21 de abril de 2009

o Sado é lindo, lindo, lindo!


















o Sado enche discursos mas continua na mesma



O vereador Hélder Serafim afirmou que "o rio Sado é um recurso que deve ser tratado pela Administração Central, não tendo a câmara obrigação no assunto".

Porque deverá ser o governo central a tratar os esgotos em Alcácer, se não o faz no restante território nacional?
Porque deverá ser o governo central a licenciar e fiscalizar as suiniculturas sem a participação da autarquia?
Porque não assumem as suas funções e metem mãos à obra em prol do desenvolvimento da nossa terra?
Porque não trabalham para a despoluição do Sado?
Porque arranjam desculpas para não fazerem aquilo que era esperado que fizessem?
Quando ainda por cima, esta foi uma das promessas eleitorais do executivo em funções.

O Sado é demasiado importante para Alcácer do Sal.
E merece estar bem tratado.
Infelizmente não está.

Porque não cumprem aquilo que prometeram?
Despoluam o Sado, e deixem-se de desculpas!





(*) - esta afirmação foi proferida na sessão de Câmara realizada a 21/2/2008

Remendos no Sado? Não, Obrigado.

Pedro Paredes, na entrevista que este mês deu ao Diário do Sul, afirmou:

"A Câmara de Alcácer do Sal, unilateralmente, vai avançar com o projecto e vamos fazer nós a ETAR. Provavelmente já não será neste mandato, mas será no próximo."

Ao fim de mais de três anos e meio, o homem que lidera uma equipa capaz de governar o mundo descobriu que era necessário fazer qualquer coisa de concreto para despoluir o Sado.
Levou muito tempo a perceber que agir é fundamental .
Mas, avesso à acção, adepto da inoperância, já nos avisou de que nada será feito neste mandato.
O que já todos nós tinhamos percebido.
Se não agiu em prol da reabilitação do Sado não foi por falta de dinheiro.
Se não construiu a ETAR não foi por falta de necessidade.
O Sado está realmente muito maltratado.
Todos nós o vimos.
Não há desculpas para se desprezar tão valioso elemento - o nosso Sado.

Como se tudo isso não fosse, por si só, demasiado grave, Pedro Paredes aproveitou a entrevista para demonstrar o que pensa sobre o Sado.
E falou dos resultados esperados com a construção da ETAR:

"Diria que pelo menos não vai cheirar mal durante as vazantes É um perfeito absurdo estamos a falar em náutica de turismo de lazer e começar a cheirar a esgoto ao fim da tarde. "

Quem pensa que a reabilitação do Sado se restringe ao mau cheiro durante as vazantes pensa pequenino, muito pequenino.
Pensar assim é pensar defeituosamente.
Pensar assim revela um défice muito elevado de conhecimentos.
Há muitos outros factores em causa para além do mau cheiro!

Assim se entende a inoperância revelada pela CMAS nestes três anos e meio de mandato.
Pensam assim sobre o Sado.
Pensam assim sobre Alcácer.
Isto acontece quando estão a dar o seu melhor.
Por isso tentam agora desviar as atenções para o urbanismo de proximidade.
O que até tem a sua importância.
Mas não pode ser, em situação alguma, o vector preponderante na gestão dum concelho que se quer modernizar, desenvolver, competir...
Excepção feita para as situações aberrantes, que infelizmente proliferam na nossa terra.

Até quando?

Jornalista processado por Sócrates


Eis o texto que incomodou Sócrates a ponto de motivar uma queixa-crime contra o seu autor.
( http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=1173560 )


JOSÉ SÓCRATES, O CRISTO DA POLÍTICA PORTUGUESA


Ver José Sócrates apelar à moral na política é tão convincente quanto a defesa da monogamia por parte de Cicciolina. A intervenção do secretário-geral do PS na abertura do congresso do passado fim-de-semana, onde se auto-investiu de grande paladino da "decência na nossa vida democrática", ultrapassa todos os limites da cara de pau. A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral.


