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6 de outubro de 2008

semana do turismo

Decorreu no final do mês passado a semana do turismo, evolução da fracassada Feira do Turismo de 2006 e 2007.
Quase que não se deu por isso. Evolução natural das iniciativas camarárias.
Note-se que o objectivo proposto pela CMAS era divulgar o concelho, as suas riquezas e potencialidades naturais, culturais e arquitectónicas e, ao mesmo tempo, contribuir para impulsionar a economia local.
Não nos demos ao trabalho de medir os resultados desta iniciativa.
Mas há evidências em abundância de que os objectivos propostos não foram atingidos.
Se as pessoas da terra mal deram pelo evento, o que dizer das pessoas de fora... Divulgar o Concelho? Há certamente formas mais eficientes de o fazer.
Impulsionar a economia? Como se falharam o objectivo de atrair pessoas?
Enfim, Mais do mesmo...

4 de outubro de 2008

uma boa iniciativa


Neste sábado decorreu uma iniciativa louvável:
a realização duma regata no nosso Sado!
Com o contributo da Evion e da Associação de Remo de Setúbal.
Apenas estranhamos a fraca divulgação do evento. A participação estava aberta aos Alcacerenses? Não demos por nenhum apelo à sua mobilização.
Ainda nos lembramos da promessa da equipa Paredes em reabilitar os desportos náuticos no Sado. Continuamos à espera que a sua palavra seja honrada. Para que possa haver cada vez mais Alcacerenses a participar nestes eventos e a praticar desporto.
Também fazia sentido construir uma ETAR que contribuisse para a despoluição do Sado. Porque praticar desportos naúticos à saída dos esgotos não é atractivo.
A construção da ETAR não aparece no discurso do Sr. Paredes. Fala-se mais de festas e feiras... e de projectos para os próximos fazerem.
Porque não se desenvolveram acções concretas de promoção do desenvolvimento da nossa terra nestes 3 últimos anos?

Porque não sabem fazer melhor.

É que nos cartazes propagandísticos colocados junto às poucas coisas que fazem (estrada da Ameira, edifício da sopa, etc) aparece assinado pela CMAS que estão a dar o seu melhor...

11 de junho de 2008

bora lá mudar

Notícia do Público de 11-06-2008

A maior câmara municipal do país - Lisboa - analisa a criação de uma rede de bicicletas de uso partilhado.
Nos aglomerados populacionais, a bicicleta é uma alternativa credível ao automóvel, há já muito tempo.
Esta solução tem sido adoptada em muitas cidades da Europa. Com especial incidência na última década do século XX.
São inúmeras as vantagens da sua utilização. Desde a protecção ambiental, à saúde dos seus utilizadores, à gestão do espaço público, ao seu custo reduzido, passando pela elevada flexibilidade, etc., etc.
Não sendo a solução de todos os problemas (o que de todo não existe) é uma alternativa que o bom senso não permite desprezar.

Em Alcácer do Sal foi implementado um sistema de uso partilhado de bicicletas em 2005. As bicicletas eram disponibilizadas a custo zero. No entanto, o seu utilizador responsabilizava-se por ela, durante o período de utilização.
O processo funcionava com base nas novas tecnologias da comunicação e informação. Era acessível automaticamente, através do Cartão do Munícipe, em quiosques multimédia construídos para o efeito.
Foram construídos 14 parques para bicicletas. O sistema permitia que uma bicicleta recolhida num parque pudesse ser devolvida em qualquer outro parque existente para o efeito.
O projecto foi financiado e foi alvo de elogios pela CCDR-A. Não sendo perfeito, era inovador, moderno e capaz.


Este sistema foi desmantelado e destruído pelo executivo do Sr. Pedro Paredes.

Foram devolvidos mais de 200.000,00 €uros à Comunidade Europeia.
Houve outros custos acrescidos, e não desprezáveis, que o executivo não divulgou.
Houve perda de credibilidade perante as instituições financiadoras.
E tudo isto em troca de quê?

De nada!



E para quê?
Não sabemos.
Mas Pedro Paredes, presidente do Município, tem obrigação de saber porquê.
E deve explicar aos cidadãos de Alcácer porque destruiu todo o sistema, em troca de nada. Com argumentos sólidos e coerentes, sem tentar tapar o Sol com a peneira.
São estas as regras das sociedades democráticas. É esta a forma de agir de quem se dispõe a servir a comunidade, em vez de se servir dela.
Alcácer merece uma explicação credível. E, como quem não deve não teme, ou a explicação aparece ou ... há falta de coragem para enfrentar os factos.

