A CMAS contratou uma empresa de Lisboa por 110.000,00 €uros.
Por este valor pretende-se que essa empresa faça uma reflexão estratégica incidindo na definição de uma visão para o município, fundamentada num plano de desenvolvimento...
Acontece que o objectivo do trabalho contratado coincide com aquilo que nós reclamamos para a nossa terra há já muito tempo.
Com esta acção o executivo camarário vem-nos dar razão, uma vez mais. Mas isso não nos dá qualquer alegria. Porque este estudo vai ser iniciado no terceiro ano de mandato. Ou seja, vem tarde, vem muito tarde. Já se perdeu tempo a mais. Com custos elevados para todos nós. E há coisas que já não é possível recuperar.
Por outro lado, ao entregarem o estudo a uma empresa de Lisboa, demonstraram uma grande incapacidade em gerir os recursos existentes no Concelho.
Será que a população de Alcácer do Sal não tem capacidade para definir uma visão para a sua terra?
Será que aqueles que aqui vivem, que lutam todos os dias por uma vida digna, que sentem na pele as dificuldades duma crise económica, social e ambiental, será que esses não conseguirão definir uma visão para o município?
Que o executivo camarário não tenha capacidade para o fazer é, em nossa opinião, um facto evidente. Pelos vistos, os boys que contrataram também não têm. Enfim, a navegação à vista não dá para muito mais. Mas é triste que votem ao desprezo pessoas do nosso concelho com grandes capacidades.
Mais uma vez se vai comprar feito.
Mais uma oportunidade se perde para dinamizar e estimular a nossa sociedade.
Mais uma vez tudo se faz sem discussão pública, sem diálogo, sem explicação.
Ainda há poucas semanas o Sr. Presidente Paredes anunciava que "o Plano Estratégico existe e está a ser seguido com todo o empenho" (folha de Alcácer de Março 2008).
É caso para perguntar: que plano estratégico é esse que desconhece a questão básica, fundamental e necessária à sua concepção - a visão para o município? (caso contrário, que motivo levaria o executivo a contratar uma empresa de Lisboa para o fazer?).
Como se não tivessemos motivos suficientes de tristeza, verificamos que o prazo de concretização deste trabalho é de 4 meses! Ora, o que está em causa num trabalho desta envergadura condicionará a nossa vida colectiva durante muitos anos (assumindo que isto é um trabalho para levar a sério e não para deitar fora, como já vimos fazer a muitas outras coisas...). Nesta perspectiva, 4 meses pode ser pouco. Pode ser mesmo muito pouco e pode trazer consequências gravosas para o Concelho. As precipitações, as pressas e as ansiedades não costumam dar bons resultados.
Mas então para quê tanta pressa, se até agora (e já vamos no 3º ano de mandato) isto nunca pareceu ser urgente?
Em nossa opinião, a resposta é simples:
A verdadeira situação do executivo camarário é de desespero. Desespero porque já passou tempo demais sem conseguirem fazer obra que se veja. E as eleições são para o ano... Com elas é necessário mostrar resultados aos eleitores. Mas que resultados, se eles não são positivos? Então, já que não conseguem fazer obra, tentam desesperadamente apresentar projectos de obras (consequência do trabalho agora encomendado, ou seja, a 2ª fase que já está considerada). Complementam assim as feiras e as festas, que já fazem parte da cultura desta Câmara. E entretanto fazem mais outras compras (dinheiro vai havendo...). Juntarão a tudo isto um grande esforço propagandístico, tentando assim esconder toda a sua incapacidade para a função.
É uma tristeza.
Não é disto que Alcácer precisa para se desenvolver...
20 de abril de 2008
tristeza
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19 de abril de 2008
conversas na rua
No final desta semana comentava-se, na via pública, a última sessão de câmara.
