprovou a colocação de dois contentores mesmo ali ao lado.

Como facilmente se verifica, a ocultação da beleza da encosta norte da cidade evoluiu substancialmente.

Perante este facto, alguém afirmou num encolher de ombros: "pedriotices arquitótontas".
Prontamente contrariado por outro Alcacerense: "não, aquilo é urbanismo de proximidade!"

Passado este tempo todo - mais de um ano - como comentaria você os contentores ali colocados?
Valeu a pena?
A sua utilidade é uma mais-valia para a cidade?
Deviam colocar mais contentores porque estes dois ainda não tapam totalmente a vista da cidade?

Nota:
A situação actual é muito semelhante à imagem de há um ano atrás.


12 de março de 2010

SADO - porque não fazem o que dizem?




Falamos aqui apenas de factos.
O tema é o nosso rio Sado.
Apenas comparamos aquilo que foi dito, num passado recente, com aquilo que está a ser feito.

Vejamos:

1.
Pedro Paredes fala sobre o Sado, os esgotos e a vergonha.


2.
Pedro Paredes volta a falar sobre o Sado, agora em período pré-eleitoral.


3.
O plano estratégico de desenvolvimento foi elaborado e apresentado por Pedro Paredes.
Serviu, entre outras coisas, para dar a imagem de que o Presidente da CMAS não governava com base na navegação à vista.


Esse mesmo plano estratégico refere, entre outras coisas, a ETAR sul.
E apresenta alguns detalhes: período de execução de 2011 a 2013 e um investimento de 35 milhões de euros.

Estará o plano a ser "seguido com todo o empenho"?
Ou foi encostado por incompatibilidade com a navegação à vista?

4.
O orçamento da CMAS / Grandes Opções do Plano / Plano Plurianual de Actividades contempla para a ETAR sul a módica quantia de mil euros para este ano de 2010... e zero para 2011, 2012 ou 2013.

5. Pedro Paredes, depois de ser questionado sobre a ETAR sul (já neste mandato), não foi capaz de dizer para quando estava prevista a sua construção, nem sequer quando se iniciaria a execução do respectivo projecto.

Mais palavras para quê?
Os factos falam por si.

8 de março de 2010

ir à bruxa?


Era para estar pronta em Fevereiro de 2009.
Mas não está.
Era um projecto consistente e um investimento seguro.
Mas não foi.
Era mais um projecto em que deram o seu melhor. Não duvidamos. Cada um dá aquilo que sabe, ou que pode...


Pedro Paredes não apresentou nenhuma data para a conclusão da obra, quando confrontado com mais este fracasso.
Mas disse que parecia que tinham que ir à bruxa, tal é a embrulhada.

Não vale a pena.
As bruxas nada resolvem.
Melhor seria se investisse no saber, no conhecimento e no empenhamento profissional.
Dele e da sua equipa.

Afinal estamos a falar dum troço de 100 metros de via...
Mais palavras para quê?

28 de outubro de 2009

continuam atrasados...

A CMAS apresentou uma candidatura ao programa operacional regional do Alentejo.
Chama-se "Regeneração Urbana de Alcácer do Sal... do Castelo ao Sado".
Lendo o programa de acção encontra-se a operação candidata nº 11:

- Requalificação do Largo dos Açougues

onde está registado:

- início da obra: Setembro de 2009

Estando nós no final de Outubro de 2009, não resistimos e fomos ver o "arranque da obra". Eis aquilo que nos foi dado a ver:








O "edifício da sopa" parece estar bem pintado e arranjado. Mas não abre... Para que servirão aquelas instalações ali fechadas? Custa assim tanto ligar os 12 pontos de acesso à internet? Precisam de ajuda? Era para estar pronto a funcionar em Junho de 2008... há cerca de 16 meses! E atá agora... NADA.