José Sócrates, no entanto, preferiu a fuga para a frente, lançando-se numa diatribe contra directores de jornais e televisões, com o argumento de que "quem escolhe é o povo porque em democracia o povo é quem mais ordena". Detenhamo- -nos um pouco na maravilha deste raciocínio: reparem como nele os planos do exercício do poder e do escrutínio desse exercício são intencionalmente confundidos pelo primeiro-ministro, como se a eleição de um governante servisse para aferir inocências e o voto fornecesse uma inabalável imunidade contra todas as suspeitas. É a tese Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro - se o povo vota em mim, que autoridade tem a justiça e a comunicação social para andarem para aí a apontar o dedo? Sócrates escolheu bem os seus amigos.


Partindo invariavelmente da premissa de que todas as notícias negativas que são escritas sobre a sua excelentíssima pessoa não passam de uma campanha negra - feitas as contas, já vamos em cinco: licenciatura, projectos, Freeport, apartamento e Cova da Beira -, José Sócrates foi mais longe: "Não podemos consentir que a democracia se torne o terreno propício para as campanhas negras." Reparem bem: não podemos "consentir". O que pretende então ele fazer para corrigir esse terrível defeito da nossa democracia? Pôr a justiça sob a sua nobre protecção? Acomodar o procurador-geral da República nos aposentos de São Bento? Devolver Pedro Silva Pereira à redacção da TVI?


À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser "terreno propício para as campanhas negras"; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático. Como político e como primeiro-ministro, não faltarão qualidades a José Sócrates. Como democrata, percebe-se agora porque gosta tanto de Hugo Chávez.


João Miguel Tavares
Jornalista - jmtavares@dn.ptpublicado a 2009-03-03 às 00:00
João Miguel Tavares foi ouvido no DIAP de Lisboa. Contactado pelo DN, o colunista declarou: "Agradeço a atenção que o senhor primeiro-ministro me dedicou de que não me acho merecedor."

Para mais detalhes consulte:http://www.dn.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=1190073
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19 de abril de 2009

conversas cor de rosa


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18 de abril de 2009

PDM

Recém chegado ao poder, Pedro Paredes concedu uma entrevista à Radio Mirasado em Outubro de 2005 (ver http://www.mirasado.pt/noticias.php?id=000348)

Retiramos um pequeno trecho dessa mesma entrevista:

"A revisão do PDM é um dos pontos fortes do trabalho que pretende desenvolver. Nas suas declarações, o próximo edil afirmou convictamente queo PDM precisa urgentemente de revisão e eu sei com todo o rigor de que tipo de revisão é que precisa e onde e como (...)."

Passados três anos e meio continuamos a ser regulados por um PDM desactualizado.
Não há sinais de qualquer revisão em curso.
Poucos entendem as razões desta apatia (excepção clara para os subservientes).
Ou seja, a revisão do PDM está guardada para quem vier a seguir... como muitas outras coisas!

O Presidente sabia que era urgente.
Sabia, com todo o rigor, aquilo que era necessário fazer, onde, como...
E passados três anos e meio não se vê nada feito?
Porquê?
Responda Sr. Presidente!

Alcácer perdeu, perde e perderá com o PDM desactualizado.
O caso do quartel dos Bombeiros é apenas um pequeno exemplo, no 2º maior concelho do país (em extensão).

Chegarmos a esta altura sem nada feito significa o quê?
Esquecimento?
Incapacidade?
Incompetência?
Tudo junto?

Pedro Paredes que explique.

17 de abril de 2009

museu Pedro Nunes

Aproveitamos a oportunidade para esclarecer todos aqueles que estranham o lento desenrolar das obras no museu Pedro Nunes.
A explicação é simples.
Foi dada por Isabel Vicente, vereadora, em 17/4/2008.
Faz hoje precisamente um ano!

"A vereadora Isabel Vicente referiu que "as obras do museu estão dificultadas pelo facto das lajes serem muito pesadas o que dificulta a sua deslocação". Esta afirmação está contida na acta nº 8 da reunião ordinária da CMAS.

No mesmo documento, Isabel Vicente também "justificou não ter entregue a informação solicitada devido ao facto das medições e orçamentos não estarem concluídos".

Ou seja, as obras do museu avançaram sem haver medições nem orçamento... e ainda por cima, as pedras são pesadas!
Isto deve ser azar a mais
...ou será falta de jeito?

