A Assembleia da República recebeu recentemente a delegação de Alcácer para a nova Escola Secundária.
Falamos com alguns participantes.
Não ficamos muito animados.
Há algumas coisas que ainda não conseguimos perceber.
Na Folha de Alcácer de há um ano - Jan/Fev 2007 - era anunciada a deliberação da Câmara relativa à Escola Secundária. Nessa notícia havia a referência ao "valor de 83.533,30 €uros a pagar à Associação de Solidariedade Social dos Comerciantes ...pela expropriação do terreno de 4.378 metros quadrados onde será construída a nova Escola Secundária..."
E acrescentava: "o montante foi fixado com base numa avaliação efectuada pelos serviços da edilidade". Em Novembro de 2007 a folha de Alcácer voltava a abordar o assunto e referia o facto de que "a câmara viu-se obrigada a negociar o terreno, pelo qual vai pagar 160 mil euros".
29 de fevereiro de 2008
expropriação
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28 de fevereiro de 2008
não lhe ligam
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27 de fevereiro de 2008
observações
Observamos que foi retirada a informação dum painel existente no edifício da Abegoaria.
Nesse painel estava a "obra" captada nesta fotografia, tirada no ínício da semana.
Esta obra foi alvo dum artigo nosso, relativo ao corte da EN5 em Alcácer do Sal.
Observamos também que a referência à escola ambiental da herdade das parchanas foi retirada do site da CMAS - sector "concelho / geografia". Esta estranha referência foi alvo de um reparo no nosso artigo "embrulhada" relativo ao processo de investigação da Polícia Judiciária à Câmara Municipal.
Ficamos satisfeitos por ver corrigidos alguns dos lapsos da Câmara.
Continuem assim porque ainda têm muito trabalho pela frente!
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CMAS na imprensa
O Jornal de Notícias de hoje publica um artigo dedicado a Alcácer do Sal no capítulo de "Polícia e tribunais".
A notícia aborda o facto de a Polícia Judiciária estar a investigar factos relacionados com o processo de licenciamento da Herdade das Parchanas.
O artigo refere que o projecto de licenciamento foi "várias vezes recusado pelo anterior executivo, por ilegalidades" e que foi "assinado pelo actual presidente da Câmara, Pedro Paredes, que licenciou a infra-estrutura através do vice-presidente".
O artigo também afirma que o "arquitecto Pedro Paredes, (que) trabalhou para a Herdade das Parchanas". Sobre este mesmo assunto e segundo o jornal Público de 17 de Maio de 2006, "o presidente da Câmara admitiu o erro e remeteu responsabilidades para uma técnica da autarquia".
Mas os técnicos não assinam licenças de utilização.
E esta foi assinada pelo Vice-Presidente João Massano. Que não tem o pelouro do planeamento e gestão urbanística...nem esperou que fosse efectuada a vistoria final, obrigatória pela lei...
Para além disso, o vice-presidente João Massano, "sabe lá o que é uma licença de utilização" segundo afirmou ao Público o Presidente Pedro Paredes. Pelos vistos não sabe mas assina!
É assim que se trabalha normalmente na Câmara?
Não sabemos, mas que há fumo, há. E não é pouco.
Estranhamos também o facto de este sector - planeamento e gestão urbanística - não ter sido praticamente afectado pela nova organização camarária. Será que assim dá mais jeito?
Será que não é preciso mudar porque assim é que está bem?
Será que alguém anda a ganhar alguma coisa com isto?
Se há, não é Alcácer do Sal, com certeza.
O Presidente Pedro Paredes afirmou há alguns meses, que este processo cumpriu todos os trâmites legais.
Pelos vistos as palavras do Presidente Pedro Paredes não foram levadas a sério pela Polícia Judiciária, que julgou ter motivos para investigar.
Alcácer merece mais!
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26 de fevereiro de 2008
território desordenado
O PDM (Plano Director Municipal) é antigo e está desactualizado.
Com reflexos negativos no desenvolvimento de Alcácer do Sal.
Pelo que é urgente revê-lo.
Mas não. O PDM não mexe. Ou melhor, ninguém o põe a mexer. Mas a realidade não para. Pelo contrário, muda dia após dia.
