
Neste sábado decorreu uma iniciativa louvável:
a realização duma regata no nosso Sado!
Com o contributo da Evion e da Associação de Remo de Setúbal.
Apenas estranhamos a fraca divulgação do evento. A participação estava aberta aos Alcacerenses? Não demos por nenhum apelo à sua mobilização.
Ainda nos lembramos da promessa da equipa Paredes em reabilitar os desportos náuticos no Sado. Continuamos à espera que a sua palavra seja honrada. Para que possa haver cada vez mais Alcacerenses a participar nestes eventos e a praticar desporto.
Também fazia sentido construir uma ETAR que contribuisse para a despoluição do Sado.
Porque praticar desportos naúticos à saída dos esgotos não é atractivo.
A construção da ETAR não aparece no discurso do Sr. Paredes. Fala-se mais de festas e feiras... e de projectos para os próximos fazerem.
Porque não se desenvolveram acções concretas de promoção do desenvolvimento da nossa terra nestes 3 últimos anos?
Porque não sabem fazer melhor.
É que nos cartazes propagandísticos colocados junto às poucas coisas que fazem (estrada da Ameira, edifício da sopa, etc) aparece assinado pela CMAS que estão a dar o seu melhor...
4 de outubro de 2008
uma boa iniciativa
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segregação?


Depois de encerradas várias escolas no concelho de Alcácer do Sal, a folha de Alcácer nº40 apresenta agora a nova propaganda camarária sobre Escolas.
No artigo pode-se ler:

Acontece que este artigo refere um recinto desportivo coberto para a escola do Torrão.
O que não acontece na descrição apresentada para a escola da Comporta. Trata-se, em ambos os casos, de novos edifícios.
Haverá erro na formulação da notícia?
Se assim for é normal.
Poucos estranharão o facto.
Mas então corrijam a informação.
Se não há erro na notícia, haverá erro no desenvolvimento do projecto?
Afinal os alunos da Comporta, assim como todos os outros, não têm também direito a um espaço desportivo coberto?
Descriminação negativa?
Com crianças e jovens?
No século XXI?
Com base em quê?
Vá lá, corrijam os erros.
É o mínimo que se pode pedir a quem não acerta numa à primeira.
E a ampliação prometida para a escola do Morgadinho também contempla um recinto desportivo coberto? Acontece que o que actualmente lá existe não cumpre as condições necessárias para funcionar como tal...
...............................
Nota:
No mesmo artigo também se pode ler:
Ilucidativo não é?
Gostavamos de ver a avaliação de desempenho dos funcionários responsáveis por estas chalaças.
NOTA:
Repare-se que os projectos das Escolas foram entregues a um gabinete exterior à autarquia.
Donde ressalta a inevitável pergunta:
Sr. Paredes, como arquitecto e presidente da autarquia, poderia explicar aos Alcacerenses como é que têem sido geridos os recursos humanos da área de arquitectura do município? É que não se vêem resultados do seu trabalho...
E olhe que nós nem temos falta de vista nem andamos distraídos.
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podiam ter inovado...

O concurso inov@lcacer foi divulgado na Pimel 2008.
As candidaturas foram abertas até 6 de Agosto.
O prazo foi prolongado para 29 de Agosto.
Terá havido falta de interesse dos criativos de Alcácer do Sal?
O vencedor do concurso deveria ter sido anunciado a 3 de Outubro, na Feira Nova.
Esta data já passou.
O concurso não foi concluído.
A entrega do prémio foi adiada... sem se saber para quando.
Falharam, outra vez!
Perderam mais uma oportunidade para inovar: cumprir a data de conclusão dum projecto!
Isto é só mais do mesmo...
Já poucos estranham. Até parece que o desmazelo passou a ser um dos valores desta organização.
Note-se que o inov@lcacer tem sido contínuamente divulgado como sendo uma das grandes medidas deste executivo para dinamizar a actividade económica no Concelho!
Esta medida pretendia captar ideias originais.
Mas impedia os jovens com menos de 18 anos de participar...(*) (assim se vê como são tratados os jovens desta terra)
Porquê?
Não serão criativos?
Não serão capazes?
Não!
Quem não é criativo nem capaz é o Sr. Paredes e a sua equipa.
......................
(*) NOTA:
1. Bill Gates, cujo nome dispensa apresentações, é apenas um dos muitos exemplos de um jovem com sucesso muito antes dos 18 anos. Com os critérios da CMAS teria sido excluído do concurso!
