Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
31 de março de 2009
pedras no caminho? guardo todas
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30 de março de 2009
PAGO. LOGO EXIJO!
Você também paga impostos em Alcácer? 
Está satisfeito com o destino que têm dado ao seu contributo?
Tem receio de falar por causa das retaliações?
Não se preocupe.
A gestão da nossa terra vai mudar em Outubro!
Não deixe de ser exigente com os próximos autarcas.
Eles são eleitos para servir e não para se servirem de Alcácer do Sal!
Que assim seja!
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28 de março de 2009
a nova malandragem...
Homenagem ao Malandro
Eu fui fazer um samba em homenagem
À nata da malandragem
Que conheço de outros carnavais
.
Eu fui à Lapa e perdi a viagem
Que aquela tal malandragem
Não existe mais
.
Agora já não é normal
O que dá de malandro regular, profissional
Malandro com aparato de malandro oficial
Malandro candidato a malandro federal
Malandro com retrato na coluna social
Malandro com contrato, com gravata e capital
Que nunca se dá mal
.
Mas o malandro pra valer
- não espalha
Aposentou a navalha
Tem mulher e filho e tralha e tal
.
Dizem as más línguas que ele até trabalha
Mora lá longe e chacoalha
Chico Buarque de Hollanda
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27 de março de 2009
mais um trabalho de consultoria
A Leadership business consulting é uma empresa de consultoria a operar em Portugal.
Foi-lhe encomendado um trabalho, apresentado à cerca de um ano, que visava a Estratégia e Definição do Plano de Negócios da REGI.
O estudo é interessante.
Deixo aqui apenas algumas das afirmações nele contidas.
A “REGI é neste momento uma empresa com uma imagem bastante descredibilizada”.
Para o justificar são apresentadas várias razões, entre elas a
“Fraca execução das acções do Projecto RDLA (incumprimento de várias acções)”
e
“a saída de RH [Recursos Humanos] de valor (que tinham entrado por concurso) [o que] prejudicou o acompanhamento de alguns projectos” entre outras.
A Leadership refere também a
“Falta de uma estrutura organizacional estável”
apresentando como razões as
“Demasiadas modificações na Gestão”
e a
“Saída de técnicos especializados”, entre outras.
Como se não bastasse, a Leadership mencionou ainda o facto de a REGI ter uma
“imagem altamente politizada”,
uma “gestão cegamente partidarizada”
e de também ter um
“grande desconhecimento dos serviços da [própria] REGI”.
Estas afirmações são claras, objectivas e preocupantes.
Derivam dum estudo de uma empresa independente.
Efectuado em 2008.
Acontece que em 2007, Pedro Paredes exonerou a pessoa que ele mesmo tinha nomeado em 2006 para liderar a REGI.
Para justificar a exoneração, Pedro Paredes afirmou na altura que:
“...passou a haver a necessidade da Regi ser orientada por outra pessoa, com outro perfil, "(...)uma pessoa mais conciliadora, menos lutadora, menos de fazer roturas, menos de quebrar com o passado, para fazer diferente e melhor”.
Acontece que o concelho de administração é actualmente dirigido por Pedro Paredes... (ver www.regi.pt)
A julgar pelas suas palavras, Pedro Paredes considera-se menos lutador, menos de fazer roturas, menos de quebrar com o passado... (mais do mesmo?)
Ele lá sabe!
Esta história parece ser um conto de jobs for the boys.
Porque a pessoa inicialmente nomeada, e rapidamente exonerada, tem fortes ligações pessoais a um elemento do actual executivo autárquico.
E, pelos factos verificados, a sua escolha revelou-se inconveniente...
Nada de novo, portanto.
O relatório da Leadership dispensa comentários adicionais.
Certo é que,
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deflação?
Os dados do Instituto Nacional de Estatística de Fevereiro mostram que o Índice de Preços no Consumidor registou uma variação de -0,2% no Alentejo.
Isto significa deflação (inflação negativa).
No entanto, a nível nacional, a inflação foi de +0,2%. Que não sendo uma situação de deflação, aproxima-se dela duma forma preocupante.
Dizem os economistas que a deflação é bem pior do que a inflação.
