10 de novembro de 2008
insegurança rodoviária
Há algumas semanas, fizeram uma intervenção na berma, junto ao Muro da Vergonha.
Deixaram, em plena curva, o pavimento danificado.
O que causa transtornos e gera insegurança na circulação rodoviária.
A imagem fala por si.
A imagem de quem dirige e coordena as actividades do Município continua a degradar-se.
Vá lá, acabem o trabalho.
Não deixem as coisas a meio.
Demonstra falta de profissionalismo.
Dá um ar desmazelado.
Retira-vos credibilidade.
Lembrem-se do vosso discurso e honrem a vossa palavra.
Os Alcacerenses merecem-no.
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Etiquetas: obras
8 de novembro de 2008
"deixem-nos ser professores"
Realizou-se hoje uma manifestação que reuniu cerca de 120.000 pessoas.
Alcácer do Sal esteve representada. Tal como em Março, deste ano.
Participaram cerca de 80% dos professores de Portugal.
Estarão tantos professores enganados?

Que a Escola tem que mudar é uma opinião unânime.
Que a Escola Pública funciona cada vez pior é um dado que poucos se atrevem a contrariar.
Os políticos, dos últimos 30 anos, são os grandes responsáveis pela degradação do ensino público em Portugal.
E quem tem beneficiado dessas políticas?
O Português comum não foi, seguramente. 
Querem-nos convencer de que a salvação do sistema passa pela avaliação dos seus "peões"?
Quantos problemas funcionais e estruturais persistem na Escola sem que os Conselhos Executivos, as Direcções Regionais ou o Ministério da Educação tome acções concretas e efectivas para a sua resolução?
Que sinal se transmite aos Portugueses quando se melhoram as estatísticas através de manobras de secretaria?
Passa pela cabeça de alguém avançar com um processo de mudança em conflito com 80% dos seus implementadores?
Pode passar, mas não em Democracia.
Maria de Lurdes necessita, urgentemente, de desenvolver as suas débeis capacidades de liderança.
O seu poder de influência é negativo.
A sua acção gera rejeição.
Será aquela mão invisível, que tudo tenta dominar, que lhe dá a força para seguir este caminho, rumo ao colapso?
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NOTA:
Já falámos com muitos professores.
Nenhum deles se mostrou desconfortável com o facto de ser avaliados.
(para chegarem a professores já foram avaliados tantas, tantas vezes...)
Mas todos eles se manifestaram contra esta avaliação.
Estarão todos errados?
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Etiquetas: pensamento
7 de novembro de 2008
factos são factos
Voltámos a ser criticados por não termos uma postura construtiva com o actual executivo camarário.
Aceitamos a iniciativa como sendo um elogio.
Explicamos, uma vez mais, porquê.
Para que serve ser construtivo se esta Câmara rejeita, preconceituosamente, os contributos de quem não se subordina à sua “disciplina” partidária?
Será esta uma consequência daquela mão invisível que João Massano referiu publicamente?
Uma coisa é certa, há motivos concretos para o Alcácer do Sol mostrar o seu descontentamento. Senão vejamos.
O Alcácer do Sol não optou por esta forma de estar por acaso. E também não esteve calado até Novembro de 2007 por distração.
Nesses dois anos o Alcácer do Sol observou e analisou os dados que descontraidamente foi recolhendo. E da observação de dois anos de actividade resultou, com naturalidade, na indignação que é patente nestas páginas.
Acontece que há três anos houve eleições.
O PS ganhou legitimamente.
Teve maioria absoluta, o que lhe deu todos os poderes para governar.
E governa com naturalidade.
Durante a campanha eleitoral foram feitas promessas.
Quando esta equipa se sentou na cadeira do poder estava tão entusiasmada que julgava ser uma equipa capaz para governar o mundo.
Transbordavam confiança.
Estavam convictos que iam fazer tudo e mais alguma coisa.
A situação económica herdada era positiva (já confirmado por Pedro Paredes) o que era uma grande ajuda.
A expectativa criada foi enorme!
E fizeram muita coisa.
Mas na vida o que conta são os resultados.
E é sobre eles que se fazem avaliações.
Se havia dinheiro e estavam em maioria absoluta, que desculpa poderia haver para justificar um falhanço?
Só uma calamidade, o que até há data não ocorreu.
E qual é a opinião formada após três anos de observação?
É que houve pessoas a serem tratadas sem respeito.
Houve arrogância, baixo nível, prepotência.
Houve incapacidade em escutar e entender os outros.
Houve uma série de destruições irracionais. Como se fossemos ricos e nos dessemos ao luxo de desperdiçar recursos.
Houve feiras e festas. Umas muito bonitas. Outras grandes fracassos. Mas quem mais ganhou foram os de fora (enquanto os da terra ficaram a ver passar as oportunidades).
Houve jobs para boys & girls, Regis, e...
Houve muita propaganda, muitos enganos, muitos recuos enfim, muita confusão.
Houve muitas ideias, em grande parte inconsequentes.
Houve falta dum discurso forte, coerente e ambicioso.
Houve falta duma visão, duma estratégia e dum plano de acções capaz.
Houve falta de liderança e falta de trabalho em equipa.
Houve falta de promessas cumpridas.
E houve e continua a haver uma ausência de resultados.
E a culpa é do Alcácer do Sol?
A equipa que governa a nossa terra escolheu o seu caminho.
Fez aquilo que sabe fazer.
Com toda a legitimidade.
O que não lhe retira responsabilidades perante as suas obrigações.
Não há aqui espaço para desculpas.
Se prometeram deverão cumprir. Ou apresentar uma boa justificação para a quebra de cada compromisso, sob pena de perda de credibilidade.
Façam-no!
Esta terra merece ser dirigida por pessoas credíveis.
É por estas razões que o Alcácer do Sol se recusa a embarcar num barco destes.
Assim como se recusa a pactuar com as pessoas que nele navegam, por muito que se goste desta terra.
Mas não prescinde da sua opinião própria.
Embora entenda que isso dava imenso jeito...
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NOTA
Cumpram os Senhores da Câmara as suas promessas e estaremos na primeira fila para lhes dar os parabéns!
Mas atenção, apenas contam os resultados.
De intenções já estamos todos fartos.
Não nos venham tapar o sol com a peneira!
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Etiquetas: artigo de opinião
6 de novembro de 2008
correcção
Referimos, por lapso, na notícia "quem terá pedido uns passeios assim?" hoje publicada, que as obras da estrada da Ameira tinham tido início em Setembro de 2007.
Na realidade, o anúncio do início das obras, feito pela CMAS, ocorreu em Novembro de 2007.
Consequentemente, o atraso actual, em relação à previsão inicial, é de 5 meses.
O que não deixa de ser inaceitável.
Nem altera a demonstração de incapacidade e incompetência do executivo camarário na condução da obra.
Para além deste facto, a essência da notícia mantém-se correcta, pelo que reafirmamos o que ali escrevemos.
Apresentamos-lhe assim as nossas desculpas pela discrepância referida.
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Etiquetas: pedido de desculpa
parabéns!