2. Em Alcácer, um pequeno grupo de jovens da Escola Pedro Nunes (na altura com cerca de 15 anos) apresentou ao Sr. Paredes um projecto para construção dum skate park. O projecto foi executado com recurso a desenho assistido por computador em três dimensões. Recebeu muitos elogios, nomeadamente do Sr. Paredes. E nunca mais lhes disseram nada. Desprezaram-nos. O trabalho em causa tinha qualidade e obteve apreciações muito positivas de pessoas com elevada formação técnica. Meses depois, a CMAS foi comprar um skate park a uma empresa de fora. O que podia ter sido feito pelas pessoas de Alcácer. Acreditamos que tudo teria sido diferente se os jovens autores pertencessem a famílias bajuladoras de políticos incompetentes. Mas não são!
Estes jovens não participaram no inov@lcácer. Nem poderiam. Ainda não têm 18 anos...
3.
Mais um gabinete. Cheio de boas intensões. Da sua acção pouco mais resta para além das intenções... Continuam a tentar tapar o sol com a peneira? Não vale a pena...
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19 de setembro de 2008
Alcácer merece mais!

Este buraco nasceu e cresceu durante este verão na marginal de Alcácer do Sal.
Atingiu uma dimensão assinalável. Ninguém impediu o seu crescimento. E assim ficou.
Tanto tempo... à espera que o apagassem dum dos locais mais nobres da cidade.
Tanto tempo...
Porquê?
O projecto de execução era complexo?
A processo de cabimentação revelou-se difícil?
Terá sido necessário abrir um concurso para a execução da obra?
...ou foi apenas...
desleixo,
incapacidade,
insensibilidade...
Não sabemos.
Mas não temos dúvidas - Alcácer merece ser melhor tratada!
________________________________________
NOTA:
Para avaliar melhor o diâmetro do buraco, compare-o com a altura dos pinos colocados junto ao lancil do passeio.
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12 de setembro de 2008
o sol e a peneira

Um cidadão de Alcácer escreveu-nos em nome de Salaciablog e mostrou-se indignado com o Alcácer do Sol.
Aceitamos com naturalidade a diversidade de ideias. Gostamos do diálogo. Defendemos conceitos e apresentamos os nossos argumentos com prazer. Fazemo-lo aqui como em qualquer outro lugar. Cara a cara, se assim o desejarem.
Um dos aspectos que indignou o cidadão em causa foi um artigo do Alcácer do Sol sobre o Pinto Luísa e o Amendoeira. Nós contestavamos a propaganda feita em torno destas embarcações. Porque os Galeões do Sal sempre tiveram velas e mastro. Sem mastro e sem velas, pode haver muitos tipos de embarcações mas não são Galeões do Sal. Isto é um facto. Não é uma opinião.
O Salaciablog afirmava: "dentro em breve o Pinto Luísa vai receber um mastro vindo da Holanda, visto que a madeira tem melhor resistência e adequa-se melhor á função que lhe é destinada ".
Agradecemos a informação.
Pena é que este facto não tenha sido referido no editorial da folha de Alcácer assinado por Isabel Vicente, que serviu de base ao nosso texto. Afirmava Isabel Vicente que o “ Amendoeira e Pinto Luísa – estão novamente de volta às suas gentes com toda a dignidade...”
O Salaciablog acrescentava: "quanto às velas, talvez não veja a necessidade elas existirem, pois os barcos devem se tornar mais fácil de navegar com motor do que á vela, e existir velas só como o elemento meramente decorativo, não valeria a pena gastar dinheiro do erário público".
Continuava o salaciablog a afirmar que os artigos do Alcácer do Sol “podem não corresponder á verdade ou então os juízos de valor que efectua não são os adequados”.
Estranhamos a acusação.
Mas estamos disponíveis para tentar entender outros pontos de vista. Basta, para tal, que respondam de forma credível às seguintes questões:
Se não há necessidade de velas para o Amendoeira e o Pinto Luísa, para que servirão os mastros?
Se as velas são elementos decorativos, um mastro sem velas é o quê?
Se o mastro é um elemento decorativo, porque é que foram comprar um à Holanda de forma a garantir que se adequasse melhor à função que lhe é destinada? Para se adequar melhor a funções decorativas?