Mas a credibilidade dos economistas anda muito abalada desde o aparecimento imprevisto desta crise.
Certo é que o Japão entrou em deflação há uns anos. E, depois disso, atravessou 10 anos com um crecimento económico praticamente nulo.
A crise, em Portugal e no Mundo, continua a agravar-se.
Que mais nos esperará?
Note-se que, no final do Verão passado, o governo ainda sonhava alto com Portugal a resistir de forma exemplar à crise mundial.
Vê-se...
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26 de março de 2009
falta regulamentar o sistema financeiro?
A crise internacional está aí, de pedra e cal.
Há muita gente ansiosa a prever o seu final.
Que é prontamente desmentida pelos factos noticiados - perdas de confiança, encerramento de empresas, desemprego, desigualdades sociais, etc...
Há também muita genta a apresentar a solução para que, crises como esta, não se repitam.
A receita mais divulgada passa pela regulamentação do sistema financeiro.
Porque, segundo dizem, se houvesse regulamentação do sistema, esta crise teria sido evitada pelos reguladores do mercado...
Acontece que, contrariamente ao que fazem crer, havia regulamentação.
Os buracos existentes na regulamentação dos mercados eram intensionais e cumpriam objectivos concretos. É uma forma de regulamentar, o que quer que seja.
Mas será que a prevenção deste tipo de situações se resume a regulamentação?
Partindo deste pensamento, decidimos observar o funcionamento de outros mercados regulados.
Pensámos num dos maiores mercados mundiais - o mercado da droga.
Acontece que, relativamente à droga, não há falta de regulamentação.
Há as drogas legais, que podem ser transaccionadas desde que se paguem os respectivos impostos.
Há drogas ilegais que não podem ser transaccionadas sob penas legais claramente definidas.
Há sistemas mundiais, muito sofisticados, de combate ao tráfico de droga. Funcionam com recurso a elevada tecnologia, recursos humanos especializados, organizações em rede, etc, etc.
Consequentemente, desenvolvem-se investigações policiais complexas, prendem-se pessoas, confiscam-se bens, fazem-se julgamentos, executam-se penas, actualizam-se as leis...
...e quais são os resultados?
Muitos anos depois desta estratégia estar em funcionamento, o tráfico de droga não parou de crescer. Contínua e sustentadamente.
E o mercado da droga está exaustivamente regulamentado.
Isto acontecerá porque os lucros deste negócio são tão vastos que chegam para alimentar imensas bocas gananciosas?
Voltamos à questão prévia: será que a prevenção deste tipo de crises passa pela regulamentação do mercado?
Claro que não.
Acontece que aqueles que detêm o poder económico - e controlam o poder político - não estão dispostos a ceder o que quer que seja. E querem desenvolver acções de fachada, controladas por si, de forma a assegurar o crescimento do seu poder.
O dinheiro (ou a riqueza) que havia antes da crise não se evaporou. Quanto muito, algum dele mudou de mãos. Nesse processo há quem tenha aumentado significativamente o seu quinhão. Para seu proveito pessoal. Em detrimento dos prejuízos causados à nossa sociedade. Mas para os gananciosos, isso pouco importa.
A actual crise económica teve como uma das principais causas a ganância (o que é opinião unânime dos analistas, políticos, economistas, etc...).
O problema pode tornar-se grave se os gananciosos estiverem presentes nos mercados financeiros e nos órgão de poder político.
Nesse cenário, ambos querem ganhar. Ambos são gananciosos. Então, para satisfação dos seus desejos, trabalham em conjunto, de forma concertada e organizada. Acordam na repartição dos lucros gerados. Reinvestem esses lucros seguindo o mesmo sistema. Desenvolvem novas parcerias, alargando a sua influência. Anulam todos aqueles que não pactuam com as suas acções. E dão muito show, muito circo, muito entretenimento.
Nesse cenário, de que nos servirá uma nova regulamentação, se aqueles que a fazem trabalham em colaboração com aqueles que dela beneficiam directamente ?
Já lá vão uns séculos que César adoptou o princípio do pão e circo!
O Império Romano cresceu sob esse lema.
Séculos passados, a realidade mantém-se.
Vai-se dando umas côdeas de pão aos desgraçados, para que eles se mantenham pacíficos e não causem problemas (e sem que saiam da sua desgraça).
