3 de junho de 2008

atracção pelas curvas

Ainda não há muito tempo que criaram uma nova passadeira em plena curva. Foi na antiga estrada nacional nº 5, junto à igreja, conforme noticiamos. Com este tipo de acções diminui-se a segurança rodoviária, contrariando as mais elementares regras de mobilidade.

Ontem deparamos com novas pinturas no asfalto. Desta vez são umas coisas amarelas a dizerem BUS e que coincidem com a paragem dos autocarros. Coincidência: também foram colocadas em curvas. Ou seja, o trânsito é interrompido sempre que o autocarro se imobiliza para pegar e/ou largar passageiros. Porque não se pode ultrapassar em curvas... e para além disso há um risco contínuo.

Repetiram o erro.
Será que não aprendem?
Nestas situações até havia espaço disponível para fazer uma reentrância no passeio de forma a que, o veículo de passageiros, pudesse parar fora da faixa de rodagem. O que permitia melhor fluidez do trânsito e maior segurança. Também era possível deslocar a paragem, afastando-a da curva. É assim que se faz em qualquer cidade moderna por esse mundo fora. Nada demais. Mas, pelo que nos é dado ver, difícil de executar.
Até dá dó...


Mais valia continuarem sem fazer nada... outra vez!

prémios grandes a encolher

O número de participantes no grande prémio da Páscoa desceu de mais de 400 para 250 entre 2006 e 2008, ou seja, cerca de 40%.


Algum motivo haverá para tanta coisa andar a encolher em Alcácer do Sal.
É a feira da aventura.
O concurso dos presépios.
O mês do desporto.
A feira do turismo.
O grande prémio da Páscoa.
A paciência dos Alcacerenses.
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... A continuar assim, e de tanto encolher, ainda acabam por desaparecer ...

desventura

Nos últimos 2 anos, o início de Junho coincidiu com a realização da famosa Feira da Aventura. Era mais um dos acontecimentos que se comprava feito a empresas especializadas. O que facilitava imenso a sua execução. Quase que era só pedir, pagar (com o dinheiro dos nossos impostos) e propagandear.

Este ano não ouvimos falar dela... e também ainda não a vimos...Terá mudado o calendário?

Ou será que a aventura se está a acabar, para certas pessoas?

atrasados, outra vez

Na Assembleia Municipal de 28 de Abril de 2008, o Sr. Presidente Arqº Paredes comprometeu-se em discutir com a população, no mês seguinte, o Plano Operacional de Desenvolvimento.

O mês seguinte - Maio - já passou.

Nós não demos pela discussão. Fomos excluídos ou auto-excluiram-se?

O assunto é demasiado importante e urgente para se deixar arrastar por mais tempo. Por isso não entendemos mais este atraso.

Será que o Sr. Presidente Arqº Paredes ainda continua a achar que "consultar as pessoas era [é] uma perda de tempo"? (*)

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(*) - de acordo com saldalcacer@blogspot.com

31 de maio de 2008

miragens no deserto das ideias

Hoje, a câmara municipal enviou uma mensagem por telemóvel aos Alcacerenses (aderentes do sistema de sms da cmas). Referia-se aos novos transportes urbanos de Alcácer do Sal. E convidava as pessoas a participar, amanhã, na viagem inaugural.

Acontece que os transportes urbanos em causa já estão em funcionamento há vários anos! Tanto que foram criados pelo executivo anterior... e não mudam.
O que é confirmado oficialmente. Vejamos.

Notícia da folha de Alcácer de Março: "...não se registarão alterações nos percursos e paragens".
"O serviço é rigorosamente o mesmo, a única coisa que muda é que os autocarros vão ser brancos...Circuitos e paragens não muda nada."declaração do Presidente Paredes registada em http://www.mirasado.pt/ , Fev 2008.

Como é possível falar em novos transportes urbanos de Alcácer do Sal se nada muda para os utilizadores? As paragens, os circuitos e os horários são os mesmos. Os autocarros actuais (que foram estreados neste serviço) são substituídos por outros novos. E continuam a ser de borla.


Então, onde estão os novos transportes urbanos?
Resposta: Os novos não existem, porque são os "velhos".