Lembramo-nos de no início do mandato João Massano afirmar, cheio de convicção, que este executivo era diferente. E justificava-o com o facto de, contrariamente aos anteriores, as obras só poderem avançar com projecto, orçamentação, cabimentação e concurso executados!
Belas palavras.
Terá sido o vento a leva-las?
Ou o esquecimento?
Diz o povo que muito esquece aquem não sabe...

Constacta-se pelas palavras de Isabel Vicente que é possível avançar com uma obra sem medições e sem orçamentação.
O que quer dizer que a obra avançou sem a correcta cabimentação (por se desconhecer o valor concreto).
E não foi sujeita a concurso.
Nem sequer a qualquer candidatura (na altura).
Porque tal não é possível sem que o projecto esteja concluído.
Mas a obra avançou. Ou parou?

Os resultados estão à vista...
Não foi por acaso que, a 16 de Novembro de 2006, Pedro Paredes afirmou: o "Museu Pedro Nunes está a meter água" (ver http://www.mirasado.pt/noticias.php?results=1&id=001956 )
E continua...

Mais do mesmo?

16 de abril de 2009

concursar


Está a decorrer um concurso de fotografia sob o tema "Um outro olhar sobre Alcácer do Sal".

Esta iniciativa é da responsabilidade da Câmara Municipal.
O cartaz apresenta um grafismo digno de registo.
Observe-o atentamente.
Esperemos que não se repita a história do inov@lcacer...

Estamos empenhados em participar, dando o nosso melhor contributo num outro olhar sobre Alcácer.

Apresentamos aqui, em primeira mão, o trabalho a apresentar a concurso pelo Alcácer do Sol .



Fotografia 1.
Rua Bom Jesus dos Mártires, Alcácer do Sal 2009
"pôr as coisas a mexer"



Fotografia 2. Estrada da Foz, Alcácer do Sal 2009
"pista para desporto aventura"



fotografia 3

Largo Luís de Camões, Alcácer do Sal 2008

"...e se substituíssemos estes pinos por outros verdes..."


autismo, cegueira ou simplesmente demagogia?

Falando de Alcácer do Sal, Pedro Paredes afirmou a semana passada:(*)

"É um bocado estranho, mas, em contra-ciclo, não estamos a sentir a crise."

Que Pedro Paredes não sinta a crise, acreditamos.
Afinal ele tem demonstrado tanta insensibilidade a tanta coisa que ninguém estranha.
Mas daí a conjugar o verbo no plural já é um abuso.
Não estamos a sentir a crise?
Nós sentimo-la com muita intensidade.
Falamos com imensas pessoas que também sentem a crise, fundamentando claramente as suas percepções.
Mas Pedro Paredes não vê nem sente isso.
Será que Pedro Paredes se esqueceu de que estava a falar de Alcácer do Sal e falou apenas de si mesmo e do seu séquito?
Para que terá a CMAS apresentado um protótipo dum plano anti-crise se não há crise?
Terá sido mais folclore para tentar esconder o sol com a peneira?

Muito esquece a quem não sabe...

Seja como for esta afirmação é no mínimo lamentável.
Tendo em atenção que foi preferida pelo Presidente do Município.
E vem confirmar a razão de tanta inoperância, tanta impassividade, tanta desconexão na gestão da nossa terra.

Este facto traz ao de cima a sabedoria popular quando afirma que quem não sabe é como quem não vê...

(*) NOTA:
Esta afirmação faz parte da entrevista de Pedro Paredes ao Diário do Sul publicada a 13 de Abril de 2009

15 de abril de 2009

a estrada da EPAC

Destacamos aqui, sob a forma de artigo, um interessantíssimo comentário recebido de Wolf.
Fazêmo-lo sem o seu prévio conhecimento, por não termos o seu contacto directo.
Esperamos que esta decisão não colida com a vontade de Wolf.
Se eventualmente isso acontecer retiraremos o artigo, mal tenhamos informação directa do seu autor a expressar essa vontade.
Eis o texto recebido:

"A Estrada da Epac é mais uma obra impar do actual executivo a saber:

a) Sendo uma área de fortissíma concentração de património arqueológico, essa "chatice" foi dispensada e nada foi participado ao IPPAR para acompanhamento dos trabalhos.