E, para entreter a populaça, vai de circo com força!
Hoje, toda a gente fala de mudança.
Mas as mudanças visíveis assentam essencialmente no desenvolvimento tecnológico e nas suas inevitáveis consequências.
As mentalidades, o pensamento, a organização da nossa sociedade pouco, ou nada, tem mudado.
Mas há que mudar!
Não as aparências mas a realidade!
Como é que Você se sente quando alguém, invisível ou quase, decide por si, sem o seu consentimento?
Como é que você se sente quando vê o dinheiro dos seus impostos a ser esbanjado de forma ilógica e incoerente?
Como é que você se sente quando vê que há uma justiça para os poderosos e outra para si?
Você não sente vontade de mudar de caminho?
Você não acha que já chega de circo?
Ou também ganha com este negócio?
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25 de março de 2009
o plano operacional (dos alunos)
Ainda o plano operacional de desenvolvimento liderado pela equipa de Pedro Paredes.
Hoje falamos do projecto bons alunos.
Com execução prevista para 2008.
Como já estamos em 2009, vale a pena verificar a efectividade das acções deste executivo.
Vejamos:
- Escola do Torrão EB 1, 2 e 3 - ou seja, com 1º, 2º e 3º ciclos. A obra ainda não está adjudicada, quanto mais feita. E não vai ter nem 2º nem 3º ciclos...
- Escola dos Telheiros - o projecto foi abandonado; não conseguimos obter nenhuma explicação para o sucedido - estarão envergonhados?
- Escola do Morgadinho - a obra nem sequer foi a concurso... quanto mais estar executada em 2008...
- dotar cada sala de aula com um projector e um quadro interactivo - visitamos algumas escolas, falamos com inúmeros alunos e nada visto! Nestum... sem mel (amargo).
- Cerca de 10 milhões de Euros para executar este projecto. De onde? Segundo as últimas informações da CMAS que vieram a público, apenas a Escola da Comporta tinha o financiamento aprovado...

Assim se vê a forma como este executivo concretiza aquilo que ele mesmo propõe.
É um somatório de falhanços.
É muita navegação à vista.
Falta arte, conhecimento e experiência.
Sobra arrogância, propaganda e incapacidade.
Nestas situações, não há empenho que valha...
Você confia naqueles que não cumprem a sua palavra?
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24 de março de 2009
o plano operacional (das ruas)
• Outros instrumentos de planeamento (será o PDM que parece meter-lhes medo? ou será formação - ensinamentos dos princípios da gestão autárquica? ou o winproject?)
• Criação de centro comercial ao ar livre (quem não gostaria de conhecer os detalhes? Será para ajudar o comércio tradicional? Quem não gostaria de ter acesso à análise de mercado feita para este fim? Alguém pode ajudar a esclarecer?)
.
Temos estado atentos aos discursos oficiais e aos panfletos propagandistícos. Não temos ouvido falar destes projectos que, a julgar pelas palavras de Pedro Paredes, estão a decorrer em bom ritmo. Foram apresentados como demonstração de que este executivo não andava a navegar à vista. O que não deixa de estar à vista é a realidade!
Temos observado o orçamento da CMAS 2009 e não vemos, no documento, o correspondente destaque que estes projectos requerem. Estarão à espera que quem vier a seguir os execute? Já se resignaram à sua incapacidade e desistiram de fazer?
Enganaram-se ou andam a tentar enganar-nos?
O que é que você acha?
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23 de março de 2009
a navegação à vista
Para demonstrar que não andava a fazer navegação à vista, o executivo anunciou um plano operacional de desenvolvimento. O plano continha 15 projectos.
Um dos projectos integrantes deste plano é o Projecto ECONOMIA E EMPREGO.
Segundo a apresentação feita por Pedro Paredes, este projecto deveria decorrer entre 2009 - 2010. Ou seja, terminaria para o ano!
E contemplava inúmeras acções, como por exemplo:
• Requalificação do Parque de Exposições e Feiras
• Construção do Pavilhão Multiusos do Litoral Alentejano
• Requalificação urbana promoção e dinamização das zonas de maior concentração do comércio
• Criação da marca de promoção internacional da actividade empresarial tradicional
O executivo também calculou, só para a execução deste projecto, a módica quantia de 11.234.000,00 € - ONZE MILHÕES!