Note-se que a intervenção no Largo dos Açougues já tinha sido anunciada há mais de um ano.
Houve até uma apresentação pública...
Só não houve intervenção.
Está tudo na mesma.
Repare que quem definiu estes prazos foi o próprio executivo camarário...
Porque não fazem aquilo que dizem?

clique na imagem para ver com mais detalhe
Esperemos que Pedro Paredes tenha aprendido alguma coisa, nos últimos quatro anos, de modo a acabar com esta inoperância.
Para bem de Alcácer e de todos nós.
_________________________
Nota:
Apenas o registo de que aquele "lindo toldo", arquitontice do mandato anterior, continua plantado no largo dos Açougues. Esperemos que as obras não tardem muito para ver se aquilo desaparece de vez!

21 de outubro de 2009

PDM

Há quatro anos atrás Pedro Paredes parecia não ter dúvidas e afirmava que

" o PDM precisa urgentemente de revisão e eu sei com todo o rigor de que tipo de revisão é que precisa e onde e como (...)".

Pedro Paredes "esqueceu-se" das suas palavras e não mexeu no PDM durante quatro anos.
Excepto para fazer remendos.
O caso do quartel dos Bombeiros é flagrante.
Será que ele realmente saberia que tipo de revisão era necessária?
Se sabia, porque não a fez?

Não vimos, no seu compromisso eleitoral, a proposta de revisão do PDM.
Será que deixou de ser "urgente"?
Mudou de ideias?
Ou tem medo de se comprometer, porque não confia na sua capacidade concretizadora?

Certo é que a revisão do PDM é urgente e fundamental.
Só por desconhecimento ou má fé alguém poderá afirmar o contrário.
A administração do território é uma das responsabilidades do executivo autárquico.
E deve responder às necessidades actuais da sociedade.
O que não acontece actualmente, pois o actual tem mais duma dúzia de anos...

Vamos ficar mais quatro anos à espera de que o PDM seja revisto?
Vamos continuar com os imbróglios, tipo quartel dos Bombeiros, à medida que as necessidades vão aparecendo?
Ou vamos ter um compromisso, verdadeiro e sério, em prol do desenvolvimento sustentado do nosso concelho?

Será que a palavra dada é cumprida, embora tarde e a más horas, ou vai continuar a inoperância a que nos habituaram?
A resposta está nas mãos de Pedro Paredes.
Nós ficamos à espera para ver...

22 de junho de 2009

estrada da Foz

Abordamos hoje este tema a pedido dum comentador (anónimo).
Sugeria-nos que divulgassemos a obra feita, recorrendo-se do exemplo da estrada da Foz.
Aceitamos a sugestão por nos parecer válida.
Estavamos à espera que conseguissem acabar a obra para a comentar.
Antecipámo-nos. Vale sempre a pena falar sobre factos concretos. Optamos por privilegiar as imagens porque valem por mil palavras.
Aqui está a nossa opinião sobre este "projecto consistente" de "quem dá o seu melhor a pensar em si".


Fomos visitar o local no dia 18 (quinta-feira) para fundamentarmos a nossa opinião.

Começamos por referir que a obra não está terminada.
Mas, de acordo com a informação oficial, já deveria ter terminado em Janeiro...
Tendo em atenção os estado do pavimento, deveriam ter intervindo uns dois anos antes. Não o fizeram.

Não conseguiram?
Será que dava jeito adiar a intervenção para ter qualquer coisa feita à porta das eleições?

Felizmente, esta simples obra tem decorrido melhor que a "estrada" da EPAC... o que, para uma equipa capaz de governar o mundo, deve ser motivo de orgulho e satisfação.





Segundo a folha de Alcácer, as obras iniciaram-se em Julho e deveriam terminar 180 dias depois.
O que significa que a sua conclusão deveria ter ocorrido em Janeiro de 2009.


Observamos que aquele troço já foi asfaltado!
Parabéns!
Mas o Urbanismo não se resume a alcatrão e a passeios estreitos.

Observamos também outras coisas:


Vê-se nesta fotografia o asfalto novo. E não só.
Verificamos que alguns erros cometidos na estrada da Ameira se repetem agora na estrada da Foz.
Não aprendem com os erros ou não conseguem fazer melhor?
É isto o urbanismo de proximidade?

Enterrar as cablagens dá muito trabalho? É muito complexo?
Será preferível abrir valas para o fazer depois de terem renovado os pavimentos?
E depois, ainda haverá financiamentos comunitários para fazer a mesma obra duas vezes? Haverá?
Ou não sabem fazer melhor?