Isabel Vicente não destacou a recuperação dos galeões e a sua dignidade? Então porque recuperam apenas uma parte da embarcação? Porque desprezaram aspectos carregados de simbolismo – as velas? Qual foi o critério? Que processos de decisão fundamentaram uma opção que contradiz o discurso oficial da equipa Paredes? Onde está o rigor histórico e a defesa do nosso património quando se amputam as velas das embarcações históricas de Alcácer do Sal?
Onde está o estímulo ao turismo ambiental com barcos à vela sem velas, movidos a motor?
Que razão para estarem agora tão preocupados em poupar dinheiro do erário público se, nestes quase 3 anos, têm desperdiçado tantos recursos em festas, feiras, disparates e aberrações?
Vá lá. Não tentem tapar o sol com a peneira.
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10 de setembro de 2008
gato escondido com o rabo de fora?
A folha de Alcácer nº41, de Agosto/Setembro de 2008, aborda um plano de expansão para a ZIL.
Que é imprescindível expandir ou duplicar a ZIL é um facto inquestionável.
Que é imprescindível gerir melhor todo o espaço da ZIL é igualmente inquestionável.
O que não é inquestionável é a forma escolhida para alcançar estes objectivos.
A informação contida no artigo resume-se em 3 pontos:
- Existe um terreno de 43.639 m2, avaliado em 700.000,00 € que é cedido pelo seu proprietário à CMAS. O preço unitário corresponde a 16 €/m2; 3.200$00 /m2 no antigo Escudo ( 700.000 / 43.639 = 16 )
- Por sua vez, a CMAS executa as infraestruturas de loteamento industrial nesse espaço. Custo previsto: 550.000,00 €.
- Os lotes assim gerados deverão ser cedidos a empresas interessadas em instalarem-se no local. Em compensação pela cedência do terreno, o actual proprietário receberá 50% do valor de alienação de cada lote.
Analisemos agora a informação disponibilizada. - É legítimo pensar que o dono do terreno não negoceia para perder dinheiro. Assim sendo, a cedência da sua propriedade deverá gerar-lhe um retorno mínimo de 700.000,00€ (valor actual do terreno) *
- Se os 700.000,00€ de retorno pela cedência do terreno representam 50% do valor de alienação, então o valor de alienação total é de 2 X 700.000,00 = 1.400.000,00€.
- O terreno tem 43.639m2. É aceitável assumir que cerca de 20% do terreno seja consumido em arruamentos, parqueamentos, passeios, etc. (domínio público). Restando então uma área útil a disponibilizar para a indústia de aproximadamente 34.900m2.
- Donde se pode concluir que o valor mínimo de alienação dos lotes industriais rondará os 40 €/m2 (1.400.000,00€ / 34.900 m2 = 40 €/m2)
- Por outro lado, a CMAS recebe os restantes 50% da alienação do terreno (não são mencionados outros parceiros no negócio). Ou seja, factura 700.000,00€. Entretanto gastou 550.000,00€ em infraestruturas. Isto gera um lucro de 700.000 – 550.000 = 150.000€!
Que conclusões tirar destes factos?
1. A CMAS prepara-se para ceder terrenos industriais a cerca de 40 €/m2. O que é imenso. Note-se que o terreno em causa está avaliado em 16€/m2... e que há inúmeros outros Municípios a cederem terrenos industriais a 1€/m2, um valor apenas simbólico. É assim que o actual executivo quer atrair empresas?
2. Neste processo de expansão da ZIL, a CMAS obtem lucros... quando a ideia transmitida é atrair empresas... Será que necessitam de mais dinheiro para gastarem em festas e feiras?
3. Todos os resultados aqui apresentados derivam unica e exclusivamente da informação publicada na 1º página da folha de Alcácer nº41. Se estes resultados não correspondem à realidade é porque há dados muito importantes que foram omitidos. E então, das duas uma: ou se enganaram uma vez mais (o que é habitual) ou há gato escondido com o rabo de fora. Cabe à CMAS, em especial ao Sr. Paredes, esclarecer este negócio perante os Munícipes.
.................................................
(*) Para simplificar as contas, vamos assumir que não são contabilizados juros. Note-se que o terreno nunca será alienado antes de decorrido um ano – preveêm 6 meses para iniciar as obras mais 6 meses para as executarem. Há que notar que a regra em vigor é “não cumprir os prazos”...