O correspondente a 40% do orçamento da CMAS 2009...
Onde se irá buscar este montante? Isso não fez parte da apresentação...
Pouco mais se disse.
Pouco mais se viu.
Certo é que o tempo disponível é insuficiente para garantir o cumprimento dos prazos previstos.
Há inúmeras etapas por cumprir na sua concretização.
O financiamento da obra não é visível no orçamento da CMAS 2009.
Mas em 2010 teremos outra equipa no poder...
...Pelo que, nessa altura, ninguém será responsabilizado por este falhanço.
A demagogia tem destas coisas...
A navegação à vista também!
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22 de março de 2009
para alguns, questionar é uma coisa baixa...
"Para quem tem uma boa posição social, falar de comida é coisa baixa.
É compreensível: eles já comeram."
.
Bertold Brecht
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21 de março de 2009
a crise nacional

Esta semana foram revelados mais dados sobre a economia.
Observando-os verifica-se que:
- quando a Europa atravessava um período de crescimento económico, nós crescemos, no máximo, a metade da velocidade Europeia
- agora que a Europa está em recessão, nós decrescemos ao dobro da velocidade da Europa
Quando olhamos para trás vamos sempre à frente...
Há uma década que a nossa economia não cresce.
O que não impede que andem por aí a dizer que a culpa da nossa situação actual é a crise internacional... que despoletou há menos de um ano.
Os resultados apresentados pelos nossos governantes das últimas décadas são ruinosos.
Mas querem-nos convencer de que tudo isto é normal.
Você acha que sim?
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20 de março de 2009
despachem-se, ou serão outros a fazê-lo
Depois de 200.000 pessoas protestatrem nas ruas,
depois do Presidente da República dizer que não havia nada de importante para os desempregados,
depois de terem financiado sucessivamente a banca com muitos milhões dos contribuintes,
o Governo decidiu-se, tardiamente, a aplicar algumas medidas válidas de apoio às principais vítimas da actual crise: os desempregados.
Vem isto a propósito do Plano Anti-Crise de Alcácer - o Saltatia.
Já aqui escrevemos sobre este plano.
E apontámos o facto de, neste plano, os apoios às famílias - porque não às pessoas? - se restrigirem àqueles que, podendo enfrentar situações de carência, não eram as principais vítimas da actual crise económica.
Porque quem conseguir manter os seus rendimentos não perde poder de compra - a inflação está a descer perigosamente e não é impossível que entremos em deflação.
Por esse motivo, as grandes vítimas da actual crise são os desempregados. Os que, repentinamente, se vêm privados dos seus habituais rendimentos derivados do seu trabalho. Aqueles que são ignorados no Plano Saltatia. Não sabemos porquê. Será distracção, ignorância ou demagogia?
Está na altura de, tal como fez o governo central, corrigirem este plano e contemplarem apoios para quem mais sofre, neste momento, as consequências da ganância do liberalismo económico em Alcácer do Sal. Esta acção do governo confirmou que temos razão...
O que não quer dizer que retirem os escassos apoios apenas disponíveis para os idosos com mais de 70 anos e para os beneficiários do Rendimento Social Mínimo.
Vá lá, ainda vão a tempo de corrigirem mais um lapso primário.
Mas despachem-se porque senão, quando derem por ela, serão outros a fazê-lo no vosso lugar !
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Viva o Atlético!
Observamos, com satisfação, que o site da CMAS já integra informação sobre a Escola de Futebol de 7 do Atlético (míudos de 9, 10 e 11 anos).
No dia 14 deste mês publicamos aqui um artigo sobre este tema.
Nele mostravamos estranheza pelo facto da autarquia não divulgar esta actividade. Enquanto publicava, continuamente, informação sobre uma outra escola de futebol de Alcácer.
Afinal não se tratava de discriminação.
Entendemos que, ao corrigirem a situação, demonstraram que se tratava apenas de mais uma falha da autarquia. Não estranhamos. É normal.
O que importa é que a anomalia já foi corrigida.
Obrigado.
O Atlético merece-o!
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