15 de junho de 2008
13 de junho de 2008
"porreiro, pá..."
Re-aborto.
Num país extremamente católico, deu-se o re-aborto da constituição europeia.
... quem diria ...
Inicialmente foram os povos Francês e Holandês a aborta-la. Nessa altura, os donos do mundo, senhores do muito dinheiro, conquistadores da Europa, arranjaram maneira para dizer que aquilo não valia. E nem quizeram repetir. O povo não estava à altura!
Mascararam os factos.
Mudaram o nome.
Mantiveram a intenção - liberdade de crescimento para o liberalismo (neologismo de capitalismo selvagem).
Sócrates foi um aluno bem comportado - cromo?
Fez a cimeira de Lisboa, arrumadinha, certinha, bonitinha, ocazinha...
Correu-lhe bem, a julgar pelo comentário de que "foi porreiro, pá..."
Rompeu com uma promessa eleitoral: referendar o tratado. Provavelmente porque a População Portuguesa pesa pouco na sua balança.
Preferiu alinhar atrás dos seus Senhores. Terá valido a pena?
Os Senhores decidiram que, no resto da Europa, a população não tinha o direito de exprimir a sua opinião sobre o tratado. Fraca democracia esta que despreza as pessoas e tenta impor, artificialmente, vontades alheias.
Foram poucos, ou nenhuns, os momentos em que se discutiu, com a população, o conteúdo do documento. A ideia de que o tratado era pouco claro e objectivo dominou. Seria essa a verdadeira intenção? Daria jeito que não fosse discutido? Estariam a tentar esconder alguma coisa? Estariam a tentar tapar o sol com a peneira?
No entanto, não se deram ao trabalho de "comprar" (sim, comprar também dá trabalho) um aspecto aparentemente menor. A Irlanda!
Pois bem, a Irlanda limitou-se a repetir o que outros povos já tinham dito.
- Não.
Pecado!
Há políticos que, depois de mais uma rejeição inequívoca à constituição europeia, continuam empenhados em leva-la por diante.
Estranhamos. Porque razão há políticos que não "aceitam" as decisões dos seus eleitores se eles, repetidamente, negaram o tratado? Se o problema está na população, ainda alguém se vai lembrar de eleger outro povo (obrigado pela ajuda, Brecht!).
Veremos novas formas, camufladas, para contornar o obstáculo presente.
Contra a vontade de vários povos (alguns dos quais nem sequer tiveram direito a pronunciarem-se).
É a força do dinheiro contra as pessoas, seres humanos, essência da Humanidade!
É a ganância.
Todos nós sentimos o efeito deste capitalismo selvagem.
As pessoas perderam valor na nossa sociedade. O discurso político actual fala mais das empresas e do défice do que das pessoas.
O dinheiro atenua valores e princípios seculares, favorecendo interesses particulares, em detrimento das populações.
Até agora temos visto países que se sentiram pequenos e desenvolveram processos de expansão geográfica. Actualmente vemos mais. Vemos grandes organizações privadas a sentirem que a Terra já é pequena para satisfazer suas desmesuradas ambições. Ambos os casos desembocam em guerras. E nós estamos numa guerra económica. Somos sugados até não termos mais nada para dar. E, ao nosso lado, uma ínfima minoria, acumula desmesuradamente valor. O mundo, duma forma global, não está a evoluir duma forma positiva (não nos referimos à evolução tecnológica, mas sim à evolução económica e social).
Instituiu-se o conceito que tudo se compra, assim haja dinheiro.
O que realmente acontece em imensos casos. Consequentemente, é vulgar observarmos nossos semelhantes a venderem a sua alma ao diabo. Esquecendo-se da factura que, mais tarde ou mais cedo, lhes aparecerá.
Com dinheiro é possível criar factos imaginários ou encobrir factos reais.
Mas há excepções.
Há países Europeus que recusaram o €uro.
Há países Europeus que recusaram aderir à comunidade Europeia.
Há países Europeus que se recusam a ser seguidores deste capitalismo selvagem.
Assim como há muitas pessoas, por todo o mundo, que resistem.
Muitas pessoas que acreditam que o dinheiro não é o valor fundamental na nossa existência.
E estas pessoas podem mudar a nossa Terra!
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11 de junho de 2008
bora lá mudar
A maior câmara municipal do país - Lisboa - analisa a criação de uma rede de bicicletas de uso partilhado.
Nos aglomerados populacionais, a bicicleta é uma alternativa credível ao automóvel, há já muito tempo.
Esta solução tem sido adoptada em muitas cidades da Europa. Com especial incidência na última década do século XX.
São inúmeras as vantagens da sua utilização. Desde a protecção ambiental, à saúde dos seus utilizadores, à gestão do espaço público, ao seu custo reduzido, passando pela elevada flexibilidade, etc., etc.
