"Para quem tem uma boa posição social, falar de comida é coisa baixa.
É compreensível: eles já comeram."
.
Bertold Brecht
"Para quem tem uma boa posição social, falar de comida é coisa baixa.
É compreensível: eles já comeram."
.
Bertold Brecht
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Etiquetas: frases

Esta semana foram revelados mais dados sobre a economia.
Observando-os verifica-se que:
Quando olhamos para trás vamos sempre à frente...
Há uma década que a nossa economia não cresce.
O que não impede que andem por aí a dizer que a culpa da nossa situação actual é a crise internacional... que despoletou há menos de um ano.
Os resultados apresentados pelos nossos governantes das últimas décadas são ruinosos.
Mas querem-nos convencer de que tudo isto é normal.
Você acha que sim?
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Etiquetas: artigo de opinião
Depois de 200.000 pessoas protestatrem nas ruas,
depois do Presidente da República dizer que não havia nada de importante para os desempregados,
depois de terem financiado sucessivamente a banca com muitos milhões dos contribuintes,
o Governo decidiu-se, tardiamente, a aplicar algumas medidas válidas de apoio às principais vítimas da actual crise: os desempregados.
Vem isto a propósito do Plano Anti-Crise de Alcácer - o Saltatia.
Já aqui escrevemos sobre este plano.
E apontámos o facto de, neste plano, os apoios às famílias - porque não às pessoas? - se restrigirem àqueles que, podendo enfrentar situações de carência, não eram as principais vítimas da actual crise económica.
Porque quem conseguir manter os seus rendimentos não perde poder de compra - a inflação está a descer perigosamente e não é impossível que entremos em deflação.
Por esse motivo, as grandes vítimas da actual crise são os desempregados. Os que, repentinamente, se vêm privados dos seus habituais rendimentos derivados do seu trabalho. Aqueles que são ignorados no Plano Saltatia. Não sabemos porquê. Será distracção, ignorância ou demagogia?
Está na altura de, tal como fez o governo central, corrigirem este plano e contemplarem apoios para quem mais sofre, neste momento, as consequências da ganância do liberalismo económico em Alcácer do Sal. Esta acção do governo confirmou que temos razão...
O que não quer dizer que retirem os escassos apoios apenas disponíveis para os idosos com mais de 70 anos e para os beneficiários do Rendimento Social Mínimo.
Vá lá, ainda vão a tempo de corrigirem mais um lapso primário.
Mas despachem-se porque senão, quando derem por ela, serão outros a fazê-lo no vosso lugar !
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Etiquetas: artigo de opinião
Observamos, com satisfação, que o site da CMAS já integra informação sobre a Escola de Futebol de 7 do Atlético (míudos de 9, 10 e 11 anos).
No dia 14 deste mês publicamos aqui um artigo sobre este tema.
Nele mostravamos estranheza pelo facto da autarquia não divulgar esta actividade. Enquanto publicava, continuamente, informação sobre uma outra escola de futebol de Alcácer.
Afinal não se tratava de discriminação.
Entendemos que, ao corrigirem a situação, demonstraram que se tratava apenas de mais uma falha da autarquia. Não estranhamos. É normal.
O que importa é que a anomalia já foi corrigida.
Obrigado.
O Atlético merece-o!
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Etiquetas: artigo de opinião
Na avaliação a efectuar, sugerimos que explique detalhadamente a forma que idealizou para suportar o investimento de
590.847.719,00 €
QUINHENTOS E NOVENTA MILHÕES!
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Etiquetas: artigo de opinião, estratégia?, projecto
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Etiquetas: artigo de opinião
A Câmara aprovou recentemente as novas tarifas de água.