Ao não introduzir melhorias ao funcionamento da rede de transportes, a câmara demonstrou, uma vez mais, a sua incapacidade.
Decorreu o tempo, mais do que necessário, para recolherem dados, avaliarem a situação, identificarem oportunidades de melhoria, planearem a sua execução e implementarem as acções. Porque há muito a fazer para melhorar o serviço. E não mudar significa não evoluir, estagnar, decair.
Então porque não o fizeram?
Porque não sabem fazer melhor, achamos nós. E chegamos a essa conclusão ao analisarmos os resultados apresentados - ou a falta deles.
Neste caso, a única acção visível foi entregar o serviço a privados (*)

Carga a mais para esta gestão autárquica?

Tudo isto tem uma explicação. E sobre isso nós temos uma opinião. Ei-la:

É um facto que esta câmara não consegue fazer obra que se veja.
A confrontação com esse facto causa nervosismo e desconforto aos responsáveis pela gestão autárquica.
O nervosismo tolda as almas e deforma o raciocínio.
Sendo possível atingir-se o desespero, em situações mais avançadas.
Aí perde-se a razão. É-se dominado pela emoção. E aparecem, frequentemente, as decisões irracionais. Com consequências negativas, que também afectam o autor da decisão. É aquilo que se costuma chamar um tiro no pé. Uma coisa frequente naqueles que, ao fazerem a travessia do deserto, têm miragens falsas dum oásis salvador.

E o que são os "novos" transportes urbanos senão uma miragem irrealista, de quem atravessa um deserto de ideias?

(*) - sobre as contas e os custos do serviço falaremos noutro artigo

29 de maio de 2008

outro estudo da comunidade europeia

Foi divulgado mais um estudo da Comunidade Europeia.
Abordava um tipo de exclusão específico - a exclusão financeira.
E analisava, entre outros aspectos, a percentagem da população que não tinha sequer uma conta bancária.
Portugal, neste aspecto, destacava-se pela negativa.
No entanto, noutros aspectos da área financeira, Portugal destaca-se de forma exactamente oposta: falamos dos lucros dos operadores bancários.


À primeira vista pode parecer estranho. Mas não é. Vejamos.

O maior banco português é a CGD.
O dono da CGD é o Estado Português.
Este banco, cujos lucros constrastam com o período de crise prolongada em que vivemos, discrimina os seus clientes em função do seu rendimento económico.

Sejamos concretos.

  1. Uma pessoa que tenha uma conta na CGD com um saldo entre 1.000 € e 1.500 € paga de comissão de despesa de manutenção 20 €uros por ano.

  2. Uma pessoa que tenha uma conta na CGD com um saldo entre 500 € e 1.000 € paga de comissão de despesa de manutenção 28 €uros por ano (mais 8 €uros).

  3. Uma pessoa que tenha uma conta na CGD com um saldo inferior a 500 € paga de comissão de despesa de manutenção 52 €uros por ano (mais 32 €uros).

São excepções os jovens até aos 25 anos, os alunos do ensino superior, os serviços mínimos (seja lá o que isso for) e os titulares de conta-ordenado (o que exclui, entre outros, os desempregados e muitos dos empregados precários do país).

Para ter uma conta bancária, quanto mais baixo for o rendimento, mais ela paga . E o valor a pagar não é desprezável!

Note-se que, na situação actual do País, são muitos os Portugueses que não têm economias. Porque o seu salário é escasso para suportar uma vida com dignidade. Ou seja, o único dinheiro que podem ter no banco é o seu salário, e apenas no início de cada mês!

Não ter conta bancária significa não ter acesso à rede de caixas multibanco. Já imaginou sair do trabalho a correr para ir pagar a conta da água ou da luz e quando lá chega encontra a loja fechada? Já imaginou não poder carregar o telemovel no multibanco? Já imaginou não poder receber um cheque traçado (como pagamento dum biscate por exemplo) porque este tem que obrigatóriamente ser depositado? Já imaginou como seria a sua vida sem acesso ao crédito para a habitação?

Não estamos à espera que os bancos façam caridade. Mas também não esperavamos que os bancos discriminassem negativamente as pessoas de menores recursos. Principalmente quando o dono do banco é o Estado.

Mas não é tudo.

Se tiver uma conta à ordem na CGD, com alguns milhares de Euros e por períodos alargados de tempo (2 ou 3 anos por exemplo), o rendimento que lhe é pago é ZERO! Porque as contas à ordem não rendem juros...