Precisamos de entender porque continuamos mergulhados neste abominável estado de estagnação. Destroem-se equipamentos. O que é urgente e importante para o concelho não aparece feito. E, o pouco que se faz, resvala rapidamente para um, aparentemente inevitável, fracasso. O facto é tão evidente que já é motivo de chacota nas ruas de Alcácer. Exemplos não faltam.
É o muro da vergonha.
São as obras do museu.
A feira da aventura e a feira do turismo.
O concurso de presépios.
O mês do desporto, que este ano se desvaneceu.
A estrada da Ameira,(menos de 2 Km em obras há mais de meio ano).
A falta de condições para velarmos os nossos mortos.
A confusão da Rotunda 25 de Abril.
O desordenamento do Largo Luís de Camões.
O Pavilhão da Feira.
O Plano de Urbanização de Alcácer com um PDM desactualizado.
A estrada de casebres.
O toldo do camarão, o toldo dos taxis e outras arquitontices.
A margem sul.
A entrada norte da cidade (quando chove mais do que o normal).
A desorganização da circulação e estacionamento automóvel (em toda a cidade).
A nova escola do Morgadinho (a funcionar em Set 2008, conforme prometido).
As obras do edifício da sopa - ponto net - que arrancaram e pararam.
As escavações em frente à Escola Secundária.
O gabinete da juventude.
A intervenção no antigo cinema.
A remodelação do mercado municipal.
O novo canil.
O... ... ...
A... ...
...

Até que, Pedro Paredes e a sua equipa (capaz de governar o mundo...) reconheceram a sua incapacidade, acabando por se socorrer duma empresa de Lisboa, para lhes fazer aquilo que é da sua responsabilidade - elaborar um projecto de desenvolvimento estratégico para a nossa terra.
Como se não houvesse pessoas, em Alcácer do Sal, capazes de levar esta tarefa a bom porto! Como se não houvesse mais onde gastar, só para começar, cerca de 130.000,00€uros.

Todos nos lembramos das promessas eleitorais.
Todos nos lembramos dos discursos de rei na barriga, após a chegada ao poder.
Todos vimos aquilo que se está a passar na nossa terra.
E não gostamos.

Até quando?

3 de junho de 2008

desventura

Nos últimos 2 anos, o início de Junho coincidiu com a realização da famosa Feira da Aventura. Era mais um dos acontecimentos que se comprava feito a empresas especializadas. O que facilitava imenso a sua execução. Quase que era só pedir, pagar (com o dinheiro dos nossos impostos) e propagandear.

Este ano não ouvimos falar dela... e também ainda não a vimos...Terá mudado o calendário?

Ou será que a aventura se está a acabar, para certas pessoas?

18 de março de 2008

agradecimento

No início do ano alertamos, aqui no Alcácer do Sol, para alguns riscos presentes na Rotunda 25 de Abril. A 15.1.2008 escrevemos um texto intitulado "trânsito" (continua disponível para sua consulta).
O texto contempla algumas fotografias, das quais extraimos esta:

No mês seguinte, perante total apatia do executivo camarário, voltamos a abordar o assunto.
A situação tinha-se degradado. Os riscos tinham aumentado...
Foi assim publicado um artigo "Rotunda 25 de Abril" a 3 de Fevereiro de 2008 (que também continua disponível para sua consulta).
Recorremos mais uma vez a fotografias para exemplificar alguns dos problemas ali existentes.
Donde retiramos este exemplo:

Hoje constactamos que, passados alguns meses desde o nosso primeiro alerta, o executivo camarário decidiu agir.
Se decidiu agir é porque reconheceu que algo estava mal.
Se algo estava mal, porque levaram tanto tempo a agir?
Pelo que conseguimos vislumbrar, limitaram-se a tapar a cratera com areia.
A fotografia seguinte mostra o local, após a intervenção:
A acção tomada para resolver o problema é tardia e pobre. É muito pobre.
Não foi por falta de tempo...(já lá vão mais de 2 meses...)
Nem foi por falta de sugestões...
Terá, o executivo camarário, tido problemas de planeamento, cabimentação, concepção,...?
Será muito complicado tapar um buraco?
Não sabemos.
Mas também não podemos esperar mais de quem não sabe fazer melhor.
Pelo menos reconheceram que havia ali um problema...
Pelo menos tentaram resolvê-lo...
Muito mais falta fazer.
Mas pelo pouco que fizeram, aqui ficam os nossos agradecimentos.
É para o bem da nossa terra. E isso agrada-nos.
Resta-nos esperar que tenham capacidade para identificar os restantes problemas ali existentes.
E que os resolvam.
Quando isso acontecer, estaremos cá para voltar a agradecer.
Mantemo-nos disponíveis para contribuir com possíveis soluções, como sempre.
Certos de que é importante preservar a segurança, a mobilidade e a boa imagem de Alcácer do Sal.
Alcácer merece carinho!