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8 de setembro de 2008
não o guardem na gaveta
A 8 de Abril de 2008, a CMAS assinou um contrato com a Parque Expo SA para elaboração dum Estudo de Enquadramento Estratégico para o concelho de Alcácer do Sal.
Na cláusula 5ª desse contrato lê-se: "o prazo de duração da prestação de serviços de elaboração do Estudo de Enquadramento Estratégico objecto do presente contrato é de 4 meses a contar da data da entrega dos documentos identificados na alínea a) da cláusula 5ª".
Estão passados 5 meses desde a assinatura do contrato.
Um mês é suficiente para a CMAS entregar à Parque Expo SA os documentos necessários à realização do estudo.
Pelo que o trabalho já deverá estar terminado.
Trabalho esse que poderá ser útil ao próximo executivo autárquico.
Pelo que propomos a sua divulgação e discussão pública.
Porque todos nós queremos saber o que se está a planear para a nossa terra. Temos esse direito! Haverá quem tenha sugestões para apresentar. Outros terão dúvidas para esclarecer. É assim a democracia.
Não podemos continuar a perder tempo!
Temos que ser rápidos e eficientes na busca de soluções que dinamizem o nosso Concelho.
Temos que tirar Alcácer do Sal deste abominável estado de estagnação. Já basta de medidas avulsas, em que as festas abundam e as acções estruturais escasseiam.
Rentabilizemos da melhor forma os 110.000,00 €uros investidos.
A continuarmos como até aqui, não vamos lá!
......................................................
NOTA:
Na folha de Alcácer nº 36 de Abril/Maio 2008 foi publicado um artigo sobre o "Estudo de Enquadramento Estratégico do Concelho de Alcácer do Sal" onde se pode ler:
"Este estudo é, aliás, fundamental...de pouco vale que se apontem centenas de ideias interessantes, mas avulsas, sem que sejam integradas e estruturadas com projectos credíveis..."
Estas afirmações confirmam tudo aquilo que temos vindo a dizer.
O executivo acabou por assumir que andava a trabalhar duma forma não estruturada e sem uma visão integradora dos variados aspectos inerentes à nossa terra. O executivo confirmou também que não tinha capacidade para levar a tarefa a bom termo. A contratação da Parque Expo para executar este trabalho comprova-o.
Pena que tenha levado tanto tempo a perceber o que era evidente...
Mas mais vale tarde do que nunca.
Resta-nos agir de forma a recuperarmos todo este tempo perdido!
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6 de setembro de 2008
défice cultural
“Hoje, estes galeões do sal – Amendoeira e Pinto Luísa – estão novamente de volta às suas gentes com toda a dignidade que merecem. Recentemente recuperados, numa intervenção onde a autarquia investiu mais de 200 mil euros...”
afirmou Isabel Vicente, vereadora da Câmara Municipal, na folha de Alcácer nº 41 (de Agosto/Setembro de 2008)
Ficamos a saber que a CMAS mudou de rumo e desistiu da ideia de vender os galeões. Felizmente corrigiram o engano em tempo útil. Parabéns! Pena é que muitos dos erros que continuam a cometer não sejam também corrigidos. Mas, mais vale pouco do que nada...
Também ficamos a saber que os galeões foram recuperados e que, por isso, nós pagamos 200.000,00€. Já que se gastou o dinheiro, porque é que os galeões não têm velas? E o Pinto Luísa nem sequer tem mastro?
Estes factos parecem não afectar o executivo camarário, que tanto fala na protecção do nosso património, na nossa identidade cultural, no turismo ambiental, etc... Porquê?
Alguém conhece Galeões do Sal sem mastro nem velas?
Não, ninguém conhece porque isso não há nem nunca houve.
Isabel Vicente considera que os galeões regressaram com “toda a dignidade que merecem”. Enganou-se. Os galeões não estão a ser dignificados. E merecem sê-lo. Porque um Galeão do Sal sem mastro e sem velas é como uma biblioteca sem livros. Ou como um oceano sem água!
Por favor, acabem o trabalho. Já tiveram tempo suficiente para isso.
Post Scriptum
Não estranhamos que Isabel Vicente não se aperceba do nível do seu discurso. Isto é perfeitamente aceitável para quem idolatra Paulo Coelho e tem medo de ficar "electrificada" - sim, electrificada! Mas a culpa não é sua.