Se tiver uma conta à ordem na CGD (por exemplo conta ordenado) em que o seu saldo entre em negativo, são-lhe cobrados juros mensais. Mesmo que tenha uma outra conta, também na CGD, em que o seu saldo seja substancialmente superior ao valor em negativo. Conta essa em que não lhe pagam juros...e até lhe podem cobrar comissões.

Isto acontece num sector da economia sólido e em forte crescimento. Para o ajudar, a taxa de IRC praticada no sector bancário é menos de metade da taxa aplicada aos outros sectores. Continuamos sem conseguir entender a razão desta excepção. Os bancos não estão em crise (vejam-se os lucros declarados; até podem esquecer as off-shore). Em contrapartida, outros sectores da economia estão em crise, nomeadamente a população Portuguesa. E não são merecedores de apoios equivalentes àqueles que são dados aos bancos. Pelo contrário! Ainda são discriminados, negativamente, pelo sector apoiado pelo Estado.


por: Portugal ao Sol

ser amado sem saber

aviso apresentado, por um cidadão, a um consumidor de combustível, hoje em Alcácer do Sal

conversas na rua

Comentava-se hoje, em Alcácer do Sal, a sessão de câmara extraordinária.
Foi convocada para aprovar a carta educativa do concelho.
O assunto é tão sério que merece os devidos cuidados e atenções.

Ouvimos dizer que a reunião mal começou...
...porque os deputados da oposição abandonaram a sala, em protesto.

Alguém intrigado questionou: Não é costume isso acontecer. O que é que se passou?"

Houve quem explicasse:
A oposição queixa-se de não ter recebido a documentação com a antecedência necessária para a analisar e assim fundamentar a sua opinião. Por isso propôs adiar a reunião 1 semana. É que, segundo afirmaram, não foram cumpridos os requisitos legais...
A proposta da oposição não foi aceite.
Em protesto, os 3 deputados do PCP abandonaram a reunião, deixando os deputados da maioria PS a falar uns com os outros.

Eis que um terceiro acrescenta:
O mais caricato foi o motivo apresentado para recusar o adiamento da reunião.
Sabem qual foi?
Pelo que ouvi dizer, a Srª Ministra da Educação não deixa avançar a nova escola secundária enquanto Alcácer não tiver uma Carta Educativa. E para isso, os vereadores têm que votar e aprovar. Agora estão cheios de pressa. Estarão com medo que a escola não esteja pronta antes das eleições?

Quando outro interviniente remata:
Não pode ser. Então o executivo não disse, alto e bom som, que já tinha feito a sua parte relativa à nova escola e que só faltava o governo cumprir a sua palavra? Enganaram-se outra vez?
Ou sou eu que estou errado?

Dos presentes, todos responderam à última pergunta.

28 de maio de 2008

exclusão


Portugal é o único país da Europa 25 cuja diferença entre os mais ricos e os mais pobres ultrapassa a dos Estados Unidos, ou seja, onde a repartição da riqueza é mais desigual.

Relatório sobre a situação social na união europeia em 2007
extracto retirado do DN de 28 de Maio de 2008



A taxa de risco de pobreza mais elevada em Portugal era de 42%, registando-se nos grupos compostos por idosos vivendo sós e famílias com dois adultos e três ou mais crianças.
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extracto retirado do DN de 28 de Maio de 2008
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Em simultâneo, o 1º ministro continua a responsabilizar os seus antecessores do psd. Que dessa vez nem sequer cumpriram 4 anos de mandato... e que foram antecedidos pelo ps na governação...

Sejamos honestos.

Portugal é governado há 30 anos pelos mesmos partidos. A situação actual do país deriva das acções de muitos dos governos anteriores, e não apenas do último. Assim como depende do governo actual.

Não venham com a desculpa da crise mundial, que existe mas não justifica tudo.

Senão vejam a forma como os nossos vizinhos Espanhóis enfrentam esta mesma crise. E comparem a sua situação com a nossa.

27 de maio de 2008

Alcácer de plástico? Não, obrigado.

Os Açores "têm de ser servidos pelos melhores... Se estes não forem filiados no PS, paciência" afirmou Carlos César, esta semana, na sua terra.