Falava-se, com alguma curiosidade, sobre um protocolo da câmara com a ADT (Associação para o Desenvolvimento do Torrão). Pelos vistos a sua discussão fez acalorar os ânimos! Um dos presentes explicou a situação:
Segundo o protocolo, um terreno no Torrão com 2.500 metros quadrados de área é cedido pelo município à ADT.
Esse terreno poderá "ser usado na construção do lar de crianças, bem como de outras respostas sociais...". Atribuições essas que podem legitimamente ser alteradas ao longo do tempo.
Para além disto, o protocolo não estipula o prazo para a ADT alcançar os objectivos propostos.
Nem sequer define os objectivos duma forma detalhada e objectiva. (É normal, nestas situações, o terreno reverter para a autarquia caso não se atinjam os objectivos previstos nos prazos acordados.) Neste caso não há qualquer salvaguarda para essa situação. Pelo contrário. As comparticipações financeiras adicionais (4.200€/ano) são renovadas automaticamente! (aconteça o que acontecer?) O que no mínimo é estranho.
Acontece que a ADT é liderada pelo Sr. José Domingos Costa, político muito conhecido no Torrão, ex-vereador municipal pelo PS. Ouvimos dizer que este senhor liderou no Torrão a lista do Sr. Vice Presidente Massano às últimas eleições concelhias do PS. Eleições essas em que o Torrão teve uma acção determinante no resultado final. Resultado que acabou por ser muito contestado, quer na via pública quer nos órgãos internos do partido.
Perante estes factos, a oposição na Sessão de Câmara, nomeadamente o Sr. Vereador Matias, insinuou se com este protocolo não estaria o Sr. Vice Presidente Massano a pagar os votos que o ajudaram a ganhar as eleições concelhias no seu partido.
Esta insinuação desencadeou reacções muito emotivas, o que não é de estranhar. Consta que, a dada altura, o Sr. Presidente Paredes já estava receptivo a alterar o seu conteúdo. Mas a ideia não evoluiu, por oposição clara do Sr. Vice Presidente Massano.
O que é certo é que o protocolo acabou por ser aprovado sem serem introduzidas quaisquer melhoramentos. Ou seja, não se salvaguardou a total transparência do processo e a primazia do interesse público. O que seria simples e retiraria fundamento a possíveis insinuações.
Nesta altura da conversa na rua, um dos presentes especulou: está-se mesmo a ver que basta deixar passar um tempinho, fazer mais um arranjinho e depois é só vender o terreno...
Ao que um outro contrapôs: se calhar preferem fazer o lar... é capaz de dar mais a ganhar. Há muitas maneiras de caçar pulgas.
O certo é que ninguém pôs em causa a vantagem de se construir um lar no Torrão.
Não sabemos se estas insinuações fazem algum sentido. Mas sabemos que o protocolo tem lacunas. E também sabemos, pelas palavras do Sr. Vice Presidente Massano, que "há algumas zonas sombrias dentro do PS". E que, para melhor esclarecimento, acrescentou: "É uma espécie de mão invisível a tentar ou até mesmo a controlar tudo aquilo que puder..."
O tempo dirá se com este protocolo se serviu o bem público, se alguém se serviu dele ou se nem uma coisa nem outra (o que não seria inédito).
Mas uma coisa é certa. Com mais rigor, mais profissionalismo e mais competência na elaboração do protocolo, todo este processo teria decorrido sem que alguém pudesse levantar qualquer suspeita.
Infelizmente, tal não foi possível. Ou não quizeram?
"Servir ou ... servirem-se, pode ser a questão?" (in Litoral Alentejano, 15/4/2008)
Nota 1: a nossa curiosidade pelo protocolo foi tanta que nos foi fornecida uma cópia. Partilhamo-la com todos aqueles que também mostrarem interesse em lê-la. Para isso basta fazerem-nos o pedido para alcacerdosol@gmail.com
Nota 2: as citações (entre aspas) atribuídas ao Sr.Vice Presidente Massano foram retiradas duma entrevista publicada na edição de 15 de Abril de 2008 do jornal Litoral Alentejano.