Não sendo a solução de todos os problemas (o que de todo não existe) é uma alternativa que o bom senso não permite desprezar.
Em Alcácer do Sal foi implementado um sistema de uso partilhado de bicicletas em 2005. As bicicletas eram disponibilizadas a custo zero. No entanto, o seu utilizador responsabilizava-se por ela, durante o período de utilização.
O processo funcionava com base nas novas tecnologias da comunicação e informação. Era acessível automaticamente, através do Cartão do Munícipe, em quiosques multimédia construídos para o efeito.
Foram construídos 14 parques para bicicletas. O sistema permitia que uma bicicleta recolhida num parque pudesse ser devolvida em qualquer outro parque existente para o efeito.
O projecto foi financiado e foi alvo de elogios pela CCDR-A. Não sendo perfeito, era inovador, moderno e capaz.
Este sistema foi desmantelado e destruído pelo executivo do Sr. Pedro Paredes.
Foram devolvidos mais de 200.000,00 €uros à Comunidade Europeia.
Houve outros custos acrescidos, e não desprezáveis, que o executivo não divulgou.
Houve perda de credibilidade perante as instituições financiadoras.
E tudo isto em troca de quê?
De nada!
E para quê?
Não sabemos.
Mas Pedro Paredes, presidente do Município, tem obrigação de saber porquê.
E deve explicar aos cidadãos de Alcácer porque destruiu todo o sistema, em troca de nada. Com argumentos sólidos e coerentes, sem tentar tapar o Sol com a peneira.
São estas as regras das sociedades democráticas. É esta a forma de agir de quem se dispõe a servir a comunidade, em vez de se servir dela.
Alcácer merece uma explicação credível. E, como quem não deve não teme, ou a explicação aparece ou ... há falta de coragem para enfrentar os factos.
Precisamos de entender porque continuamos mergulhados neste abominável estado de estagnação. Destroem-se equipamentos. O que é urgente e importante para o concelho não aparece feito. E, o pouco que se faz, resvala rapidamente para um, aparentemente inevitável, fracasso. O facto é tão evidente que já é motivo de chacota nas ruas de Alcácer. Exemplos não faltam.
É o muro da vergonha.
São as obras do museu.
A feira da aventura e a feira do turismo.
O concurso de presépios.
O mês do desporto, que este ano se desvaneceu.
A estrada da Ameira,(menos de 2 Km em obras há mais de meio ano).
A falta de condições para velarmos os nossos mortos.
A confusão da Rotunda 25 de Abril.
O desordenamento do Largo Luís de Camões.
O Pavilhão da Feira.
O Plano de Urbanização de Alcácer com um PDM desactualizado.
A estrada de casebres.
O toldo do camarão, o toldo dos taxis e outras arquitontices.
A margem sul.
A entrada norte da cidade (quando chove mais do que o normal).
A desorganização da circulação e estacionamento automóvel (em toda a cidade).
A nova escola do Morgadinho (a funcionar em Set 2008, conforme prometido).
As obras do edifício da sopa - ponto net - que arrancaram e pararam.
As escavações em frente à Escola Secundária.
O gabinete da juventude.
A intervenção no antigo cinema.
A remodelação do mercado municipal.
O novo canil.
O... ... ...
A... ...
...
Até que, Pedro Paredes e a sua equipa (capaz de governar o mundo...) reconheceram a sua incapacidade, acabando por se socorrer duma empresa de Lisboa, para lhes fazer aquilo que é da sua responsabilidade - elaborar um projecto de desenvolvimento estratégico para a nossa terra.
Como se não houvesse pessoas, em Alcácer do Sal, capazes de levar esta tarefa a bom porto! Como se não houvesse mais onde gastar, só para começar, cerca de 130.000,00€uros.
Todos nos lembramos das promessas eleitorais.
Todos nos lembramos dos discursos de rei na barriga, após a chegada ao poder.
Todos vimos aquilo que se está a passar na nossa terra.
E não gostamos.
Até quando?
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reflexão do zé povinho
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10 de junho de 2008
vale a pena?


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Etiquetas: Portugal ao Sol
respeitem os nossos mortos!
A casa mortuária de Alcácer do Sal foi destruída. Funcionava nas instalações da sta. Casa da Mesericórdia.
A administração local, ou seja, a equipa do Sr. Presidente Paredes, ainda não encontrou uma solução digna e duradoura para resolver este problema.
Começa a ser por demais evidente que, para este executivo, é um problema ter que resolver problemas. Mas administrar uma cidade é, essencialmente, resolver problemas. Preventivamente, sempre que possível.
A Casa Mortuária tem funcionado, recentemente, num pequeno espaço, no Bairro da Casa do Povo.