12 de março de 2008

palavras, leva-as o vento...

Em Março de 2006, o Sr. Presidente Paredes escrevia na folha de Alcácer:
"resta provar que [a equipa do executivo] também sabe planear, a longo prazo, com método e ponderação".

Em Maio de 2006, o Sr. Presidente Paredes voltava a escrever na folha de Alcácer e afirmava:
"terminou o tempo do improviso. Agora é tempo de planear iniciativas, de definir estratégias, de trabalhar de forma metódica e organizada."

Passado este tempo todo - 2 anos - fomos à procura de resultados. Fomos ver como se planeou e de que forma metódica e organizada é que se trabalhou.
Não andámos muito. Ficámo-nos logo ali pelo Largo Luís de Camões.
Perante tantas evidências do trabalho do executivo (ou da sua ausência), decidimo-nos concentrar em apenas 1 evento.
Escolhemos uma das obras do regime, o "Toldo 3".
(os toldos 1 e 2 são o dos Açougues e o dos táxis - ver artigos "Arquitontices").

Eis os factos puros:

1. Em 2007 anuncia-se a obra, com referência na brochura "balanço de dois anos de mandato"

2. A 16 de Janeiro de 2008 inicia-se a obra com a remoção dum candeeiro que estava a estorvar, o que levou menos de 1 dia a fazer.

3. Uma semana depois colocavam-se as sapatas, bloqueando o passeio.

4. Terminadas as bases sinalizou-se o local, que assim permaneceu várias semanas...




5. E ontem colocaram os 3 postes do toldo.

Já passaram praticamente 2 meses desde que se arrancou o candeeiro e o toldo ainda não se vislumbra.
Achamos nós que, para além do toldo, ainda falta criar as condições de higiene e segurança inerentes à venda de camarão. Ou seja, um lavatório com água corrente para lavar as mãos, um sistema de refrigeração para os alimentos, a protecção dos alimentos expostos, etc, etc...
Não há outra forma de proteger a saúde dos consumidores e de não impressionar negativamente os turistas que nos visitam. Afinal, segundo o balanço de 2 anos de mandato "pretende-se dignificar a venda de camarão". Será possível fazê-lo sem contemplar as questões de higiene e segurança? Não acreditamos nisso.
Esta é uma obra minúscula. Imaginem como seria se se tratasse duma obra de média ou grande dimensão...
Conclua você mesmo o tipo de planeamento, método e organização do executivo camarário.
A este ritmo, quando será a inauguração?
Alcácer merece mais!

27 de janeiro de 2008

turismo


Recebemos visitas de amigos num fim-se-semana recente.
Vieram de fora e mostraram interesse em conhecer um pouco da cidade.
Levamo-los empenhadamente aos pontos mais significativos de Alcácer.
E consequentemente ao Senhor dos Mártires.
Acontece que o Monumento apenas abre ao público de segunda a sexta feira...
Voltamos para trás...
...e ficámos sem resposta quando nos perguntaram o motivo do encerramento ao fim de semana.
Acabamos a reflectir em conjunto.
Alcácer não diz que quer desenvolver o Turismo?
Não gasta dinheiro numa chamada Feira do Turismo?
E agora veda o acesso ao Senhor dos Mártires no período semanal de maior afluência turística?
Onde está o apoio e a divulgação do nosso património?
Será assim que se quer desenvolver o Turismo?
Sabe a pouco, a muito pouco...

Se tiver uma resposta credível para estas questões, envie-a para alcacerdosol@gmail.com
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Nós não encontramos nenhuma...
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Mas descobrimos uma referência ao facto no panfleto da Câmara "balanço de dois anos de mandato" - dois passos de um penoso caminho, de Outubro de 2007 e que aqui transcrevemos:

"O Santuário do Senhor dos Mártires abriu ao público, em conjunto com o núcleo museológico...Desta forma, dá-se a conhecer uma das maiores riquezas arquitectónicas do Concelho que não beneficiava ninguém estando encerrado."

Mais um bocadinho e ainda acabavam a dizer que a sua influência foi decisiva no processo de recuperação do monumento...
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Alcácer merece mais!