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vida do concelho
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Etiquetas: estratégia?
obras...
- atrair investimento público e privado,
- inverter o processo de desertificação,
- gerar emprego,
- gerir o território (porque não actualizar o PDM?),
- proteger o ambiente (para quando uma ETAR para a cidade de Alcácer do Sal?),
- melhorar os serviços de saúde,
- melhorar o sistema educativo,
- desenvolver a mobilidade
- gerir os recursos humanos e materiais da CMAS
- construir (em vez de se afirmar pela destruição...)
- ...
enfim, uma série de aspectos, muitos dos quais pouco visíveis ao cidadão mais distraído, mas fundamentais para o desenvolvimento da nossa terra. E isto, que pouco tem de "tijolo e cimento", nós não conseguimos ver em Alcácer do Sal.
E não somos cegos! Não vemos porque simplesmente não existe!
Alcácer merece mais!
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Etiquetas: obras
conversas da rua
Ouvem-se muitos comentários sobre a visita do Sr. Silva ao Sr. Alberto João.
Entre outras coisas, falava-se do facto do Sr. Silva não ter ido à Assembleia Regional, órgão máximo do poder naquele arquipélago.
A certa altura há uma pessoa que relembra:" isto não é por acaso, porque ele raramente tem dúvidas e nunca se engana"
Ao que respondeu uma outra pessoa: "será que preferiu ouvir os concertos de violino do Chopin em vez de escutar discursos chatos dos políticos?"
E eis que um terceiro remata: "Deixem-se disso! Pelo menos ele nunca se julgou capaz de governar o mundo. Nem consta que tivesse dúvidas acerca disso..."
por: Portugal ao Sol
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18 de abril de 2008
navegação à vista
O Sr. Presidente Paredes ganhou as últimas eleições convencido de que tinha uma equipa capaz de governar o mundo...
E mesmo nessa página não eram abordadas as questões fundamentais. Limitava-se à apresentação de algumas obras avulso. Enfim, pobre, muito pobrezinho...
Em nossa opinião, a ausência de ideias deste executivo era, já nessa altura, por demais evidente. Não apareciam ideias capazes de alterar o actual estado das coisas, que é péssimo. E, para além da ausência de ideias, o executivo também mostrava falta de capacidade de concretização nas pequenas coisinhas... disfarçando com feiras e festas. Só que os Alcacerenses não governam a sua vida com feiras nem com festas!
As críticas a este respeito cresceram. E o executivo reagiu... confirmando, em nossa opinião, as anteriores demonstrações de incapacidade! Vejamos como.
Na última Assembleia Municipal e posteriormente na folha de Alcácer de Março de 2008, o Sr.Presidente Paredes responde, segundo ele, à pergunta: "o actual executivo orienta a sua acção com base num plano estratégico ou [se] governa por improviso, usando o método da 'navegação à vista'? ".
Esta crítica tinha sido feita pelo Alcácer do Sol (entre outros). A resposta remetia-nos para um suposto "Plano Estratégico". Desse plano pouco foi dado a conhecer. Não foram sequer apresentados quaisquer detalhes. O Sr. Presidente Paredes não falou sobre a ideia global, integradora de todas aquelas parcelas. Nem falou dos objectivos concretos que pretendia alcançar. Também não falou de estratégia, estando a apresentar um plano estratégico. Nem sequer havia um documento para fornecer aos deputados. Pelo que não foi possível debater o plano na referida Assembleia. O Sr. Presidente limitou-se a tentar responder à questão por ele mesmo apresentada.
Foi desta forma que se pretendeu mostrar trabalho! Ou seja, em nossa opinião, voltou a confirmar-se a incapacidade e a incompetência desta equipa.