A situação é aberrante.
O espaço é exíguo, a densidade habitacional é elevada e os acessos são péssimos.
O que não respeita a dor daqueles que vêem partir os seus entes queridos. Faltam condições para se fazer o luto.
Por outro lado, paredes meias com a nova casa mortuária, habitam inúmeras famílias que, pelo respeito que lhes merecem os mortos e os vivos em luto, são forçadas a alterar o seu estilo de vida habitual.
Esta situação não é aceitável.
Há um projecto, para ampliação do cemitério, que contempla a construção duma casa mortuária.
Esse projecto é do anterior executivo. Ou seja, já deve ter barbas. Mas a obra não aparece!
Se o projecto desagrada ao Sr.Paredes, então faça outro melhor.
Se o projecto cumpre os requisitos desejados, então faça a obra.
De qualquer forma, já houve tempo de sobra para se resolver este problema.
Por favor, respeitem os nossos mortos.
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conversa na rua
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você é de raça? pura?
O Dia de Portugal, que hoje se comemora, voltou a ser dia da raça. É o que se depreende das palavras, proferidas ontem, pelo Presidente da República.
Será isto uma evolução ou uma regressão?
Provavelmente não será nem uma coisa nem outra.
Evolução?
Evolução não é certamente. Porque raça é algo que o genoma humano não consegue identificar.
No entanto, há características que diferem entre os humanos. Foi a diferenciação que, entre outros factores, garantiu a sobrevivência da nossa espécie. Podemos classificar essas diferenciações e assim definirmos uma raça. Mas para que é que isso serve? Para continuarmos a pensar que somos melhores do que os Espanhóis? Como? Se eles é que têm os combustíveis mais baratos, eles é que ganham mais, eles não têm défice mas superavit, enfim... o povo Espanhol goza duma enormidade de vantagens quando comparado com o povo Português... será uma questão de raça? Não, não é certamente.
Por outro lado, Portugal tem investido avultados recursos no combate ao racismo. Onde o slogan "todos diferentes todos iguais" se evidenciou. Parece-nos que, uma vez mais, se desfez um trabalho longo e difícil num ápice. Até parece que se redescobriu recentemente que nós, os humanos, não somos semelhantes. Consequentemente, há uns que são diferentes, provavelmente especiais. Serão os Portugueses?... Que vivem mal, num país recheado de injustiças e desigualdades gritantes. Onde muitos emigram. E todos sabem que, na sua terra, vale mais uma filiação partidária correcta e bons amigalhaços do que o mérito de dominar uma arte, uma técnica ou um conhecimento. É o país da cunha. O que é triste e corroi a nossa auto-estima.
Sabemos o que é Portugal. Conhecemos a nossa História. Valorizamos a nossa Língua. Partilhamos Valores sociais e culturais. Orgulhamo-nos disso. Temos profissionais exemplares e geniais, espalhados por todo o Mundo. Temos orgulho neles por também serem Portugueses. Sabemos que são da nossa Nação. Mas não sabemos de que raça são. Nem sabemos o que é a nossa raça, nem as características que a definem. Por tudo isto, não percebermos para que serve o dia da raça.
Regressão?
Não, também não acreditamos que o seja. O dia da raça remonta ao antigo regime. Que mantinha, com imensa dificuldade, um império colonial. Esse regime necessitava, para sobreviver, do apoio dos povos colonizados. Desta forma o Estado Novo criou um novo facto (para além de muitos outros): o de que existia uma raça que era composta por todos os habitantes do império. Pretendia-se intensificar a integração de outros povos na Nação Portuguesa. O projecto falhou. Hoje não há império. O que invalida uma possível a regressão.
No entanto, a História Mundial está recheada de episódios em que as questões raciais foram relevantes. Por questões de raça tem-se discriminado, maltratado, torturado, matado, extreminado, ... Mas ninguém de bom senso orientaria os seus desígnios nesta direcção.
Qual será então a intenção deste regresso ao dia da raça, em Portugal?
Descubra você mesmo...
Deixamos apenas uma reflexão adicional.
Hoje, dia de distribuição de medalhas, onde se pretende distinguir alguns Portugueses, volta a ser esquecido aquele que, seguramente, mais contribuiu para o desenvolvimento de Portugal.
Alguma razão haverá para que, quando os nossos governantes se lembram do seu povo, na época das eleições, este lhes responda, maioritariamente, com a abstenção. O que, em linguagem popular, quer dizer: queres votos? toma!
por: Portugal ao Sol
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4 de junho de 2008
uso abusivo
O Notícias do Litoral de hoje noticiou a entrega a privados da exploração dos transportes urbanos de Alcácer.