Contorna-se o problema com remendos. Fazem-se Planos de Urbanização à medida...
Cada vez que aparece um projecto "diferente" faz-se um Plano de Urbanização. Ouvimos dizer que já vão no segundo...
Um PDM adequado permitiria englobar estas e muitas outras necessidades, duma vez só!
Para além dos custos disto tudo.
Senão vejamos:
As "grandes opções do plano de 2008" da CMAS contempla para "Planos de Urbanização" a módica quantia de 95.000,00 € distribuidos por 2008 e 2009.
O mesmo documento contempla para a "revisão do PDM" o valor de apenas 5.000 € em 2008. Mas para 2009, já se prevê uma despesa de 115.000 €.
Então porque não se começou por fazer o PDM logo em 2005 ou 2006?
Levam três anos a pensar em começar?
Ou será que dá muito trabalho?
Se o processo de revisão do PDM não estivesse parado, pouparíamos 95.000 € (em planos de urbanização).
Que poderiam ser aplicados em qualquer coisa útil - exclusão evidente das feiras, festas e propaganda.
Então porque não foi feito?
Porquê?E porque razão é que a nova organização da câmara não mexeu na Divisão de Planeamento e Gestão Urbanística (DPGU) ?
Criaram 19 novos lugares nos quadros superiores da câmara e para o ordenamento do território nem um!
Porquê?
Estará tudo bem? Se está tudo bem, porque é que o Gabinete de Estudos e Planeamento da DPGU não elabora os Planos de Urbanização? Porquê gastar 95.000 € quando é possível fazer internamente?
Esta inoperânia governativa só tem uma causa: incompetência!
E quem perde é Alcácer do Sal.
Perde oportunidades. Perde dinheiro. Perde Tempo.
Alcácer merece mais!
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25 de fevereiro de 2008
repetição desnecessária
Visitamos a Abegoaria e observamos os paineis que tentam mostrar obra.
Vimos uma notícia tristemente interessante.
Relatava as obras do 2º semestre de 2007 - "reconstrução de passagem hidráulica na EN5" - ver foto abaixo. Ampliando o título do cartaz...
Quem não se lembra? Foi há um ano. Houve uma derrocada e a entrada Norte de Alcácer esteve fechada muito tempo. As obras acabaram por se fazer com muito esforço e muita dedicação...Queixava-se na altura o Sr. Vereador Hélder Serafim na folha de Alcácer de Dez/Jan2007: "...quando se executou a estrada Norte de Alcácer, as manilhas de água pluviais foram mal colocadas ao contrário...".








Nota:
Faltar à verdade para quê?
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clientelismo
à pergunta feita no Alcácer do Sol:
"na sua opinião, aumentar os quadros da CMAS em 19 lugares significa:"
80% dos participantes escolheu a opção "executivo satisfaz clientelismos".
As restantes opções eram: executivo prepara obra e executivo mostra trabalho.
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24 de fevereiro de 2008
orçamentos...
Foi preciso esperar por 2007 para o executivo mostrar o que realmente vale. E deixar de se poder desculpar com o passado...

.
O programa da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens é contemplado com a módica quantia de 100 € por mês! (1.200 € para o ano todo - ver as Grandes Opções do Plano 2008).
Isto é que é apostar na área de apoio social?
.
Não conseguimos ver nem desenvolvimento económico nem apoio social. Mas vemos uma clara aposta em feiras e em festas... seremos ricos? muito, muito ricos? Não há outras opções mais úteis para investir?
.
Parece-nos que a falta de desenvolvimento vai ser combatida com propaganda...e mais propaganda. Enfim, areia para os olhos...
.
Assim não vamos lá.
Nota: os dados foram extraidos da versão de 28-11-2007 das grandes opções do plano e orçamento 2008 da Câmara Municipal de Alcácer do Sal.
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23 de fevereiro de 2008
mastro arreado...
Porque duplicou a conta a pagar?
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20 de fevereiro de 2008
chuva
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17 de fevereiro de 2008
tapar a vista
«querem que olhemos só para o que nos mostram de bom, tudo fazem para nos tapar a vista do que continua (tristemente) na mesma.» (1)
A expressão é retirada dum texto sobre o estado da educação em Portugal. Mas aplica-se perfeitamente ao estado em que se encontra Alcácer do Sal.