O que se observa nesta fotografia é uma das característica de sub-desenvolvimento urbano.
Para quem diz apostar no turismo...


Esta é uma situação que representa um risco concreto.

Ao desprezarem as questões de segurança estão a desprezar os Alcacerenses e aqueles que nos visitam. Pelos vistos acham-se com legitimidade para o fazer: foram eleitos com maioria absoluta...

Vejamos com maior detalhe duas destas verdadeiras armadilhas:


Neste buraco cabe uma pessoa.

Imagine que cai ali uma criança e fica inconsciente. Como descobri-la se ela não emitir nenhum som?
Imagine como é fácil prevenir essa situação.
Imagine porque isso não acontece...

Mas se o buraco anterior era grande, há outro ainda maior - tem uma profundidade de 2,40 metros!
Assim mesmo, aberto, à beira da estrada, ao pé de várias habitações e estabelecimentos comerciais.

Sabemos que a obra não está pronta. Mas isso não é, em situação alguma, justificação para que não haja ali alguma protecção (nem que seja provisória).

Nós achamos que aquilo que vale a pena fazer, vale a pena fazer bem feito.

Infelizmente não vemos esse princípio ser aplicado nas acções desenvolvidas pelo executivo liderado por Pedro Paredes.
Procuramos por "projectos consistentes" e não os encontramos.
Mas não duvidamos que estejam a dar o seu melhor...
O que foi explicado por Pedro Paredes em 05.11.2006: "Estamos a fazer o nosso máximo e o nosso máximo é fraco".

Motivo de sobra para mudar!

20 de junho de 2009

atrasados, como sempre

Em Dezembro já se anunciavam as obras na "estrada da EPAC" (300 metros de via).



Em Janeiro anunciavam a conclusão da obra para Fevereiro.
O tempo de execução previsto era de 3 meses.
Completam-se por agora 6 meses desde o seu início.
O dobro do tempo previsto para a conclusão da obra.
Que está longe, muito longe de estar terminada.
Aliás, a obra está parada!
Mal sinalizada e cheia de ratoeiras...
Vamos ver quando ficará concluída!


Uma vez mais, não cumpriram a sua palavra.
Ninguém estranha.
É a marca deste executivo.
O executivo rosa azul.


Motivo suficiente para perderem a nossa confiança.
É que assim não vamos a lado nenhum.
Há que mudar!



Alcácer merece mais!

18 de junho de 2009

reclamação válida dum cidadão

A.Almeida está indignado com o processo das obras que decorrerem na zona histórica.
Começou por reclamar oralmente, sem sucesso.
Passou a reclamar, por escrito, para o executante da obra - a EMSUAS.
Esperamos que a sua reclamação seja atendida com brevidade.
O correcto seria esta situação nunca ter chegado a acontecer.
Agora é importante corrigi-la.
Ficaremos atentos.

clique na imagem para aumentar o seu detalhe

Imagine um cidadão com pouca mobilidade - um idoso por exemplo - que desce as escadas, agarrado ao corrimão, mas pelo lado "errado". Ao chegar ao fim da escadaria descobre que não tem saída. Então tem que voltar para trás, subir as escadas, para as voltar a descer pelo lado oposto.

Isto é o Urbanismo de Proximidade... e o respeito pelo cidadão?

No caso do Sr. A.Almeida, o problema coloca-se no acesso a uma habitação com um carrinho de bébé. (veja esquema na imagem - siga a linha amarela)

Eis a reclamação apresentada por escrito (e-mail) entretanto já recebida, ontem, logo pela manhã:

"A. Almeida to EMSUAS

Exmos senhores, verifico que acusaram a recepção do meu e-mail em que protestava por terem fechado o acesso à minha residência. Pensei que o assunto ficaria resolvido mas até às 21:30 HORAS de 17-06-09 em vez de resolverem o problema, parece-me que o pioraram.
Enviei algumas fotos, mas parece-me que além destas que agora anexo, ainda vou ter de lhes fazer um desenho. Será possível?
Porque os senhores não fecham Alcácer do Sal?
Deste e-mail vou dar conhecimento a outras entidades.