Manuel Alegre afirmou recentemente que Carlos César "não é um socialista de plástico".

Temos pena de não ouvir estas expressões acerca de Alcácer do Sal...

E aquilo que nos é dado a observar contradiz as palavras de Carlos César.

Com consequências visíveis: não há obra que se veja na nossa terra!

Será do plástico?
Ou será falta de habilidade e débito de conhecimento?

É urgente a tomada de acções que invertam o abominável estado de estagnação em que estamos mergulhados.
A continuar neste ritmo não vamos lá.

Alcácer merece mais!

estado social

O Diário de Notícias de 26 de Maio de 2008 apresenta uma reportagem sobre a Noruega. País com semelhanças à Finlândia, seu vizinho e "inspirador" do nosso governo - de forma passageira, para nossa infelicidade.

Fala-se muito da América, da Alemanha, da França, etc. e muito pouco dos países nórdicos.

Há, na nossa praça, muitos senhores ilustres a convencerem-nos de que Portugal está a seguir o caminho certo, não havendo alternativas viáveis ao rumo escolhido...

Demonstra a realidade outras formas de organizar, estruturar e governar as sociedades com sucesso. Para além do abominável modelo liberal - já lhe chamam socialismo de meia tijela... um neologismo a reter.

E se a nossa realidade difere da realidade do norte da Europa, a ponto de não ser possível a comparação com ela, também difere da realidade da América, da Alemanha e até da França.
Uma coisa é ser cego.
Outra coisa é não querer ver, ou sofrer de visão selectiva. Desprezando o interesse global da sociedade em benefício de uma pequena minoria.

Os dados disponíveis permitem corrigir facilmente os desvios de visão. E infelizmente abundam. Parece que só falta a vontade...
Uma sociedade com 20% da população a viver em pobreza, com a maior diferença na distribuição da riqueza da Europa, com perdas contínuas de qualidade de vida, na saúde, na justiça, na educação, no trabalho e na solidariedade social não é certamente uma sociedade de que alguém se possa orgulhar.
Excepção para os 3% da população que estão cada vez mais ricos. E que consideram, dum modo geral, o estado social como um alvo a abater...


Há mais Portugal para além do défice!


por: Portugal ao Sol

26 de maio de 2008

ivas


O Diário de Notícias de hoje publica uma pequena notícia sobre o México.
O tema é actual. Concilia a questão do aumento do preços dos alimentos com os impostos sobre eles aplicados.
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Em Portugal, o preço dos alimentos também tem subido substancialmente. O que é normal atendendo à característica global do fenómeno.
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Tratando-se de bens alimentares de primeira necessidade, com um grande impacto nos mais carenciados, a questão do IVA que lhes está aplicada aparecerá inevitavelmente em discussão.
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Não estamos com isto a dizer que se devem baixar as receitas fiscais.
Mas há correcções ou ajustes que se podem e devem fazer.
Porque não faz sentido que a taxa de IVA aplicada ao leite, ao pão, ao arroz, etc. seja a mesma que é aplicada à coca-cola ou ao red bull...
Porque não faz sentido que as fraldas para bébés paguem 21% de IVA, quando ao mesmo tempo se diz que é necessário aumentar as taxas de natalidade.
Porque não faz sentido que, para um casal, seja mais caro ir a Setúbal de comboio do que de carro particular...
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Porque não faz sentido vivermos num minúsculo país com mais de 2 milhões de pobres!
E fundamentalmente, porque é possível fazer mais e melhor!
por: Portugal ao Sol

25 de maio de 2008

provas para as estatísticas?


Terminaram recentemente as provas nacionais do ensino público.
Estiveram envolvidos os alunos desde o 1º ciclo até ao secundário.
Falámos com alunos e professores.
A opinião de ambos, sobre as provas, foi praticamente unânime: "muito fáceis".

Estranho, não é?
Talvez nem tanto. Lembremo-nos das embrulhadas em que o ensino anda metido em Portugal.
Com exames fáceis esperam-se notas boas. E, pelo menos nas estatísticas, vamos ver melhorias significativas. O que dá direito a futuros auto elogios do governo. Independentemente de os alunos terem ou não evoluído na aquisição de novas competências.

São as aparências que mais interessam ao ministério da educação?

Até parece que sim.