Estamos a comemorar o nosso primeiro aniversário!
O Alcácer do Sol completa hoje um ano de existência.
Um ano de irreverência e indignação perante a incapacidade e a incompetência.
Incomodámos.
Intervindo.
Propondo.
Denunciando.
Reclamando.
Porque Alcácer do Sal merece mais.
Mais do que promessas, intenções, discussões, ilusões, confusões...
Mais do que imaterialidades...
Alcácer necessita de sair desta situação de crise, de estagnação, de paralisia.
Não, não tapem o Sol com a peneira!
Alcácer tem que ser dinamizada, estimulada, estruturada, modernizada, valorizada, desenvolvida...
Continuaremos a lutar por isso.
Contamos consigo!
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Etiquetas: artigo de opinião
quem terá pedido uns passeios assim?
As obras da estrada da Ameira tiveram inicio em Setembro de 2007, segundo a folha de Alcácer.
A duração prevista era de 7 meses.
Pelo que deveriam ter terminado em Abril, na primavera que já lá vai.
Embora não esteja pronta, anuncia-se agora a sua pavimentação - ver a última folha de Alcácer (recorte na imagem abaixo).
E explica-se o motivo para um atraso de 6 meses: "foi feita uma extensão de passeio superior ao previsto".
Então uma extensão de passeio leva 6 meses a fazer?
E parte da construção do passeio não pode ser feita ao mesmo tempo que fazem outras tarefas da obra? Ou seja, a sua execução é sequencial ou pode decorrer em paralelo com outras actividades?
A explicação ainda vai mais longe: os moradores é que pediram para alterar os passeios. Quererão insinuar que os munícipes são os responsáveis pelas trapalhadas da edilidade? Recorte da folha de Alcácer nº 43 de Outubro 2008 onde se observa um troço da estrada em que não tem passeio em ambas as margens da estrada. Foi esquecimento ou foi deliberado? Se foi intencional, alguém entende a lógica?
Fomos à estrada da Ameira ver os passeios que provocaram tamanho contratempo.
Eis aqui alguns exemplos da realidade:A largura dos passeios é, em larga extensão, ridícula. Não cumpre as regras definidas. Não respeita as recomendações actuais sobre mobilidade. Será assim tão difícil ler as normas e copiar para o terreno? Ou terá sido para poupar trabalho e reduzir o atraso da obra?
O desprezo pela circulação pedonal é evidente. Previlegiam-se os contentores de lixo em detrimento dos peões. Porquê? Haverá ali falta de espaço? Ou falta de saber? Note-se que para acomodar o lixo já foi possível alargar a zona pavimentada. Para os passeios é que não dava...
Sem comentários...