E citou João Massano, vice-presidente da autarquia, com a afirmação de que esta decisão vai permitir a "racionalização dos veículos, para que não haja um uso abusivo dos mesmos".
O recurso a veículos da câmara para utilizações abusivas não é um facto inédito.
Falamos da invasão, pelo automóvel, de espaços que não lhes estão destinados. Como a ocupação ostensiva dos passeios, obrigando os peões a circularem na faixa de rodagem, por exemplo. Situação mais grave quando se trata da circulação de carrinhos de bébé ou de cadeiras de rodas.
Acontece que, por vezes, o Sr. Vice Presidente Massano usa o automóvel que lhe está atribuído de forma abusiva.
Apresentamos aqui 4 fotografias para melhor demonstrarem as nossas palavras. Duas da nova era - a era toyota - e outras duas mais antigas - da era citroen. Temos muitas mais, em datas e locais diferenciados.
Teremos que esperar pela privatização do transporte pessoal do Sr. Vice Presidente Massano para podermos aspirar à sua utilização de forma não abusiva?
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jardim
No último fim de semana houve festa no Jardim Público.
Antes disso, o Jardim teve direito a uma presidência aberta, conforme foi noticiado na folha de Alcácer nº36 (veja a imagem abaixo).
Admiramo-nos com este tipo de visitas abertas. Julgávamos que as presidências abertas eram para abordar, directamente com as pessoas, os problemas concretos do local. Pelos vistos não são. Neste caso, isto acaba por ser uma visita (ou um passeio?) ao Jardim. É que, pelo que nos é dado a entender na notícia da folha de Alcácer, não havia vivalma no local, para além de alguns elementos do aparelho instalado no poder.
Perante estas dúvidas, foi fácil e rápido obter vários esclarecimentos.
Como são cada vez menos aqueles em que acreditam nas capacidades deste executivo, as presidências abertas estão cada vez mais desertas. Ou seja, poucos ou nenhuns querem saber delas. Isto cria uma dificuldade ao executivo. É cada vez mais difícil organizar presidências abertas que não se transformem em verdadeiros vexames, tal a ausência de participação popular. Deste modo se compreende que seja preferível dar uma volta ao jardim a ser confrontado, noutro local, com o desprezo das pessoas perante encenações tristes.
No caso concreto da presidência aberta ao jardim público, ficamos impressionados ao saber que ali existe um relvado multiusos! O que nos deixou apreensivos. A ponto de decidirmos ir ao local, verificar in loco, o que é um relvado multiuso.
Vejamos o resultado da nossa visita, já depois da grande festa, do novo jardim, domingo passado:
1. acesso principal ao Jardim
2. vedação do Jardim
3. Entrada do Jardim pelo lado da Praça de Touros
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memórias vivas
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3 de junho de 2008
atracção pelas curvas
Ainda não há muito tempo que criaram uma nova passadeira em plena curva. Foi na antiga estrada nacional nº 5, junto à igreja, conforme noticiamos. Com este tipo de acções diminui-se a segurança rodoviária, contrariando as mais elementares regras de mobilidade.
Ontem deparamos com novas pinturas no asfalto. Desta vez são umas coisas amarelas a dizerem BUS e que coincidem com a paragem dos autocarros. Coincidência: também foram colocadas em curvas. Ou seja, o trânsito é interrompido sempre que o autocarro se imobiliza para pegar e/ou largar passageiros. Porque não se pode ultrapassar em curvas... e para além disso há um risco contínuo.
Repetiram o erro.
Será que não aprendem? Nestas situações até havia espaço disponível para fazer uma reentrância no passeio de forma a que, o veículo de passageiros, pudesse parar fora da faixa de rodagem. O que permitia melhor fluidez do trânsito e maior segurança. Também era possível deslocar a paragem, afastando-a da curva. É assim que se faz em qualquer cidade moderna por esse mundo fora. Nada demais. Mas, pelo que nos é dado ver, difícil de executar.
Até dá dó...
Mais valia continuarem sem fazer nada... outra vez!
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prémios grandes a encolher
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desventura
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atrasados, outra vez
Na Assembleia Municipal de 28 de Abril de 2008, o Sr. Presidente Arqº Paredes comprometeu-se em discutir com a população, no mês seguinte, o Plano Operacional de Desenvolvimento.
O mês seguinte - Maio - já passou.
Nós não demos pela discussão. Fomos excluídos ou auto-excluiram-se?
O assunto é demasiado importante e urgente para se deixar arrastar por mais tempo. Por isso não entendemos mais este atraso.
Será que o Sr. Presidente Arqº Paredes ainda continua a achar que "consultar as pessoas era [é] uma perda de tempo"? (*)
.........................................................................
(*) - de acordo com saldalcacer@blogspot.com
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