Já nos processos de avaliação dos docentes, parecia haver mais preocupações com os professores do que com a aprendizagem dos alunos...

Tudo isto dá um imenso jeito ao ensino privado.
Até parece que Portugal pode esperar...

autoridades para quê?

Os preços dos combustíveis foi muito discutido no último debate parlamentar com o governo.

A determinada altura o governo falou. E disse que era preciso esperar pelas conclusões do estudo encomendado à Autoridade da Concorrência.

Ficamos admirados. Então é preciso pedir àqueles senhores para fazerem o trabalho que devia estar feito? Não é para isso que lhes pagam o ordenado? Não é essa a sua obrigação? Julgamos que a pergunta deveria ter sido feita ao contrário: porque é que o estudo não está pronto? Estiveram a descansar ou a analisar a concorrência das batatas?

O preço final dos combustíveis sobe mais do que o preço do crude - façam as contas em Euros, que é actualmente a nossa moeda. E tenham em consideração a desvalorização do dólar. As subidas dos preços nos postos de distribuição são sincronizadas. Mas mesmo assim há que continuar a esperar. Não vêem motivos para agir rapidamente...

Vamos ter que esperar pela análise da autoridade da concorrência. A mesma autoridade que se pronunciou, há poucos meses, contra a aquisição das Auto-Estradas do Atlântico pela Brisa... e que acabou por ver a sua recomendação contrariada pelo actual governo. Ao que a Brisa agradeceu e... monopolizou.

Se há uns meses desprezaram as conclusões da autoridade porque é que agora dizem que ela é determinante?

Estamos desconcertados perante a sensação de que, em ambas as situações, se privilegiaram os grandes grupos económicos... e não nos parece que o país, ou seja, os Portugueses, tenham tido alguma vantagem com estas decisões.

por: Portugal ao Sol

24 de maio de 2008

desprezo por quem paga

As contas do exercício de 2007 da CMAS foram apresentadas na última assembleia municipal .
Essa apresentação foi feita pelo Sr. Vice Presidente João Massano.
Cheia de auto elogios.
E com um agradecimento único, aos funcionários da câmara, pelo seu contributo nos resultados obtidos.

Acontece que estes resultados foram conseguidos, em grande parte, à custa do aumento das receitas fiscais!
Ou seja, os impostos directos (IMI, IMT, IMV e derrama) cresceram 36% num ano!
Isso mesmo!
Em 2006 os impostos directos alcançaram o valor de 2.384.246,48 €.
Em 2007 o valor foi de 3.252.990,42 €uros!

Perante este facto, é impossível esconder a importância dos contribuintes nos resultados conseguidos.

Para o Sr.Vice Presidente João Massano, os contribuintes, que lhe pagam o salário todos os meses, não tiveram direito a qualquer agradecimento.
Opções que revelam o espírito e o carácter de quem gere a nossa terra...
...com desperdícios e ineficiências gritantes...

Todos nos lembramos!

Lembramo-nos dos mais de 200.000,00 €uros devolvidos à CCDRA. Para destruirem o projecto do Cartão do Munícipe. Sem nada, absolutamente nada, em troca! Adicionando os restantes investimentos feitos no projecto, o prejuízo da câmara acabou por ficar próximo dos 300.000,00 €uros!

Lembramo-nos da construção dum skate park à custa da destruição dum mini golf. Como se não houvesse mais onde intervir, em Alcácer do Sal.

Lembramo-nos da reorganização do pessoal da câmara. Com o número de técnicos superiores a crescer em flecha (jobs?). Sem resultados à vista... A ponto de pagarem, mais de 100.000,00 €uros, para alguém lhes dizer o que fazer. Quando já o deveriam saber quando chegaram ao poder.

E muitos outros casos...
Em simultâneo, não há obra feita que se veja!

Nós, os contribuintes, continuamos a pagar.
E pagamos imenso para desperdícios e ineficiências.
É uma tristeza.


Até quando?

...................................
NOTA:
Não quer isto dizer que, os funcionários da câmara, não mereçam um agradecimento. E que o seu esforço e dedicação não seja louvado. Na realidade, a responsabilidade pelos desperdícios e pelas ineficiências geradas não são deles. Mas de quem os dirige. Com pouca habilidade e débito de conhecimento.