Vejamos os boletins propagandisticos, os panfletos, as notícias encomendadas, as brochuras, as faixas...
Lembram-se de nos quererem impingir "que há uma outra alegria nas ruas"...
Lembram-se de nos quererem convencer de que "não nos podemos queixar muito dos investimentos da Administração Central"...
Lembram-se de nos quererem confundir enquanto destruiam projectos, equipamentos, estruturas e organizações...como se fossemos ricos e nos pudessemos dar ao luxo de deitar fora o pouco que temos!
Lembram-se das respostas ocas quando se perguntava por projectos de desenvolvimento?
Passados quase dois anos e meio o que é que mudou para melhor?
Feiras, festas, fogo de artifício e uma estrada.
Consegue identificar mais coisas?
Não é tarefa fácil.
Este executivo tem todas as condições para governar.
Tem maioria absoluta.
Tem dinheiro.
Tinha tempo.
Há que mudar este terrível estado de estagnação.
Alcácer merece mais!
(1) trecho retirado de um artigo publicado hoje na Pública (pág.74) da autoria do Dr. Daniel Sampaio
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ineficácia continua
Há mais de um mês que se iniciaram as obras para instalar mais um toldo - (ver notícia no Alcácer do Sol em 16 Jan 2008).
Mas o toldo ainda não apareceu.
Esta demora terá a ver com a complexidade da obra?
Ou estará relacionada com a complexidade das mentes?
Seja o que for, uma obra muito simples acaba por se transformar em algo complexo.
Terão pedido ao LNEC a solução?Fazem tão pouco...
E o pouco que fazem é executado ao ritmo do caracol e com fraca qualidade.
.
A evidência é tal que o discurso do executivo já assumiu esta realidade. Confirma-o Isabel Vicente quando afirma que "quem vem de fora tem outras ideias, outras concepções e soluções" o que permite "alargar horizontes".
O que está desadequado para uma equipa capaz de governar o mundo...
Parece-nos que alguém confundiu o mundo com o quintal lá de casa...o que pelos vistos é um problema de elevada complexidade...
Assim não vamos lá.
Alcácer merece mais!
Nota: As afirmações de Isabel Vicente foram publicadas no semmais jornal de 9 Fev 2008 acerca do projecto da Feira. A afirmação de que temos uma equipa para governar o mundo foi proferida pelo Presidente Pedro Paredes em várias situações e citada na comunicação social.
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incoerências...
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16 de fevereiro de 2008
organizações à medida de pessoas?
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15 de fevereiro de 2008
embrulhada
Visitamos o sítio na internet da Câmara Municipal.
Procuramos "locais de interesse". Encontramo-los sob o tema "geografia".
Ficamos admirados.
Ao lado de locais como Torrão, Comporta, Carrasqueira, Santa Susana, Villa Romana de Sta. Catarina de Sítimos encontramos a "escola ambiental das Parchanas".
Achamos estranho aparecer uma escola privada e recente em pé de igualdade com locais Históricos do nosso Concelho.
Não sabemos o que é, em concreto, uma escola ambiental. Por isso visitamos o sítio do Ministério da Educação. Fizemos uma busca por "escola ambiental" e não foi encontrado nenhum registo.
Visitamos também o sítio do IPJ e repetimos a busca. Voltamos a não encontrar nenhum registo. Lendo alguma informação disponível, fomos remetidos para o termo "campos de férias". Mas a Câmara fala-nos em "escola ambiental"... Será possível algum esclarecimento?
Eis algumas das nossas dúvidas.
Afinal, aquele espaço é uma escola ou é um campo de férias?
Que terá aquela escola de especial para ter um destaque semelhante à Villa Romana de Sta. Catarina de Sítimos, ou ao Torrão? Que diferenciação apresenta em termos de "geografia" do Concelho?
Que terá aquela empresa privada de tão especial para ser selecionada no sítio da CMAS na internet enquanto tantas outras empresas são ignoradas?