Fotos, nº. 001 - Minha esposa sobe as escadas com um carrinho com bébé até ao cimo, tendo depois de voltar pelo outro lado para entrar em casa. Nº 2 da Travessa dos Almocreves. O funcionário que ali mandou colocar as pedras precisa de óculos para ver que tem outros sítios livres sem interromper o acesso a ruas às pessoas?
Basta olhar para a foto para verificar que as pedras podem ser desviadas para a direita, ou será que há algum problema para haver desvios para a direita?

Foto nº 006 - As pedrinhas que interrompem o acesso à Travª dos Almocreves podiam ser juntas às que se encontram junto do andaime.

Subscrevo-me esperando que alguém leia o e-mail e se digne mandar resolver o problema

Almeida

2009/6/17 EMSUAS

Este é um recibo relativo ao correio enviado para
às 16-06-2009 22:00

Este recibo certifica que a mensagem foi apresentada no computador do destinatário às 17-06-2009 09:20
"

clique na imagem para a ampliar

Lembram-se de ainda recentemente Pedro Paredes tirar da cartola o Urbanismo de Proximidade, apresentando-o como obra do mandato? Era o corrimão, o remate do passeio, etc... Estaria a referir-se a estes aspectos ou está enganado?

Seja o que fôr, Alcácer merece mais!

17 de junho de 2009

não bate a bota com a perdigota

Alcácer foi presenteada com uma passadeira vermelha.

Depois de substituirem passeios em bom estado por paralelos - não é calçada portuguesa! (Rua Bom Jesus dos Mártires);

Depois de substituirem passeios em blocos hexagonais de betão, em bom estado, por blocos em I de betão.

Eis a nova acção deste executivo Paredes - tapar a calçada com uma passadeira.

Que tem esta medida a ver com o desenvolvimento ou a qualidade de vida dos Alcacerenses?

Quanto custou? Que benefícios se pretendem obter com este investimento?

Pedro paredes que responda, sem samurais, sem ergomanias, mas como uma pessoa responsável.

Será possível?


....................................................................
NOTA:
Deixamos aqui um pequeno espaço sobre um detalhe da passadeira: o seu processo de fixação.
É que a bota não bate mesmocom a perdigota...





1 de junho de 2009

1 ano

Foi anunciada a conclusão das obras para Junho de 2008, já lá vai um ano.
Falamos do "edifício da sopa".


recorte da folha de Alcácer nº41


Esta obra foi integrada na clase de "Projectos consistentes, investimentos seguros".
Tudo isto assinado pela rosa azul da CMAS.

Passado um ano confirma-se que houve coerência.
Voltaram a não cumprir uma promessa.
É normal. Ninguém estranha.
Estão atrasados um ano, em relação aos objectivos por eles mesmos propostos.
O que está em coerência com muitas outras intervenções deste executivo camarário.

Confirma-se que a falta de visão, associada à navegação à vista, não dá bons resultados.

Na realidade, isto é muito, muito triste.
Quem não sabe definir outra forma para conduzir os destinos da nossa terra...
...não pode merecer a nossa confiança.

Para se estarem a esforçar, em dar o vosso melhor, a pensar em nós...
Mais vale que fiquem quietos e não façam nada!
A diferença é reduzida e não se cansam tanto...
Nós nem estranhamos!


25 de maio de 2009

o disparate prolonga-se

A substituição do pavimento dos passeios continua a grande ritmo.
Começou perto do Jardim dos Pescadores e está quase a chegar à estação da CP.
Estão a substituir blocos de cimento de forma hexagonal em estado muito aceitável de conservação por blocos de cimento em "I".








Para Alcácer do Sal, o valor acrescentado desta "obra" é negativo.
Porque se gasta dinheiro do qual não há retorno.
Nada de lógico e coerente pode justificar aquela substituição de pavimento.
O que, por si só, faz pensar qualquer Alcacerense.
Porque Alcácer não ganha nada com isto.
Aliás, perde!
Estranho, não é?
Isto parece um perfeito disparate.
Mas poderá não ser, no ponto de vista de alguém, quem sabe?
Não haverá quem esteja a ganhar bem com esta obra de fachada?