Aparentemente, quem mais consome mais paga.
Parece haver aqui um estímulo para combater os desperdícios, que são muitos.
Mas, na realidade, existe uma tremenda injustiça.
Explicamos porquê.
Considere um agregado familiar A composto por um casal - 2 pessoas.
Considere agora um agregado familiar B composto por um casal, três filhos e um idoso (pai/mãe e avô/avó) - 6 pessoas.
Considere que os níveis de higiene são semelhantes em ambos os agregados e que não há piscinas nem jardins a consumirem água (apenas existe consumo doméstico).
Ou seja, cada elemento do agregado faz um consumo de água semelhante nas suas actividades diárias - um banho, mudança de roupa, preparação de alimentos, refeições, etc...
Inevitavelmente, o agregado B (6 pessoas) consumirá muito mais água - o triplo aproximadamente - do que o agregado A (2 pessoas).
Mas se avaliarmos o consumo por pessoa, ele será idêntico.
No entanto a família mais numerosa paga um preço muito mais elevado por cada metro cúbico.
A diferença não é irrelevante.
No mínimo paga mais de 50% por m3.
Sem que isso corresponda a maiores desperdícios.
Porquê?
Responda quem souber!
Numa época em que enfrentamos um grave problema demográfico, penalizar quem tem mais filhos (ou quem se recusa a entregar os seus progenitores aos cuidados de outros) é, seguramente, um grande erro estratégico. Para além de ser uma tremenda injustiça.
Porque fazer variar o custo da água apenas em função do consumo total do agregado é uma forma autista de agir.
Mas é a forma aplicada no Município.
É importante introduzir outros factores que assegurem maior equidade reduzindo as discrepâncias.
É importante não penalisar aqueles que mais contribuem na luta contra a desertificação da nossa terra.
Aqui fica a nossa sugestão - Façam o que dizem: "Bora lá mudar".
Corrijam esta situação.
Mostrem que são capazes!
Se o fizerem, duma forma correcta, Alcácer agradecerá.
NOTA:
Esta questão das tarifas da água é apenas uma das muitas evidências da falta de visão estratégica para o desenvolvimento de Alcácer do Sal. Nunca a vimos referida e nenhum dos vários planos à la carte divulgados por este executivo. E já lá vão mais de 3 anos...como esta, muitas outras.
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Etiquetas: agua, estratégia?
A folha de Alcácer nº38 foi publicada em Junho de 2008.
Nela pode-se ler, sob o título "Educação", que o novo centro escolar do Torrão contempla o ensino pré escolar, 1º, 2º e 3º ciclos.

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Etiquetas: artigo de opinião, escola, obras
A notícia foi divulgada pelo boletim da CMAS, cujo director é Pedro Paredes.
Falamos de factos. Não são opiniões.
Era feita uma afirmação concreta: "deverá estar concluída até ao final de Fevereiro"
Falava-se da Estrada da EPAC.
Uma obra de pequena dimensão (um troço de 300 metros) mas útil à cidade.
Quem definiu o objectivo para a conclusão da obra não fomos nós.
Foram aqueles que estão a dar o seu melhor...
Só que Fevereiro já passou, Março vai a meio e as obras estão longe, muito longe de estarem concluídas (actualmente é proibida a circulação na via, com excepção para os moradors)
.

Bom Ritmo? Ah! Ah! Ah!
Falharam... outra vez!
Será possível confiar naqueles que, consecutivamente, não cumprem a sua palavra?
Qual será o fenómeno responsável por tantos falhanços no cumprimento dos prazos?
Aconteceu com a estrada da Ameira, a estrada da Foz, a estrada de Casebres, o edifício da sopa, o canil municipal, o cemitério, a casa mortuária, a Escola do Morgadinho, o Mercado Municipal, o Pavilhão da Feira, os Planos de Urbanização, o Plano Director Municipal, as actividades naúticas no Sado, a ETAR sul, algumas candidaturas a financiamentos comunitários, o ..., a..., ...
Tamanhas coincidências... reveladoras de [advinhe você] !

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Etiquetas: obras
Estranhamos o facto da renovação nacional do parque escolar apresentar, no nosso concelho, grandes discrepâncias de caso para caso.
Escrevemo-lo aqui.
Estranhamos o facto da Escola dos Telheiros ter sido excluída do processo.
Estranhamos o facto do processo da outra escola da cidade - a Escola do Morgadinho - estar atrasado em relação às restantes.
E também estranhamos o facto de apenas a Escola do Torrão ter direito a um pavilhão coberto para a prática desportiva.
A folha de Alcácer vem agora esclarecer este último facto:
Acontece que os argumentos apresentados para justificar o pavilhão coberto no Torrão, também são válidos para a Comporta.
Ou seja, se construíssem um pavilhão coberto na Escola da Comporta, este também poderia, tal como no Torrão, ser utilizado pela restante população.
E acrescentaríamos: poderia também ser utilizado por turistas...
Mas, o que concluímos da leituras dos boletins oficiais do Município, é que os princípios aplicados num local diferem dos princípios aplicados noutro local.
Já ouvi chamar, a estes modelos de pensamento e acção, discriminação negativa.
Será que consideram que as crianças e os habitantes da Comporta são seres inferiores e, consequentemente, têm menos direitos?
Será que na Comporta não chove, não há frio no inverno nem um sol abrasador no Verão?
Este artigo, publicado na folha de Alcácer, só vem realçar a falta de coerência deste executivo nas suas relações com as pessoas.
Incongruências...
para satisfação dos interesses de quem?
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Etiquetas: artigo de opinião, escola
A falta de sentido estético, de ideias e de bom senso deu origem a mais uma aberração:
a colocação de três contentores, para recolha selectiva de lixo, em frente à Biblioteca.
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Etiquetas: artigo de opinião, disparates