Nada nos move contra o empreendimento em causa. Esta é mais uma boa iniciativa que dignifica o nosso Concelho. Muitas mais iniciativas deste género são necessárias. Mas julgamos que é importante cumprir as regras da coerência (quanto mais não seja...) em todas as situações.
O licenciamento do referido espaço mantém algumas dúvidas por esclarecer. E nesse processo o nosso Concelho não apareceu, mais uma vez, dignificado. A comunicação social nacional evidenciou-o!
Ainda estão por esclarecer publicamente os factos relatados no jornal Público de 17 de Maio de 2006. E já passou tempo de sobra...
Segundo o jornal, a 7 de Fevereiro de 2006, o vice presidente João Massano despachou o pedido de "licença de utilização" referente à primeira fase do projecto.
Vinte dias depois, João Massano informou o proprietário de que poderia "dirigir-se aos serviços para levantar o alvará"
O jornal acrescenta que no dia 17 de Maio o Vice-Presidente da autarquia, João Massano, informou a Herdade de que a vistoria ia ser marcada. Mais de 3 meses depois...
Os factos apresentados mostram que se começou por emitir a licença e só depois se fez a vistoria.
A lei impõe o contrário. O que é lógico. Como se pode licenciar sem se ter visitado e vistoriado o local?
Para além disso também há a questão do tipo de licenciamento concedido. Afinal a que fim é que se destina o projecto? É uma escola ambiental, é um campo de férias ou é outra coisa qualquer?
Como se não bastasse, falta ainda acrescentar um outro facto, não menos importante: quem é o autor do projecto em causa! Advinhe você mesmo o nome do arquitecto que assina a obra!
Mas a embrulhada não acaba aqui!
O Presidente da Câmara admitiu o erro e acrescentou ainda que o Vice-Presidente, por ser "um homem das línguas, sabe lá o que é uma licença de utilização".
Se o Vice-Presidente não tem conhecimentos deste nível, então porque razão assina tais documentos?
A Divisão de Urbanismo , Equipamento e Habitação está sob a alçada do Sr. Presidente Arqº Pedro Paredes. Naquela data,o Vice Presidente João Massano ainda tutelava a Divisão Administrativa e Financeira, os Recursos Humanos e a Juventude. Para o Vice Presidente assinar a referida licença tinha que ter uma delegação de competências do Presidente. Mas como delegar uma tarefa em quem não tem conhecimentos para a executar? A um "homem das línguas"?
Porquê?
Se não foi atribuída ao Vice Presidente a competência para assinar a licença, como é possível aparecer a sua assinatura?
Este licenciamento teve um tratamento especial ou estão todos assim?
Se os restantes licenciamentos seguiram os trâmites legais, porque razão este foi sujeito a um tratamento de excepção? Quem poderá ter beneficiado com isso? E porquê?
Se os licenciamentos estão todos "embrulhados" como é que se vai desembrulhar isto?
Segundo o sítio http://www.bombeiros-portugal.net/ em 24 de Junho de 2006, «Pedro Paredes disse ao CM que o processo de licenciamento "passou todos os degraus previstos por lei"». Há factos que, por não terem sido factualmente desmentidos, teimam em contradizer o Sr. Presidente Arqº Pedro Paredes.
Poderão achar que este tema já está ultrapassado. Já lá vai mais de um ano e meio.
Mas há quem pense que este assunto seja merecedor de investigação.
E quem assim pensa é alguém, bem para além de nós...
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14 de fevereiro de 2008
afinal temos obra?
As actualizações salariais para quem trabalha na CMAS foram, uma vez mais, minúsculas. Tão minúsculas que não devem chegar a compensar a inflacção.
Todas?
Não.
Há excepções.
Há quem tenha tido incrementos salariais a rondarem os 25%. Não nos enganamos a escrever!
Como vêm há dinheiro. Não é para todos. Provavelmente é para os mais capazes...ou mais necessários!
Falamos concretamente de retribuições na área Jurídica.
Não chegou ao conhecimento público a justificação deste aumento excepcional. Mas, a julgar pelo "Princípio da Transparência ", citado no capítulo I, Artigo 1º parágrafo 2 da " Organização dos Serviços Municipais " da autoria do actual executivo camarário, esta discrepância deveria merecer uma justificação. Afinal este dinheiro não vem dos impostos que todos nós pagamos?