b) Os autores do projecto esqueceram-se de projectar a rede de esgotos pluviais porque a bem dizer a inclinação natural do terreno ajuda a sacudir as tormentas.

c) Os autores dos projectos esqueceram-se que o alargamento proposto iria ocupar os terrenos de outros que agora e bem exigem a execução de vedações e muros de suporte.

d) Os autores dos projectos esqueceram-se que o alargamento proposto iria destruir a rede eléctrica existente e que a mesma deveria ser reformulada para a periferia do arruamento.

e) Os autores dos projectos esqueceram-se que existia uma rede de esgotos domésticos que deveria ser reconduzida para a ETAR (um dia).

f) Os autores dos projectos não avaliaram os impactos negativos da intercecção com os arruamentos existentes nem dos acidentes rodoviários que irão ocorrer pela deficiente ligação ás vias actuais.

Para um projecto de 300 m de arruamento pré-existente é pouco razoável que a dita obra dispare o orçamento em mais de 40% se bem que não tem qualquer importância são dinheiros públicos e as obras são assim."

15 de Abril de 2009 1:56
Wolf

mosquitos

Já chegaram.
Vamos ter que os gramar durante alguns meses.
Mas depois eles partirão, na companhia do actual executivo camarário...
Lá para o Outono...
...com a queda da folha.
Mais vale tarde do que nunca.
Viva a Democracia.

globalização da precaridade no liberalismo actual

Num estudo recente, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), estimou que existe 1,8 biliões de pessoas a trabalhar, nesse mundo fora, sem contrato nem segurança social, ou seja, em situação precária.
Em oposição, apenas 1,2 biliões de trabalhadores usufruem dos direitos básicos.

Ou seja, a grande maioria dos trabalhadores no mundo - 60% - estão em situação precária.

Mas, pior do que isto, é que a OCDE prevê o contínuo crescimento da precaridade.
Dessa forma, estima que 2/3 dos trabalhadores no mundo poderão ficar em situação precária num futuro próximo. Isto se se mantiver a actual tendência, ou seja, se se mantiverem as políticas liberais (grandes responsáveis pela actual crise mundial) e o crescimento populacional.

A OCDE também conclui que este valor (2/3 dos trabalhadores em situação precária) ainda poderá ser ultrapassado, como consequência da actual crise económica...

Você orgulha-se de viver num mundo assim?
E se mudassemos de carreiro?

14 de abril de 2009

promessas...

Mais uma promessa não cumprida...
... com a desculpa de que não havia outra solução...
Desculpas.

Sugestão para o executivo evitar este tipo de embaraços:
Façam o que dizem
Digam o que fazem!

13 de abril de 2009

em tempo de crise...

Em tempo de crise, as receitas da CMAS parecem crescer a um ritmo alucinante.
Recessão? A crise não é para todos...

Vejamos.
Segundo os dados elaborados pelo actual executivo, os impostos directos orçamentados para 2008 foram de 2.416. 310,00 €.
E para 2009, o valor é de 3.194.560,00 .



Uma variação de mais de 32%.
Crise?
Sim, Crise!

Repare.
Impostos há.
Dinheiro a entrar também.

Mas faltam acções em prol do desenvolvimento de Alcácer do Sal.
Falta criatividade, inovação, iniciativa.
Falta obra que se veja.
Sobejam as intervenções de manutenção. Umas vezes acompanhadas de pequenas melhorias, outras vezes não.
Mudam-se passeios.
Fazem-se muros.
Colocam-se pinos.
Organizam-se festas.
Imaginam-se Planos...

É pouco.
Não se desenvolve uma terra com tamanha inacção.
O desenvolvimento depende de dinheiro, que há. E de saber, determinação, imaginação... que falta.

Assim não vamos lá...

10 de abril de 2009

concursar


Eis o exemplar apresentado pelo Alcácer do Sol a mais uma grande iniciativa da CMAS:
o concurso de provérbios.



Lamentamos a produção, pelo executivo camarário, dos dados utilizados na elaboração desta obra. Sem a sua colaboração, este trabalho não seria possível.

Agradecemos ao Povo Português a disponibilização do provérbio utilizado, revelador da grande sabedoria popular.