Ficou tudo dito quando alguém afirmou, no início deste mandato, que esta equipa era capaz de governar o mundo...
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2 de setembro de 2008
Atrasados. Porquê?
A folha de Alcácer nº 41, de Agosto / Setembro de 2008 tenta justificar o atraso nas obras do edifício da sopa.
Imagens do painel afixado na obra
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para que serve o toldo?
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1 de setembro de 2008
voltaram a falhar!
A folha de Alcácer nº 41, de Agosto/Setembro de 2008, anuncia o skate park na margem sul.
Nessa notícia lê-se: "está concluido até ao final do mês de Agosto o skate park que a câmara está a desenvolver na margem sul..." (vejam o recorte na figura abaixo)


As imagens comprovam que a obra não estava terminada.
- Entretanto já houve, naquele local, muitas quedas e até ossos partidos. Há questões de segurança que não podem ser negligenciadas. Pelos vistos são...
- A fotografia retirada da folha de Alcácer permite apreciar o enriquecimento paisagístico criado pelo skate park. Reparem no novo enquadramento da imponente igreja de Alcácer. E a vista do casario, na marginal norte, encoberta por uma barreira castanha... Esta é a nova visão da cidade, para quem chega pelo acesso sul, vindo de Grândola ou da Comporta. Para quem se sentia incomodado com o minigolf...
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13 de julho de 2008
outra vez ?!...
A folha de Alcácer de Junho de 2008 anunciava, na página 4, as obras que estavam a decorrer na estrada de Casebres. Acontece que, em Outubro de 2007, um documento emitido pela CMAS, referia esta mesma obra. E acrescentava que a Câmara pretendia reparar a estrada até ao final do ano (2007).
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3 de julho de 2008
Falharam. Outra vez!
Falamos do Centro Cultural Pomba Cupido.
Havia um projecto com cerca de 5 anos...
O actual executivo decidiu avançar com a obra.
Anunciou-a em vários locais.
O resultado é visível através das fotografias. Palavras para quê? Já ninguém estranha o facto.
Lê-se, no painel publicitário, colocado no local e assinado pela CMAS:" Projectos consistentes, investimentos seguros "
"Damos o nosso melhor a pensar em si!"
Detalhes do mesmo painel:" Conclusão prevista: Junho 2008 "
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11 de junho de 2008
bora lá mudar
A maior câmara municipal do país - Lisboa - analisa a criação de uma rede de bicicletas de uso partilhado.
Nos aglomerados populacionais, a bicicleta é uma alternativa credível ao automóvel, há já muito tempo.
Esta solução tem sido adoptada em muitas cidades da Europa. Com especial incidência na última década do século XX.
São inúmeras as vantagens da sua utilização. Desde a protecção ambiental, à saúde dos seus utilizadores, à gestão do espaço público, ao seu custo reduzido, passando pela elevada flexibilidade, etc., etc.
Não sendo a solução de todos os problemas (o que de todo não existe) é uma alternativa que o bom senso não permite desprezar.
Em Alcácer do Sal foi implementado um sistema de uso partilhado de bicicletas em 2005. As bicicletas eram disponibilizadas a custo zero. No entanto, o seu utilizador responsabilizava-se por ela, durante o período de utilização.
O processo funcionava com base nas novas tecnologias da comunicação e informação. Era acessível automaticamente, através do Cartão do Munícipe, em quiosques multimédia construídos para o efeito.
Foram construídos 14 parques para bicicletas. O sistema permitia que uma bicicleta recolhida num parque pudesse ser devolvida em qualquer outro parque existente para o efeito.
O projecto foi financiado e foi alvo de elogios pela CCDR-A. Não sendo perfeito, era inovador, moderno e capaz.
Este sistema foi desmantelado e destruído pelo executivo do Sr. Pedro Paredes.
Foram devolvidos mais de 200.000,00 €uros à Comunidade Europeia.
Houve outros custos acrescidos, e não desprezáveis, que o executivo não divulgou.
Houve perda de credibilidade perante as instituições financiadoras.
E tudo isto em troca de quê?
De nada!
E para quê?
Não sabemos.
Mas Pedro Paredes, presidente do Município, tem obrigação de saber porquê.
E deve explicar aos cidadãos de Alcácer porque destruiu todo o sistema, em troca de nada. Com argumentos sólidos e coerentes, sem tentar tapar o Sol com a peneira.