A falta de justificação leva-nos a pensar nos motivos para um aumento destes.
Inicialmente pensamos que era uma forma de " bora lá mudar " . Mas o " bora lá mudar " ainda não deu em nada de jeito, pelo menos até agora. Por isso não acreditamos que seja essa a razão.
Depois pensamos que se poderia tratar dum ser genial. Nesse caso, este aumento serviria para fazer justiça, premiando o mérito. Procuramos por actos de genialidade e não tivemos sucesso. Pelo que também não acreditamos nessa razão.
Finalmente pensámos que poderia ter havido uma alteração de objectivos pessoais. Com consequências directas na carga de trabalho. Ao tentar validar esta hipótese, descobrimos que a Polícia visitou, na semana passada, as instalações da CMAS. Não vieram passear, nem sequer fazer uma visita de cortesia. O que poderá ser apenas uma evidência de que há muito trabalho de casa para se fazer. E eventualmente justificar um aumento muito substancial de serviços jurídicos. Será que está aqui a razão para tal aumento? Será esta a obra?
Não sabemos.
Mas acreditamos que, a bem do "Princípio da Transparência", o esclarecimento será feito pelo executivo camarário.
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12 de fevereiro de 2008
sondagem
À pergunta:
"na sua opinião, a autarquia pouco ou nada faz para atrair empresas para o nosso Concelho porque:"
55% das pessoas escolheu a opção: "não sabe como fazê-lo"
as restantes opções mais votadas foram:
2. "cala-se não vá alguém estragar o negócio"
3. " não sabe para o que isso serve"
4. " não sabe como fazê-lo "
5. " outro motivo"
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alargar horizontes
O "jornal semmais" de 9 Fev 2008 dedicava a pág. 21 a Alcácer do Sal.
No artigo de maior destaque cita a Srª Vereadora Isabel Vicente acerca do prometido, e não cumprido, parque da Feira.
A determinada altura lemos:
"A câmara optou por desenvolver o projecto através de um concurso público em vez de recorrer aos próprios arquitectos da autarquia para «alargar horizontes», já que «quem vem de fora tem outras ideias, outras concepções e soluções», acredita Isabel Vicente".
Agradecemos aqui à Senhora Vereadora o facto de confirmar as nossas palavras. Mas desculpe-nos a franqueza, preferíamos estar enganados. Perferíamos ver Alcácer a crescer sustentadamente. Infelizmente, para todos nós, não estamos enganados.
O executivo da Câmara tem horizontes muito estreitos e muito curtos. E só encontra uma solução para o problema: ir buscar ideias e soluções a quem vem de fora. Este processo da Feira é, por si só, demonstrador duma imensa incapacidade! Ora isto não é compatível com equipas capazes de governar o mundo. O que nos permite pensar que nos enganaram, que nos mentiram.
Nós não temos dúvidas de que é possível fazer mais e melhor.
Nós vivemos cá e temos ideias concretas que, devidamente implementadas, poderão inverter este estado deplorável de estagnação.
Nós sabemos que Alcácer merece mais!
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10 de fevereiro de 2008
quem governa...
Depois de tudo o que já aqui foi escrito, não resistimos a divulgar algumas palavras do Dr. Daniel Sampaio.
Este espaço apenas aborda factos de Alcácer do Sal. Acontece que, em nossa opinião, as suas palavras reflectem clara e inequivocamente a realidade do nosso Concelho. Vejamos:
"Está cada vez mais presente no inconsciente das pessoas uma ideia terrível: quem governa não centra a sua acção na resolução dos problemas sociais que afectam o quotidiano dos cidadãos, antes busca um equilíbrio difícil em satisfazer "lobbies" diversos e garantir a sua sobrevivência política (e do partido a que pertence)."
Daniel Sampaio na Pública de 10 Fev 2008
É triste, mas é a verdade da nossa terra.
Alcácer merece mais!
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9 de fevereiro de 2008
semente
Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
E inda guardo, renitente
Um velho cravo para mim
Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
Nalgum canto de jardim
...
Chico Buarque de Hollanda - "Tanto Mar"
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