
Ontem, na Assembleia Municipal, durante a discussão das contas do Município - que são preocupantes - Pedro Paredes mostrou-se orgulhoso e decidido a manter a mesma forma de actuação como presidente da Câmara.
12 de maio de 2010
processo de extinção
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22 de março de 2010
indulgência para os criminosos; paciência para as vítimas?
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17 de março de 2010
pedofilia na igreja

"Em Portugal, num espaço de cinco anos, dez sacerdotes foram indiciados por abuso de crianças. É a face visível da pedofilia na Igreja portuguesa...

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15 de novembro de 2009
a farsa do presente posta em cena...
Não sei quantos seremos, mas que importa?!
Um só que fosse, e já valia a pena
Aqui, no mundo, alguém que se condena
A não ser conivente
Na farsa do presente
Posta em cena!
Não podemos mudar a hora da chegada,
Nem talvez a mais certa,
A da partida.
Mas podemos fazer a descoberta
Do que presta
E não presta
Nesta vida.
E o que não presta é isto, esta mentira
Quotidiana.
Esta comédia desumana
E triste,
Que cobre de soturna maldição
A própria indignação 
Que lhe resiste.
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27 de outubro de 2009
proteger o ambiente
A produção de arroz é uma actividade económica relevante no nosso concelho.
Ninguém o contesta.
Na semana passada já eram visíveis as grandes queimadas...
Noutras ocasiões é o recurso aos químicos.
Acções que dão origem a facturas elevadas, em termos de agressão ambiental.
Porque não se aplicam soluções menos agressivas para o ambiente?
Porque não protegemos melhor a natureza?
Destruir hoje para recuperar amanhã?
Quem acredita que essa possa ser uma boa solução?
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20 de maio de 2009
o sado ao sol
O Sol brilha cada vez com mais intensidade.
O Verão está a chegar!
O calor a aumentar.
Todo o mundo é feito de mudança...
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16 de maio de 2009
Maio
Maio maduro Maio
Quem te pintou
Quem te quebrou o encanto
Nunca te amou
Raiava o Sol já no Sul
E uma falua vinha
Lá de Istambul
Sempre depois da sesta
Chamando as flores
Era o dia da festa
Maio de amores
Era o dia de cantar
E uma falua andava
Ao longe a varar
Maio com meu amigo
Quem dera já
Sempre depois do trigo
Se cantará
Qu'importa a fúria do mar
Que a voz não te esmoreça
Vamos lutar
Numa rua comprida
El-rei pastor
Vende o soro da vida
Que mata a dor
Venham ver, Maio nasceu
Que a voz não te esmoreça
A turba rompeu
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7 de maio de 2009
30 de abril de 2009
desmazelo?
Quando se iniciaram as obras na ponte foram instaladas várias infraestruturas de apoio.
Foi uma situação normal que ninguém estranhou nem contestou.
Acontece que as obras já terminaram há meses.
Isto a julgar pela actividade no local e por algumas declarações públicas.
Só que há uns mamarrachos que continuam ali.
Prestam apoio a quê, se já não há obras a decorrer?
Em nossa opinião já lá não deveriam estar há muito tempo.
Mas estão.
Porque os deixam estar.
Será isto desmazelo?
Será distração?
Ou apenas mais do mesmo?
Será que isto tem a ver com aquele toque selvagem que Pedro Paredes deseja para Alcácer?
Será que isto faz sentido, tratando-se duma das zonas mais nobres da cidade?
Deixamos as imagens para demonstrar melhor a nossa indignação:
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26 de abril de 2009
ser mentiroso
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estou triste

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22 de abril de 2009
podridão?
Recebemos hoje uma mensagem desconcertante.
Infelizmente este facto já se tornou normal neste Portugal.
Não fomos, nem vamos, fazer a verificação dos factos.
Ficamos a observar os desmentidos - fundamentados - a esta notícia.
Ela aqui vai, tal como a recebemos:
Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado.
A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a € 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» -apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade. A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social. O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro.
Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário -
Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de € 4.000 euros mensais (800 contos).
Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril.
O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo PS mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para € 2.000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao Expresso Vasco Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado.
A somar aos mais de € 5.000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais € 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril (?????), e cerca de € 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado Vasco Franco do PS, triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos.
Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.
O que é que você acha disto?
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21 de abril de 2009
15 de abril de 2009
mosquitos
Já chegaram.
Vamos ter que os gramar durante alguns meses.
Mas depois eles partirão, na companhia do actual executivo camarário...
Lá para o Outono...
...com a queda da folha.
Mais vale tarde do que nunca.
Viva a Democracia.
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14 de abril de 2009
5 de abril de 2009
pensamentos longínquos
"O que toca a todos deve ser aprovado por todos"
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4 de abril de 2009
voe mais alto!
não se resigne perante o consumismo
há mais vida para além dos euros...
não baixe a cabeça
pense por si; não tenha medo dos capatazes 
não se ajoelhe
levante a cabeça, olhe em frente, orgulhe-se daquilo que faz
não venda a alma ao diabo
viverá na mesma sem o dinheiro dessa venda
Sinta-se bem consigo próprio.
Quando lhe acenarem com a cenoura desconfie. Ela pode estar endiabrada.
Escolha criteriosamente o seu caminho. Voe mais alto.
Porque o sonho comanda a vida.
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1 de abril de 2009
Abril, mês dos cravos

"Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinhos.
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas"
.....................................Machado de Assis
Certo é que não há rosa que desabroche num caule sem espinhos.
Até que a rosa perde as suas efémeras pétalas, enquanto os espinhos permanecem activos no seu caule.
Na roseira os espinhos prevalecem.
Actuam o ano inteiro...
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15 de dezembro de 2008
2 de dezembro de 2008
...à acção!
A semana passada a CMAS lançou mais uma brochura em papel de luxo com 72 páginas.
Intitula-se “do plano à acção”
Lêmos.
Aqui fica uma breve abordagem sobre aquilo que nos foi dado ver, no documento, em termos de capacidade de acção.
São apresentadas, neste documento, várias obras. À falta de melhor, são-nos apresentados vários casos de insucesso. Eis as perfeitas evidências da (in)capacidade da equipa Paredes.
1. Plano de Urbanização de Alcácer do Sal
Foi despoletado para contornar o PDM quanto à construção do novo quartel dos bombeiros.
Não foi executado em tempo útil.
Assumiram a incapacidade.
E avançaram para outra solução: suspenção do PDM.
Uma solução atabalhoada mas que permitiu avançar com o projecto do quartel dos bombeiros... Aliás, este facto também é anunciado no mesmo documento (capítulo “protecção civil”).
Da revisão do PDM é que não se ouve falar... o que é, por si só, revelador da inoperância instalada.
2. Estrada da Ameira
Foi iniciada em Novembro de 2007 com um prazo de execução de 7 meses (o que é imenso atendendo à sua extensão que é menor do que 2 Km).
A obra, que em Dezembro de 2008 ainda não está terminada, contempla uma série de erros grosseiros:
a largura dos passeios não cumpre a regulamentação,
os passeios são preenchidos com obstáculos como postes e caixotes do lixo obrigando os peões a andarem pela estrada,
não há espaço para estacionamento automóvel,
não há arborização da via,
a cablagem não passou a subterrânea,
não há espaço para veículos não poluentes...
3. Galeões do Sal
São referidas as acções de restauro dos galeões, a saber, o Amendoeira e o Pinto Luísa. Acontece que o Pinto Luísa nem sequer tem mastro e nenhum deles tem velas... Galeões movidos a motor de combustão interna? Onde está a fidelidade ao modelo original? É assim que se protege o património?
4. Museu Pedro Nunes
Avançaram para as necessitadas obras de restauro. O embróglio é tão grande que já deixaram de dar relevo às obras em curso e correspondente conclusão. Não se fala sequer numa possível data para a sua reabertura. O que contradiz o discurso de início de mandato... O facto de relevo apresentado são as escavações arqueológicas (esperemos que não sejam conduzidas pela mesma pessoa que coordenou as escavações em frente à escola secundária...). Mais do mesmo?
5. Espaço Net / Edifício Pombo Cupido (antiga sopa)
O prazo estipulado pela própria CMAS, para conclusão das obras, terminou em Junho... Já lá vai quase meio ano. A obra não está terminada. Não é apresentada, sequer, a data prevista para a sua abertura. Apenas aparece a desculpa de que o atraso se deve ao facto do edifício estar degradado. Mas não sabiam isso desde o início? É que se o edifício não estivesse degradado não se justificariam algumas das intervenções previstas... Note-se que a área do edifício em causa equivale a uma pequena habitação familiar... Onde estará a dificuladade?
6. Parque de Feiras
Começaram por prometer um novo pavilhão da feira para o ano de 2006. Não cumpriram. Fizeram um concurso que foi um autêntico fiasco (porque será que só uma entidade se sentiu motivada a concorrer?). Repetiram o concurso. A vereadora da cultura falou, na assembleia municipal, na possibilidade de se iniciarem as obras ainda este ano... Agora vêm dizer que o projecto aguarda a sua “pormenorização”. Fazem-se de esquecidos quanto a uma possível data para início da intervenção. Pudera, depois de tantos falhanços... Para além do mais, repete-se aqui a questão levantada acerca do Largo Luís de Camões. Porque este projecto desenvolve-se em paralelo com o trabalho da Parque Expo. E funcionam de forma descoordenada... Mais uma acção desgarrada?
7. Estrada da Foz
O inicio das obras foi anunciado para Julho de 2008 (ver folha de Alcácer nº39). O prazo de execução previsto é de 6 meses. Pelo que esta intervenção deveria estar terminada em Janeiro de 2009... Basta passar por lá para verificar que, mais uma vez, o prazo não vai ser cumprido. Veremos no final o nível de qualidade da obra.
8. Financiamentos
Há também o registo de várias financiamentos a instituições do concelho. Atendendo que essas acções se resumem a distribuir parte do dinheiro que recebem dos nossos impostos, o que é extremamente fácil de executar, não as consideramos relevantes. Qualquer um o faria. Principalmente quando não há critérios específicos e objectivos para aplicar.
Uma verdadeira sucessão de fracassos.
Resumindo
Esta brochura é, em nossa opinião, propaganda barata, de má qualidade mas com uma apresentação cuidada. Ou seja, o embrulho é bonito, está bem feito mas o conteúdo é desolador. Prevalece a palha e o fracasso.
É que não há mesmo obra que se veja!
É certo que, aquilo que vale a pena fazer, vale a pena fazer bem feito.
Só que, pelo que afirmam, não conseguem fazer nem mais nem melhor. É que já estão a dar o seu melhor...
Acontece que o seu melhor é fraco. Muito fraco.
Porque predominam os fracassos.
Alcácer merece mais!
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