Posteriormente foi apresentado o tão falado plano estratégico, entretanto baptizado de "Plano Operacional de Desenvolvimento". Note-se que este documento apenas aparece no terceiro ano do mandato em curso... (O que terão andado a fazer até agora?)
E depois de tudo isto, que fez a equipa liderada pelo Sr. Presidente Paredes?
Perante a tarefa de definir o rumo a seguir, com vista ao desenvolvimento de Alcácer, o executivo reconheceu a sua incapacidade e contratou uma empresa sediada em Lisboa para fazer o Estudo Estratégico do Município de Alcácer do Sal! "Deu-lhes" quatro meses para apresentar o trabalho que não conseguiram fazer desde 2005! Vão-lhes pagar, só pelo estudo, 110.000,00 €uros.
Para quem se julgava capaz de governar o mundo...
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Portugal ao Sol
Na sequência do crescente sentimento de indignação perante a incapacidade e incompetência, passamos a contar com um novo colaborador neste blog.
Este colaborador abordará questões globais referentes ao nosso país - Portugal!
Os seus artigos terão a assinatura de "Portugal ao Sol".
Para ele votos de muito sucesso!
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15 de abril de 2008
cinzento, cada vez mais escuro
A folha de Álcácer voltou a mudar a sua imagem.
Os últimos dois números apresentaram um cabeçalho novo. O que está correcto, até certo ponto. Reflecte com muito mais rigor a realidade do nosso Concelho: CINZENTA!
A este ritmo não tardará o recurso ao negro, caso queiram retratar fielmente a evolução social, económica e ambiental da nossa terra.
O que já começou a ser feito, não através da côr, mas através dum apóstrofo desajustado e errado.
Assim se gastam os recursos de Alcácer do Sal... como se não fizessem falta para desenvolver aspectos mais importantes para a vida das pessoas.
Até quando?
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porquê?
De acordo com os nossos princípios não comentamos assuntos internos de partidos políticos.
No entanto, em nossa opinião, há factos que extravasam o campo partidário, invadindo outros sectores da nossa sociedade. Factos esses que nos ajudam a entender melhor algumas das coisas que observamos no dia-a-dia.
Falamos da equipa capaz de governar o mundo, que iniciou funções na Câmara Municipal de Alcácer, há cerca de dois anos e meio. Dois elementos dessa equipa estão em conflito aberto, a julgar pela imprensa regional (ver notícia publicada no semmaisjornal de 12/04/2008). As acusações são graves, tendo em conta as expressões utilizadas: "[ter] viciado as eleições", "intimidando pessoas", "assinatura falsificada"... Serão verdadeiras? Para nós isso não é importante. Porque os factos em causa são do foro interno do partido que dirige os destinos de Alcácer do Sal. E nós somos apartidários.
Mas este facto levanta-nos dúvidas particularmente incómodas:
- se estas pessoas recorrem a este tipo de comportamento no seu partido, porque razão não terão feito o mesmo quando trataram de processos internos da Câmara Municipal, instituição pública que vive dos impostos de todos nós?
- será este um dos motivos para a baixíssima produtividade de quem gere os destinos da nossa terra?
Reflectindo sobre estas questões, temos desenvolvido a opinião de que o Senhor Presidente Arquitecto Paredes demonstra falta de pulso e grande incapacidade na liderança da sua equipa.
Opinião que é reforçada pela ausência de obra visível no nosso Concelho.
Com consequências negativas para todos nós.
Temos que encontrar uma solução para sairmos deste abominável estado de estagnação. Que se seguirá nos próximos meses?
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7 de abril de 2008
pensamento
A energia condiciona o desenvolvimento de qualquer região do mundo. Alcácer não é excepção.