São estas as regras das sociedades democráticas. É esta a forma de agir de quem se dispõe a servir a comunidade, em vez de se servir dela.
Alcácer merece uma explicação credível. E, como quem não deve não teme, ou a explicação aparece ou ... há falta de coragem para enfrentar os factos.
Precisamos de entender porque continuamos mergulhados neste abominável estado de estagnação. Destroem-se equipamentos. O que é urgente e importante para o concelho não aparece feito. E, o pouco que se faz, resvala rapidamente para um, aparentemente inevitável, fracasso. O facto é tão evidente que já é motivo de chacota nas ruas de Alcácer. Exemplos não faltam.
É o muro da vergonha.
São as obras do museu.
A feira da aventura e a feira do turismo.
O concurso de presépios.
O mês do desporto, que este ano se desvaneceu.
A estrada da Ameira,(menos de 2 Km em obras há mais de meio ano).
A falta de condições para velarmos os nossos mortos.
A confusão da Rotunda 25 de Abril.
O desordenamento do Largo Luís de Camões.
O Pavilhão da Feira.
O Plano de Urbanização de Alcácer com um PDM desactualizado.
A estrada de casebres.
O toldo do camarão, o toldo dos taxis e outras arquitontices.
A margem sul.
A entrada norte da cidade (quando chove mais do que o normal).
A desorganização da circulação e estacionamento automóvel (em toda a cidade).
A nova escola do Morgadinho (a funcionar em Set 2008, conforme prometido).
As obras do edifício da sopa - ponto net - que arrancaram e pararam.
As escavações em frente à Escola Secundária.
O gabinete da juventude.
A intervenção no antigo cinema.
A remodelação do mercado municipal.
O novo canil.
O... ... ...
A... ...
...
Até que, Pedro Paredes e a sua equipa (capaz de governar o mundo...) reconheceram a sua incapacidade, acabando por se socorrer duma empresa de Lisboa, para lhes fazer aquilo que é da sua responsabilidade - elaborar um projecto de desenvolvimento estratégico para a nossa terra.
Como se não houvesse pessoas, em Alcácer do Sal, capazes de levar esta tarefa a bom porto! Como se não houvesse mais onde gastar, só para começar, cerca de 130.000,00€uros.
Todos nos lembramos das promessas eleitorais.
Todos nos lembramos dos discursos de rei na barriga, após a chegada ao poder.
Todos vimos aquilo que se está a passar na nossa terra.
E não gostamos.
Até quando?
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4 de junho de 2008
jardim
No último fim de semana houve festa no Jardim Público.
Antes disso, o Jardim teve direito a uma presidência aberta, conforme foi noticiado na folha de Alcácer nº36 (veja a imagem abaixo).
Admiramo-nos com este tipo de visitas abertas. Julgávamos que as presidências abertas eram para abordar, directamente com as pessoas, os problemas concretos do local. Pelos vistos não são. Neste caso, isto acaba por ser uma visita (ou um passeio?) ao Jardim. É que, pelo que nos é dado a entender na notícia da folha de Alcácer, não havia vivalma no local, para além de alguns elementos do aparelho instalado no poder.
Perante estas dúvidas, foi fácil e rápido obter vários esclarecimentos.
Como são cada vez menos aqueles em que acreditam nas capacidades deste executivo, as presidências abertas estão cada vez mais desertas. Ou seja, poucos ou nenhuns querem saber delas. Isto cria uma dificuldade ao executivo. É cada vez mais difícil organizar presidências abertas que não se transformem em verdadeiros vexames, tal a ausência de participação popular. Deste modo se compreende que seja preferível dar uma volta ao jardim a ser confrontado, noutro local, com o desprezo das pessoas perante encenações tristes.
No caso concreto da presidência aberta ao jardim público, ficamos impressionados ao saber que ali existe um relvado multiusos! O que nos deixou apreensivos. A ponto de decidirmos ir ao local, verificar in loco, o que é um relvado multiuso.
Vejamos o resultado da nossa visita, já depois da grande festa, do novo jardim, domingo passado:
1. acesso principal ao Jardim
2. vedação do Jardim
3. Entrada do Jardim pelo lado da Praça de Touros
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3 de junho de 2008
atrasados, outra vez
Na Assembleia Municipal de 28 de Abril de 2008, o Sr. Presidente Arqº Paredes comprometeu-se em discutir com a população, no mês seguinte, o Plano Operacional de Desenvolvimento.