A trapalhada não acaba aqui.
A estrada da Ameira está cortada ao trânsito, para pavimentação, na estação da CP.
Então para quê esta notícia?
É simples.
Aqui está a nossa interpretação.
Não havia nenhuma notícia melhor para encher o panfleto.
Não dava jeito falar da nova Escola Secundária,
nem do protesto dos agricultores,
nem do muro da vergonha,
nem dos estranhos negócios da ZIL,
nem do projecto encomendado à Parque Expo SA,
nem das candidaturas ao QREN,
nem do prémio Inov@lcacer,
nem do projecto da Feira,
nem da remodelação do mercado municipal,
nem das obras do museu,
nem das escavações arqueológicas embargadas,
nem do cine-teatro,
nem dos comboios intercidades que vão deixar de parar em Alcácer,
nem da falta de médicos de família,
nem da estratégia para a elaboração do orçamento 2009,
nem a falta de obra que se veja,
nem do nervosismo derivado da incapacidade em esconder toda esta trapalhada,
nem ...
Assim não vamos lá.
Nós também vamos mudar!
Nós também vamos conseguir!
Alcácer merece mais!
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Etiquetas: estratégia?, obras
5 de novembro de 2008
falta menos de 1 ano
Os Americanos deram ontem um grande passo para se verem livres de Bush.
Custou mas foi.
E festejaram efusivamente.
Na campanha, ninguém o queria por perto, muito menos queria ouvir a sua opinião.
O facto não era para menos.
Bush mergulhou a América, e o mundo, numa crise económica, social e ambiental.
Com Bush o mundo andou para trás.
Sendo obrigado a sair pela porta pequena.
E gerando uma vontade global de mudança.
Imparável.
O mundo vai mudar.
Porque as pessoas assim o querem.
Por cá, em Alcácer do Sal, a mudança também é inevitável.
A incapacidade, o atabalhoamento e a desorientação tornaram-se indisfarçaveis.
Não há obra que se veja.
Mudaremos.
A navegação à vista não será tolerada.
Terá que haver uma visão definida para a evolução da nossa terra.
Terá de haver objectividade, clarividência e preserverança.
E o saber necessário à condução de todo o processo de crescimento sustentável.
Com a participação de todos.
Nós também vamos mudar.
A diferença é que ainda vamos ter que esperar... quase um ano.
Saberemos esperar.
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Etiquetas: artigo de opinião
4 de novembro de 2008
a nova Escola Sec
Onde estão contempladas, no orçamento de estado 2009, as verbas necessárias à construção da nova escola secundária?
Quanto dinheiro foi atribuído?
Que projecto vai ser executado?
Podemos confiar na palavra de quem nos assegurou que a construção da nova escola vai arrancar no próximo verão?
Podemos confiar?
Vamos ter uma Escola nova?
Ou vamos ter uma Escola remendada?
Mais do mesmo?
Vá lá, esclareçam as pessoas.
Mostrem o que valem!
_________escola nova é carnaval?
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Etiquetas: escola, estratégia?, projecto
obrigado, Escola

Em 5 de Outubro de 2008 fizemos o alerta através do artigo "desprezo pelas crianças?".
Acontecia que os alunos da Escola dos Açougues não tinham, à sua disposição, sandes ou outros alimentos para consumo a meio da manhã ou a meio da tarde.
Ou seja, se não troxessem de casa o lanche ficavam sem comer.
O que chegou a acontecer.
Restava-lhes apenas o leite escolar.
O que é bom mas não é suficiente, nem satisfatório, nem sequer é legal.
Acontece que hoje, 4 de Novembro de 2008, um mês depois do nosso alerta, um mês e meio depois do início das aulas, já existe a possibilidade dos alunos daquela Escola adquirirem uma sandes para o seu lanche.
Não sabemos as razões nem as dificuldades para tamanho atraso.
Acreditamos que o cumprimento da legislação em vigor faça parte dos objectivos do(s) dirigente(s) escolar(es) responsáveis.
Acreditamos que a sua avaliação venha a ser credível (não é disso que depende o sucesso da actual política de educação?)
Porque mais vale tarde do que nunca, aqui fica o nosso agradecimento por terem feito a vossa obrigação.
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Etiquetas: escola
3 de novembro de 2008
isto está a aquecer!