O seu preço tem, por essa razão, uma importância enorme. Motivo pelo qual resolvemos reflectir um pouco sobre o preço dos combustíveis. Vejamos os dados históricos disponíveis:
- 77 €uros era o preço do barril de petróleo bruto em 2002 (77 €uros correspondiam a 70 dólares)
- 0,88 €uros era o preço por litro da gasolina sem chumbo 95 (em Março de 2002)
- 66 €uros é o preço actual do barril de petróleo (66 €uros correspondem a 105 dólares, actualmente)
- 1,39 €uros é o preço actual (Março 2008) da gasolina sem chumbo 95
- em 2002 liberalizou-se o preço dos combustíveis, afirmando-se que era a melhor solução para todos nós
- e logo a seguir prometeram-nos que os impostos não subiriam
- o preço do combustível subiu, para o consumidor final, 51 cêntimos por litro - mais 58%
- enquanto a matéria prima desceu 11 €uros por barril - menos 14% ?

Uma coisa é certa. Não são os Portugueses, duma forma global, que estão a ganhar com estas medidas.
Mas não temos dúvidas de que este negócio é vantajoso para alguns.
Afinal, o dinheiro a mais que todos estamos a pagar, tem que ir para algum lado...
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6 de abril de 2008
deseducação
- o desemprego continua a afectar uma percentagem muito significativa da nossa população; alguém vislumbra uma tendência positiva na evolução deste problema?
- as obras que se vêm são poucas, aparecem aos solavancos e muitas vezes não atingem o objectivo que era suposto alcançarem; excepção para aquelas que se compram feitas, estilo "chave na mão" - é só pagar aos especialistas (quem pouco sabe fazer, necessita dum especialista para o que quer que seja...)
- não há uma visão estratégica para a nossa terra; em contrapartida observam-se iniciativas avulsas, estilo navegação à vista... (o editorial da última folha de Alcácer confirma plenamente esta afirmação - falaremos disso brevemente)
- não há capacidade para captar empresas de média ou grande dimensão, mesmo perante a excelente localização de que Alcácer goza (parece que até o comboio vamos perder...) - excepção para o sector turístico, que já se vem a desenvolver há muito tempo
- não há capacidade para atrair investimento público, indispensável para o desenvolvimento de qualquer região do mundo
- não há capacidade para gerir eficazmente o nosso território - a não revisão do obsoleto PDM é uma das grandes evidências
- não há capacidade para apresentar argumentos válidos que justifiquem o enorme aumento dos quadros técnicos da câmara; a confirmá-lo está a ausência de resultados derivados desta acção
- não há capacidade para cumprir promessas feitas
- enfim, não há capacidade...
Fraca lição para os alunos da Escola Secundária...
Resta-nos a consolação de que os jovens são, por natureza, muito críticos.
Tão críticos que, muitos deles, saem de Alcácer para ir estudar e...não voltam (excepto para passar férias e fins de semana).
Porque será?
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incapacidade

As imagens falam por si.
- do toldo do camarão
- da intervenção na rotunda 25 de Abril
- dos buracos espalhados por todo o lado
- das obras na entrada Norte da cidade
- da estrada da Ameira
- da margem Sul
- do novo pavilhão da feira
- do cinema
- ...
- ...
poderíamos continuar a lista, pois exemplos destes é o que não falta. Mas não vale a pena. Mais evidências de incapacidade para quê?
O que nos falta é exemplos de acções concretas que visem o desenvolvimento sustentado deste Concelho.
Protestamos porque sabemos que é possível fazer mais, fazer melhor e fazer mais depressa. E porque também sabemos que assim não vamos lá.
Nós, Alcacerenses, merecemos mais! Muito mais!
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2 de abril de 2008
conversas da rua
Há dias escrevemos um texto intitulado "conversas da rua".
Falavamos duns alunos da Pedro Nunes, seleccionados para ir a Braga e que acabaram por ficar em Alcácer por falta de transporte da câmara.
Na realidade os alunos em questão foram a Braga, mas de taxi. Porque a câmara não cumpriu a sua promessa de fornecimento de transporte.
As nossas desculpas por este nosso engano.
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primavera
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1 de abril de 2008
mais arquitontices
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