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Etiquetas: artigo de opinião, estratégia?, obras
Hoje, a escolinha de futebol de 7 do Atlético deslocou-se a Grândola e bateu, por 4-1, o Grândola foot. 
Falamos de crianças a rondarem os 10 anos, que têm feito boa figura no campeonato em curso.
Estão mais uma vez de parabéns!
Estranhamos o facto de o site oficial da CMAS anunciar sucessivamente as actividades duma outra escolinha de futebol de Alcácer, ignorando continuamente os nossos míudos do Atlético.
Será distracção, descriminação ou simplesmente desconhecimento?
Certo é que as pessoas passam mas as instituições ficam.
E o nosso Atlético vai continuar a desenvolver o seu importante trabalho na área do desporto em Alcácer do Sal.
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O plano Saltatia - será que queriam escrever Salacia? - aparece a vender "produtos" usados, já em 2ª ou 3ª mão.
A falta de ideias válidas continua a flagelar este executivo.
O que é normal.
Todos sabemos o que valem...
Senão vejamos.
Este plano é muito recente. Tem um mês.
Mas apresenta acções que estão em curso há anos!
Acções que foram pensadas numa altura em que ninguém imaginava a crise actual.
Acções que fazem parte de outros planos (o plano operacional de desenvolvimento de Alcácer, por exemplo), sem resultados significativos até à data.
O normal.
Mesmo assim, essas ideias são novamente apresentadas como fazendo parte duma série de acções da CMAS para "combater" a actual crise.
O que é uma fantasia.
Vejamos alguns exemplos:
1.
"Apoio à candidatura, projecto e financiamento do novo Quartel dos Bombeiros"
Esta acção já apareceu divulgada várias vezes na folha de Alcácer, em 2007, em 2008 e em 2009 (para não falar do anterior executivo).
Também faz parte do plano operacional de desenvolvimento.
No processo do novo quartel dos Bombeiros, o executivo demonstrou toda a sua incompetência e incapacidade. Foram vários os zig-zags sem resultados práticos... (para mais detalhes ver outros artigos do Alcácer do Sol com etiqueta "bombeiros").
Agora vêem-nos dizer que o quartel dos bembeiros é uma iniciativa criada para combater a crise?
Esqueceram-se do que disseram antes? Ridículo!
2.
Apoio à construção do lar das AURPICAS. Este processo tem anos e anos e sempre se ouviu falar no apoio da CMAS. Aliás, sem esse apoio a obra seria inviável. E aparecem agora, em Fevereiro de 2009, a referir esta obra como sendo uma medida recente para combater a crise? Enfim...
3.
Apresentam em Fev2009 a construção do parque escolar do Concelho quando a Escola dos Telheiros foi retirada do processo e as obras na Escola do Morgadinho já deviam ter terminado (segundo as promessas).
Estas acções também já tinham sido apresentadas, num contexto anterior a esta crise, há muito tempo atrás. Falamos do plano operacional de desenvolvimento.
Repare-se que a intervenção do Morgadinho foi anunciada há 3 anos... e por motivos que nada tinham a ver com a crise! E ainda nem sequer começou.
Mais do mesmo!
4.
Repete-se a mesma história com a Escola Secundária.
A iniciativa é velha, muito velha.
Também faz parte do plano operacional de desenvolvimento.
Aparece agora mascarada, como se fosse uma acção recente para atacar a crise de Fev2009.
Não havia necessidade...
5.
Apresentam a expansão da ZIL como uma medida anti-crise. Acontece que a expansão da ZIL já foi anunciada numa folha de Alcácer do Verão passado. Nessa altura, segundo o governo, não havia nenhuma crise em Portugal.
A grande novidade neste folheto é que o investimento da CMAS, neste empreendimento, passou de 550.000€ no verão passado para 800.000€ no plano anti-crise.
É um aumento de "apenas" +45% e a obra nem sequer começou... mais um enganozito, é normal, é a equipa Paredes em acção e sem falta de dinheiro!
Sabe-se que a nova ZIL não estará concluída no período de duração do plano anti-crise - 2009/2010.
Está fora do período planeado.
Pelo que não terá impacto no período de referência do plano saltatia...
O que é que isso interessa, para quem está desesperado, na tentativa de mostrar trabalho?
Note-se que esta medida não consta do plano operacional de desenvolvimento... esqueceram-se?
Afinal, o recente plano Saltatia, que pretende combater a crise, está recheado de "velharias".
Mascaram-nas com claros objectivos eleitoralistas.
Algumas das acções já deveriam estar executadas, em condições normais.
Isto é o melhor que este executivo tem para apresentar à população.
O que é pobre.
Como dizia Pedro Paredes: "Estamos a fazer o nosso máximo e o nosso máximo é fraco".
Este plano mais parece um gaio enfeitado... com penas de pavão!
Para quem não sabe dançar... até o chão atrapalha!
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