Segundo a Agência Americana dos Oceanos e Atmosfera, a temperatura do Ártico está, este Outono, cinco graus acima da média.
Cinco graus!
O aquecimento do Planeta acelerou acima de muitas previsões científicas.
Isto está mesmo a aquecer.
E ninguém sabe bem onde vamos parar.
A maioria dos dirigentes políticos ocidentais não tem dado sinais concretos de preocupação relativamente aos problemas climáticos.
Os recursos, as energias, as reuniões, as comunicações, etc., têm andado centradas na salvação do liberalismo económico selvagem...
Todos sabemos o que este modelo económico e social nos trouxe.
Mas ninguém sabe para onde nos pode levar...
A ganância é um mal terrível!

O clima muda.
A tecnologia desenvolve-se como nunca.
Mas a nossa sociedade não evolui ao mesmo ritmo.
No século XIX já Darwin tinha entendido que aqueles que não se adaptavam, extinguiam-se.
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Etiquetas: água, pensamento
2 de novembro de 2008
genialidades
A CMAS contratou, em Abril, uma empresa lisboeta - Parque Expo SA.
Encomendou uma reflexão estratégica, incidindo na definição de uma visão para o município, fundamentada num plano de desenvolvimento...
Acontece que o objectivo do trabalho contratado coincide com aquilo que nós reclamamos há já imenso tempo.
Com esta acção o executivo camarário deu-nos razão, uma vez mais.
Mas, ao entregarem o estudo a uma empresa de Lisboa, demonstraram a sua grande incapacidade.
Será que Alcácer do Sal não consegue definir, autonomamente, uma visão para a sua terra?
Será que aqueles que aqui vivem, que lutam todos os dias por uma vida digna, que sentem na pele as dificuldades duma crise económica, social e ambiental, será que esses não conseguirão definir uma visão para o município?
Enfim, a navegação à vista não dá para muito mais do que aquilo que se vê.
No primeiro semestre o Sr. Presidente Paredes anunciava que "o Plano Estratégico existe e está a ser seguido com todo o empenho" (folha de Alcácer de Março 2008).
No segundo semestre quase se deixou de ouvir falar desse projecto.
Quando é que passam das intenções aos actos?
Que plano operacional é esse que desconhece a questão básica, fundamental e necessária à sua concepção - a visão para o município?
(caso contrário, que motivo levaria o executivo a contratar uma empresa para o fazer?).
Certo é que o prazo de concretização do trabalho da Parque Expo SA era de 4 meses!
Quem definiu o prazo deveria saber o que estava a fazer. (nós achamos estranho este objectivo...)
Acontece que, mais de 6 meses depois, ninguém ouve falar do estudo da Parque Expo SA!
Não se publica, não se analisa, não se discute, não se avalia...
Porquê?
Não foi uma mão invisível que considerou, numa sondagem do Alcácer do Sol, a contratação deste trabalho como uma demonstração de grande capacidade do executivo camarário?
Já passou o prazo para demonstração da qualidade da decisão tomada (o prazo não foi definido por nós mas por quem encomendou o trabalho).
Não é possível classificar esta opção da CMAS.
Porque não se pode classificar aquilo que não existe (ou que não se concretiza no tempo útil aplicável).
Fica-nos a ideia de que a mão invisível, que quer dominar tudo e todos foi, uma vez mais, mal servida.
Os resultados falam por si.
O que não quer dizer que a dita mão não domine...
...é que há quem não olhe a meios para alcançar os fins!
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Etiquetas: projecto
1 de novembro de 2008
imaterialidades ?

A câmara decidiu agir!
Ontem foram as comemorações do dia das bruxas.
Hoje, já está anunciada, no site da CMAS, mais uma actividade com bruxas.
Trata-se do Natal das Bruxas. (veja a foto acima)
Obras imateriais?
Ou realidade pura e dura?
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Etiquetas: cultura