O mês seguinte - Maio - já passou.
Nós não demos pela discussão. Fomos excluídos ou auto-excluiram-se?
O assunto é demasiado importante e urgente para se deixar arrastar por mais tempo. Por isso não entendemos mais este atraso.
Será que o Sr. Presidente Arqº Paredes ainda continua a achar que "consultar as pessoas era [é] uma perda de tempo"? (*)
.........................................................................
(*) - de acordo com saldalcacer@blogspot.com
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20 de maio de 2008
QREN
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19 de maio de 2008
SEIS MESES é muito tempo
Na folha de Alcácer de Novembro de 2007, já lá vão mais de seis meses, anunciava-se a obra da estrada da Ameira.
Se a demora na execução desta obra não se deve a questões tecnológicas nem financeiras só nos resta uma outra hipótese:
É uma questão humana.
Ou seja.
Há materiais disponíveis, há tecnologia acessível e há dinheiro.
Mas não há saber nem habilidade para tirar proveito disto tudo.
Não conseguem fazer bem, rapidamente e com custos controlados.
E quando não se consegue fazer isto, é impossível introduzir factores de mudança, fundamentais numa sociedade desenvolvida e competitiva.
Assim não vamos lá.
Alcácer merece mais!
_______________
NOTA:
Exemplos como este abundam no nosso concelho. Basta visitar os artigos antigos do Alcácer do Sol para recolher inúmeros outros exemplos. Ou seja, esta não é nenhuma excepção à regra. Este é o nível de desempenho do nosso executivo camarário.
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16 de maio de 2008
será desta?
Esta semana tem-se verificado muito empenho e muita energia na construção do Muro da Vergonha.
Já não se vêm os blocos castanhos. Agora são cinzentos, côr do cimento.
Vislumbram-se inúmeros pilares, altos, bem altos.
Ou seja, vamos ter um Muro da Vergonha grande, para se ver bem.
Questões arquitectónicas ou arquitontices?
Esta é certamente uma das obras marcantes do 1º semestre de 2008 em Alcácer do Sal (a obra começou em Fevereiro).
Também é uma evidência da velocidade de modernização da nossa terra.
É que, de há uns tempos para cá, as coisas são como devem ser... primeiro planeia-se; depois orçamenta-se; a seguir cabimenta-se; finalmente executa-se. Isto é que é!
Se alguém julgar que a construção dum muro é uma obra simples, está redondamente enganado. E a prova está aqui, no Muro da Vergonha.
Caso contrário já estaria pronto há muito tempo!
Mas pelos vistos agora é de vez.
Vamos ver o resultado final...
..........................................
P.S. - Uma coisa é certa. As pessoas que ali trabalham não têm qualquer responsabilidade nas trapalhadas ali expostas. Apenas se limitam a cumprir as instruções dadas pelos incompetentes donos da obra.
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15 de maio de 2008
embargada?
Terá sido embargada?
Suspensa foi de certeza. As imagens falam por si.
Falamos de uma intervenção camarária em frente à Escola Secundária, perto do Sr. dos Mártires.
A escavação arqueológica começou.
A escavação arqueológica parou.
E daí ainda não passou. Já lá vão muitas semanas.
Quando terminará?
Porquê?
Já é normal que as obras parem sem ninguém entender porquê.
Lembram-se do museu?
Lembram-se da estrada da Ameira?
Lembram-se do pavilhão da feira?
Se for necessário damos mais exemplos.
É evidente a incapacidade deste executivo em conduzir processos de mudança, por muito simples que sejam - vejam o muro da vergonha.
Será incompetência?
Chegou-nos a informação de que neste caso o IGESPAR (antigo IPPAR) teve que actuar. O que originou a interrupção da escavação. E o consequente pedido de esclarecimentos ao responsável da obra. Esclarecimentos que parecem levar muito tempo a dar...
Pelos vistos há dúvidas sobre a metodologia utilizada naquela escavação.
Dúvidas essas que são suficientes para pararem a obra. Que ali está ao completo abandono.
Porque será?
Será incompetência?
P.S. - Falando com as pessoas que ali trabalhavam, foi-nos dito que aquele espaço seria seguidamente aterrado para então se construirem ali moradias...
...isto é que é amor ao património arqueológico!
Publicada por
Alcácer do Sol
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